Isto está tudo errado.
Querem pôr os trabalhadores a ficarem mais trinta minutos por dia no seu posto de trabalho, ao invés de de formarem as pessoas, patrões e colaboradores, no sentido de se alterarem atitudes que conduzam a uma produção mais eficaz e eficiente.
Mais meia-hora por dia de estadia no posto de trabalho é equivalente a mais quinze olhadelas para o relógio, dois cafés, três chichis, quatro posts no Facebook e zero de produtividade.
Mais trinta minutos por dia no posto de trabalho, implica o consumo por parte das empresas de uns quantos mais Kwts de luz, ter de alterar a orgânica da organização sem que se tenha tido tempo para criar um estratégia consolidada de rentabilidade desse tempo.
Mais trinta minutos por dia no posto de trabalho, equivale a mais de uma hora por dia em que os filhos se veem privados da presença dos seus pais, do seu afecto e da sua educação.
Depois não se queixem se começarem a surgir em maior número espécimes com a educação como a do senhor secretário da saúde, quando vai para a Assembleia da Republica guinchar e espernear uns sons como "Oiça lá, não aprendeu a ler na escola?" .
Eu respondo-lhe senhor secretário:
Com os níveis de educação que os sucessivos governos nos têm premiado, saber ler e escrever o nome próprio já não é mau. Agora entender o que o senhor debita pela cavidade bocal é que se torna exercício mais complexo...
