No jardim apenas havia uma árvore. Um
chorão, como lhe chamavam. Rui chamava-lhe «Casa». Tratava-se de um chorão com
mais de dez anos de vida, plantado num terreno isolado. Todos os dias aquele
chorão ria, dançava e cantava.
Pela manhã, Rui corria até ao campo.
Levava consigo a sua bola preferida, aquela que o pai lhe oferecera quando
foram passear à capital
