Jeronimo, vamos chamar-lhe assim, era um homem robusto, alto, bom falante e nunca perdia uma oportunidade de dar "três dedos de conversa" aos amigos que com ele se cruzavam na rua, enquanto se encaminhava para o escritório.
Jeronimo habitualmente ia a pé para o escritório, ainda que a empresa para quem trabalhava lhe tivesse disponibilizado uma viatura com motorista. Costumava comentar que, enquanto caminhava, encontrava algumas respostas para os problemas laborais do dia-a-dia.