Tudo tem o seu tempo e momento para acontecer. E o tempo ali era o 33º minuto após as doze baladas que marcavam a transição do calendário ocidental do dia 29 para o dia 30 de Junho 2012, que soou na penumbra da noite a rouca voz, gasta pelo orvalho da madrugada e consumida pelo Whisky, do Druída.
Um êxtase quase orgásmico fez-se sentir um fantástico odor musical que se libertava do jogo de luzes instalado.
