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sábado, março 11, 2017

# Este tecto não é meu - A relação com o pai


- Qual é a tua relação com o teu pai?
- A minha relação com o meu pai? Não se pode dizer que tenha havido uma relação entre nós os dois. Tipo… pai e filho, estás a ver! Foi apenas aquela cena do sangue e do nome. Penso, muitas vezes, agora à distância, que ele me fez, apenas, para mostrar à sociedade merdosa onde sempre se movimentou e que acabou por o desprezar, que era capaz de fazer um filho. – olhou o infinito, primeiro, depois olhou Cristóvão – Esqueceu-se foi que também deveria saber educa-lo. E acredita, meu amigo, educar um filho não é carregar-lhe os bolsos de dinheiro, colocar-lhe uma farpela de marca sobre o lombo, todo lindinho e já está. E o afecto? E o carinho? E a atribuição da responsabilidade? Onde ficou aquele abraço e beijo ao deitar?

segunda-feira, fevereiro 13, 2017

# The train driver (3)


(continuation)

A faint beep reported that the composition was within fifty meters of a reduced speed zone. Peter resumed his post and began slowing down from 19 miles to 8 miles. And then another station. The immobilization was gradual and at that moment the young reviewer was already walking along the aisle to the first door he had found.

He put the key in the slot, let in three passengers, and, stretching himself a little, looked the outside toward the back of the composition. He waited for a moment, then took the key out and handed it to the cabin, which he could follow.

domingo, novembro 06, 2016

# O abraço que te dei



No jardim apenas havia uma árvore. Um chorão, como lhe chamavam. Rui chamava-lhe «Casa». Tratava-se de um chorão com mais de dez anos de vida, plantado num terreno isolado. Todos os dias aquele chorão ria, dançava e cantava.

Pela manhã, Rui corria até ao campo. Levava consigo a sua bola preferida, aquela que o pai lhe oferecera quando foram passear à capital

quinta-feira, setembro 08, 2016

segunda-feira, julho 25, 2016

Sonho de Maria (história infantil)





Era uma vez uma menina que, todas as noites, sempre que ia para a cama, depois de escovar os dentes e pentear os seus negros cabelos donde pendiam uns belos e reluzentes cachos que brilhavam em consonância com as belas pérolas negras que tinha no olhar, agarrava-se ao seu ursinho de peluche. Ficava a pensar nas histórias que ouvia as suas colegas de colégio contarem. Maria perdia-se na penumbra dos seus pensamentos e na sua memória escutava as vozes das amigas.
            A Margarida contara, certo dia, que a sua mãe a tinha levado à cabeleireira cortar e esticar o cabelo:

domingo, janeiro 03, 2016



Escrever é uma paixão que vai crescendo dia após dia, sem a pressão de ter de o fazer, seguir coordenadas ou temas. Não! Escrevo pelo prazer que me dá descarregar sobre o papel, primeiro, contrariamente ao que muitos outros escritores fazem, para depois passar para o computador.

Mas hoje dei comigo a pensar, sobre de que vale escrever, apenas por escrever, se esse prazer não puder ir de encontro à ajuda social que tantos necessitam? Não faz sentido, ou se calhar faz e eu é que não estou a ver a coisa como deve de ser.

Pois bem, decidi que quero que a minha escrita, seja ela boa ou má, com qualidade ou sem ela, com muitos ou poucos leitores, que vou doar parte dos meus direitos de autor a uma causa social. Ou seja, assim que comece a receber os meus direitos de autor, seja quanto for, não interessa, sobre as vendas efectuadas, 10% desse valor será entregue à instituição de apoio social CASA.

Porque de nada vale olhar ao meu redor e ver que há quem necessite e não tenha, todos devemos ajudar, mesmo com pouco que seja. Não o faço em busca de qualquer protagonismo. Não! Faço-o no sentido de ajuda, pois não sabemos o dia de amanhã.

sábado, janeiro 02, 2016


Mikellis White e Miguel Branco são a mesma pessoa. O escritor destes dois títulos, destas duas histórias de ficção, independentes, mas que se complementam e que terão uma terceira parte.

Mikellis White e Miguel Branco são a mesma caneta, o mesmo cérebro, a mesma mão, o mesmo pensamento, a mesma atitude.

G.R.U.P.O. e Camaleão são duas obras de uma história que agarra o leitor da primeira à última folha, frase, palavra e letra. São duas obras de arte por mim escritas, e se assim as não achasse, não as evidenciava, falava, delas bebia ou por elas ficava encantado.

E quem ainda as não leu, não sabe o que perde, não sabe o que não viajou, não sabe o que aprendeu de um mundo real, a muitos olhares escondido.

Quer saber mais sobre a história que estas duas obras relatam? Então leia-as e apaixone-se por lugares que desconhece, por sensações que nunca viveu, por personagens que nunca conheceu.

quarta-feira, dezembro 23, 2015

Este tecto não é meu



Ser um sem-abrigo não é uma forma de estar na vida e jamais deverá ser um hábito de vida. Ser um sem-abrigo é, para muitas pessoas, a batida no fundo de um poço seco sem rede de apoio ou arnês de suporte, é a descrença num futuro melhor, a humilhação social, o início da atroz epopeia sem meta anunciada ou face identificada.

               Pode, também, pensar-se que ser um sem-abrigo jamais será, para alguém, uma opção de vida. Pensarão assim, essencialmente, os que dão primário valor aos bens materiais, à ostentação social e ao status. Mas estão errados, esses pensamentos. Há quem se entregue à condição, levados pelas maiores variedades de razões, muitas delas traiçoeiras de uma vida que para alguns deixa de fazer sentido, no alinhamento tipo de uma sociedade desenvolvida.

               Quando abordamos este tema tão sensível como é o dos sem-abrigo, surgem de imediato duas questões pertinentes; quantos são os sem-abrigo em Portugal e o que é que se faz para combater tão nefasto fenómeno social?

               Peguei no telefone e tentei obter resposta a estas e outras tantas questões que me foram surgindo, em catadupa, na minha inquietude. As respostas obtidas foram vagas, vazias de conteúdo e nada concretas. Estimavam as informações obtidas que, em Portugal, seriam cerca de 5000 os sem-abrigo e que, o que se vai fazendo, nada é para terminar com o fenómeno, mas sim e apenas para minimizar as consequências de quem por ele foi arrebatado.

               Tem consciência a Segurança Social que os valores apresentados estarão muito aquém da realidade e que é graças à boa vontade de dezenas de IPSS e seus voluntários que, disponibilizando o seu tempo, permitem uma intervenção nas ruas, levando alguma comida a quem nada tem ou tudo perdeu.
               Não satisfeito com estas e outras respostas, resolvi ir para o terreno e procurar estórias contadas na primeira pessoa.

               Lisboa é uma biblioteca replecta de páginas por ler. Desconhecedor da realidade para lá daquela que se encontra à vista de todos e que por muitos (maioria) é desprezada, talvez por pudor ou simplesmente por um terror camuflado de estarem a vislumbrar algum reflexo futuro, quis saber como é a vida de um sem-abrigo. O seu dia-a-dia, se assim lhe podem chamar.

A Solidão

               Uma das marcas que caracteriza um sem-abrigo é a solidão. A profunda solidão. Chegam a estar anos sem falar ou pelo menos sem conversar com alguém. Fecham-se numa bolha apenas sua, impenetrável, inalcançável, isolando-se de tudo o que seja ser humano ao seu redor. Deixam-se conduzir para um campo emocional altamente degradado, sóbrio e longínquo que os leva, em casos mais extremos, ao suicídio.

As diferenças

               Para o comum, egoísta e egocêntrico, mortal, um sem-abrigo é muitas vezes confundido com um pedinte ou com um toxicodependente. Mas a verdade é outra. Um pedinte ou um toxicodependente pedem no discurso directo, sem pudor ou qualquer constrangimento. Um sem-abrigo, quando mendiga, fá-lo no discurso indirecto, nunca abordando o transeunte, mas aguardando que a sensibilidade e humanismo de quem passa o leve a depositar uma moeda na pequena lata de salsichas, num boné gasto pelo tempo ou na caixa de sapatos encontrada junto a um contentor do lixo, quando buscava algo para comer.

               Os pedintes e os toxicodependentes, quando a noite cai, sabem que, grande parte deles, têm um tecto que os aguarda, em melhores ou piores condições. O sem-abrigo apenas sabe que, os únicos tectos que poderá encontrar, serão os de alguns vãos de escadas o u acessos a edifícios, os tabuleiros de viadutos, caixas de papelão ou em muitos casos o céu, umas vezes estrelado, outras chuvoso.~

Coimbra dos meus amores

               Senti, após alguma investigação na capital Lisboa, procurar outras paragens, outras estórias, algo que pudesse mexes com a altivez que cada um de nós ostenta, ainda que em muitos casos de forma dissimulada e hipócrita. Escolhi a cidade de Coimbra. Efectuei alguns contactos e consegui chegar à fala com um homem a quem vou chamar de Aurélio. Um sem-abrigo que deambula pela cidade capital de distrito, vende o jornal nos semáforos ou arruma carros. Não se considera arrumador, fá-lo apenas para queimar algum tempo que diz não contabilizar.

De “riquinho” à rua

               Encontrei-me com Aurélio, um sem-abrigo de 39 anos de idade. Escolhi falar com Aurélio, pois ele é um caso em que ser um sem-abrigo foi uma opção de vida. Mas nem sempre foi assim. Quando em pequeno, Aurélio era conhecido como o “menino riquinho”. Segundo me contou, tal devia-se ao facto de, desde tenra idade, os seus pais o deseducaram, uma vez que, vindo ele do seio de uma família conimbricense abastada, a exigência social do meio onde estavam integrados associada ao desinteresse familiar de um pai ausente, prepotente e mulherengo, fez com que possuísse elevadas quantidades de dinheiro nos bolsos. O acesso a todo tipo de experiências estava facilitado e sem controlo de um adulto.

               Confidencializou-me que a sua opção de se tornar um sem-abrigo passou, também, pela dor de ter abdicado de um grande amor num determinado período da sua vida

O álcool e as drogas 

               Segundo Aurélio, as más companhias, o álcool e as drogas surgiram de forma natural e um estilo de vida de alto risco. «Quando tens dinheiro nos bolsos, tens tudo e todos ao teu redor.», diz. Segundo ele, o dinheiro fácil abriu-lhe portas que, de outra forma, jamais teria acesso. Confessa ter participado, enquanto menor, em jogos de sorte e azar. «O dinheiro era a chave de entrada

               Aurélio esteve preso por tráfico internacional de droga, quando foi um correio de droga e viu morrer diante dos seus olhos o seu melhor amigo. O irmão que nunca teve. Foi no Sobral Cid, hospital psiquiátrico, que esteve internado a determinada altura da sua vida. Desmoronou com a fortuna da família; «Juntamente com as mulheres que o meu pai sustentava nas suas viagens de negócios.», diz, com amargura na voz.

               Hoje afirma ter largado as drogas. Já o álcool, esse ainda lhe serve de cobertor, principalmente nas noites mais frias. Amante de animais, faz-se acompanhar de uma cadela que adoptou, a Luna, após a ter encontrado abandonada e amarrada a um contentor do lixo. Segundo ele, tem na Luna a sua melhor companhia. E por que assim é, vê-se muitos sem-abrigo sempre acompanhados de quem jamais os abandonará.

A comunidade dos sem-abrigo

               Não me bastava o relato na primeira pessoa. Necessitava de algo mais próximo da realidade, ainda que Aurélio ilustrasse bem a sua experiência de mais de década e meia, arrebatadora, replecta de emoções, sensações e sentimento. Fizera de tal forma intenso este seu relato, que consegui desenhar o filme da sua vida no meu pensamento.

               Senti que tinha de ir, realmente, para o mundo deles, diluir-me neles e viver, ainda que fosse uma noite apenas, as suas amarguras, frustrações e revoltas. Sempre tive a noção que todas as emoções que viesse a sentir seriam efémeras. Lembrá-las-ia para sempre, é certo, mas no meu regresso ao meu mundo, teria sempre um tecto que me aguardava, uma banheira e água quente. Ainda assim, avancei.

À noite, nas trevas

               Fomos deambulando pelas ruas da baixa de Coimbra. A noite caíra e com ela uma neblina gélida, húmida e fustigante. As ruas, mal iluminadas por umas lâmpadas de cor âmbar, proveniente de um cansaço do tempo, iam ganhando um aspecto sinistro, pardo, de elevado suspense, medonho. Aqui e ali, iam, carcaças debilitadas por uma sorte rude e traiçoeira, encostando-se embrulhadas em papelão, desaparecendo no seu interior, como ratos que se esquivam, após uma última olhada de vigia.

               «Estamos sempre em alerta.», comentou, continuando «Os mitras quando aparecem só fazem asneira.». Foi num tom de lamento que me contou a história da “Ti Alzira” , como carinhosamente a tratavam, uma senhora de setenta e poucos anos que tombou após ter sido agredida numa noite de trevas, por um grupo de organizado que, por vezes, espalha o terror nas ruas.

               A manhã surgiu e com ela os primeiros raios de sol, mais um dia sem tempo, pois esse já parou no passado. Sentados na escadaria de pedra gasta e polida do acesso à estação nova da cidade, eu e o Aurélio, em silêncio olhávamos a vida de mais um dia a surgir, acariciados pelos primeiros raios de sol, uma ténue aragem e um odor acre proveniente de um rio envelhecido e cansado. A meia-dúzia de metros, estendido no chão, um estudante ébrio.

               Num impulso convidei-o a tomar um pequeno-almoço, comigo, ao que este recusou, alegando que tal não era justo para os outros sem-abrigo da cidade.


               Levantamo-nos e despedimo-nos na promessa de um dia voltar a procura-lo. Quando atravessei a arcada da porta de entrada do edifício da estação, olhei para trás e fiquei a ver aquele homem que se afastava e que, para mim, representava a descrença num estado social com futuro, sem certezas nos seus sonhos de um mundo melhor para os sem-abrigo. Ficaram as últimas palavras que me dirigiu; «Se pudesse, edificava uma estrutura que albergasse os sem-abrigo durante a noite e deles cuidasse durante o dia…”, fez uma pausa, olhou o rio numa profundidade arrepiante e concluiu «…mas isso custa tanto dinheiro e ninguém quer saber de quem nada vale.».


terça-feira, novembro 03, 2015




"- Sabe Armando, pergunto-me tantas vezes, por que razão as pessoas não estão disponíveis para se ajudarem umas às outras? Por que não estão disponíveis para ajudar alguém a resolver os seus problemas, mesmo que não conheça esse alguém? Ajudar deveria ser uma coisa natural." - in As cores da escuridão - Miguel Branco

domingo, outubro 25, 2015

sábado, outubro 24, 2015











"
“Como estás?” – questionou Chico, dando um abraço a Oswaldo.
“Nada bem, na verdade” – respondeu Oswaldo,
correspondendo ao cumprimento, acompanhando o abraço. –“Sabe quem sou?”
“Jamais me esquecerei de quem me salvou a vida, mesmo estando a deter‑me.”
“Posso sentar‑me?”
“Claro que sim, senta‑te. Que bebes?”
“Água, por favor.”
“Manel, traz uma água fresca aqui para o meu amigo” – ordenou o traficante a um dos seus homens, continuando: – “Mas o que é que te traz até mim?”
“Necessito da sua ajuda” – disse.
“Engraçado, um polícia a pedir ajuda a um condenado.” – Fez uma pausa. – “E em que é que te posso ajudar?” "   Miguel Branco in "Camaleão"

quinta-feira, outubro 22, 2015



Nascemos numa incerteza de caminho. Somos moldados a interesses sociais, culturais e religiosos, sem que nos seja questionado "O que queres?". O que queres ser, a quem queres pertencer, o que queres fazer, para onde queres ir ou onde queres ficar, estar , ser.

Crescemos a ouvir que está certo ou errado, que aquele é o caminho correcto ou que se esta a caminhar no sentido errado, que devemos falar e que devemos estar calados.

Ao longo do nossos caminho, esse caminho nómada, de permanente mudança, sem rumo certo, sem porto de abrigo estipulado, sem certezas e repleto de surpresas, tantas delas desagradáveis, mas outras tantas tão fantásticas, que as julgamos irreais. Percorremos veredas de emoções, arriscamos epopeias de sensações... e vivemos, tantas vezes sem viver...sobrevivendo.

Nascemos para um dia partirmos. Mas não sabemos quando. E fazemos planos, tantos planos a longo prazo, na certeza que alcançamos, na inquietude de não chegarmos, na angustia de nos perdermos ou não termos, somente, algo, alguém que seja, de quem nos orgulharmos e nós se orgulhar.

A fama á efémera e quem a procura para a vida não vencerá. Expõem-se ao ridículo, em busca dos "dois minutos de fama", para mais tarde lamentarem, numa queda de 65 andares, terem entrado na corda-bamba.

Caminhamos nómadas no meio do rebanho, nas ruas da incerteza, serpenteando os obstáculos, saltando no chão seguro, pelo menos pensamos nele assim, e olhando, visualizando, contemplando e constatando, todo o envolvente, toda a estrutura, todas as histórias, sem contudo, as entendermos ou querer entender.

Vamos caminhando, fazendo, produzindo, sonhando, para chegarmos ao nosso objectivo. E se o fizermos, mesmo se não chegarmos, alguém, sim, alguém, quem sabe, vai um dia dizer, «Ele(a) tentou. Sim, tentou.»

quarta-feira, outubro 21, 2015


Consegues imaginar a forma, cor e textura do que não conheces?


"Aqueles foram os dez metros de filme mais longos que alguma vez vira. Armando Cebola, assim lhe chamavam, era Armando de nome próprio e Cebola de alcunha que já vinha desde o tempo do seu tetravô paterno e que não morreu no passar das gerações nem na natural, mas acentuada, evolução do tempo e do espaço que atingiu a família na imensa epopeia que fizera seu avô, e depois seu pai nas terras do Ribatejo, na viagem dilacerante de sentimentos à longínqua França ou dos anos que o calendário não marcou e que o relógio não contou quando seu pai viveu ermidas na Serra da Estrela fundido num emaranhado de floresta silenciosa, onde os pássaros calados eram cúmplices do seu desassossego emocional." - Miguel Branco in "As cores da escuridão" - Brevemente


Olhar para trás não é lamentar! É ver o que se construiu bem, para se poder melhorar. - Miguel Branco

segunda-feira, outubro 19, 2015

sábado, outubro 10, 2015




Hoje é o dia...aquele dia!
Hoje é o dia em que toda a diferença pode acontecer, ou não! O dia em que a reunião de amigos, de tantos amigos que se espera, possa fazer a diferença. Sim, porque são os amigos e as amizades que fazem a diferença, aquela diferença. A diferença entre ir ou ficar, saltar ou manter parado, abraçar ou ignorar, amparar ou deixar cair.

Hoje é o dia...aquele dia!
Hoje é o dia em que todos nós nos tornaremos camaleônicos de uma forma consciente. Sim, porque todos os dias e todos nós, somos uns camaleões da vida, dos espaços, dos momentos, das ocasiões, das circunstancias.

Hoje é o dia...aquele dia!
Hoje é o dia em que espero poder levantar ao ar, todas as mãos da minha amizade e com os meus amigos gritar vitória. Vitória sobre qualquer coisa que os faça felizes, sentirem-se agradáveis e agradados...sentirem que valeu a pena pelo que lutaram, pois alcançaram.

Hoje é o dia...o vosso dia!