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sexta-feira, dezembro 09, 2016

# color and music


fechei os olhos e senti a luz da música entrar em mim, percorrer-me as veias num grito de guerra, fazer o meu sangue ferver e explodi em sensações que não sei, não quero, na desejo descrever, apenas sentir, usufruir, almejar amanhã... num sentimento utópico e ainda assim tão real1

sexta-feira, novembro 11, 2016

# So Long, Marianne, so long Leonard





Hoje fechou-se mais um livro cuja estória, enredo, capítulos, parágrafos, linhas, letras e frases soltas , encantaram, embebedaram gerações, não apenas ao deitar, mas sempre que com a sua voz forte, cansada mas replecta de emoção e melodia cândida e harmoniosa, cantava.

sábado, julho 02, 2016

31 de Julho

Não sei se tal acontece em mais algum ponto do planeta, mas em Portugal o sector musical tem dois temas musicais que ocorrem no mesmo dia do calendário anual.

Este poderia ser um texto que se enquadrava perfeitamente na rubrica - Informação inútil - da TSF Rádio, mas não é; é um simples texto elaborado por mim para este meu singelo Blog.

Mas vamos às músicas; o espaço cultural nacional foi presenteado, em diferentes períodos, com músicas totalmente distintas, mas que no tempo ocorrem no mesmo dia do ano. Os títulos - O melhor dia para casar - de Quim Barreiros e - 1º de Agosto - dos Xutos e Pontapés.

Se a primeira ocorre no dia 31 de Julho, indicando Quim Barreiros que será este o melhor dia para se casar, sem que se sofra nenhum desgosto, já na segunda o Tim dá-nos a entender que está, também, a 31 de Julho, pois informa-nos que no dia seguinte é 1 de Agosto, assim como que tudo nele é um fogo posto.

Tal como no programa da TSF Rádio, também esta é uma informação inútil.




terça-feira, julho 31, 2012

Druída



Tudo tem o seu tempo e momento para acontecer. E o tempo ali era o 33º minuto após as doze baladas que  marcavam a transição do calendário ocidental do dia 29 para o dia 30 de Junho 2012, que soou na penumbra da noite a rouca voz, gasta pelo orvalho da madrugada e consumida pelo Whisky, do Druída.

Um êxtase quase orgásmico fez-se sentir um fantástico odor musical que se libertava do jogo de luzes instalado.