Aquele beijo de mel
Era o amargo doce do fel
Que me envenenou sem matar,
Que sem me matar, matou!
Foi o beijo do espigão
O abraço sem desejo
Num olhar profundo, encanto,
O hipnótico manto
O beijo do escorpião.
Olhei o céu azul,
Azul da cor do céu,
Deitado quis acreditar
Levitando desejei amar
Consumido deixei mergulhar
O beijo que de mel nada tinha
O abraço que de fel confundia
O meu desejo
O teu ataque
O meu olhar!
@jorgeortola
Mostrar mensagens com a etiqueta matar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta matar. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, junho 22, 2020
quarta-feira, outubro 19, 2016
um túnel sem fim
com o devido respeito que as autoridades policiais me merecem, obviamente, esta caça ao homem está a tornar-se um túnel sem fim à vista, onde os elementos policiais deixam de ter uma visão periférica e a estereoscópica se torna tão distante que só os comentadores que necessitam de garantir as suas avenças mensais, t~em certezas que mais ninguém tem.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
