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segunda-feira, março 27, 2017

# White Moon



The night had long since fallen when Anton shut the door behind him and set out to find company for the remaining time until the sun came up again in the morning.

He had spent the day locked in the office, that infernal day that had marked him forever. The abrupt fall of the Scholarships had obliged him to overtime with great fatigue, and the arrival at home, in search of some rest, was not what he had conjectured; Took a bath, which he thought rejuvenating, ate a tuna sandwich and stretched out on the couch.
He switched on the television.

sábado, outubro 03, 2015



O relógio marca, com as suas badaladas, as 20 horas, quando meto a chave na ranhura da fechadura da porta de casa. Estou cansada de um dia de trabalho e anseio deixar-me cair sobre o sofá e, quiçá, adormecer um pouco, num sono acordado, apenas com o pensamento num vazio que me ajuda a relaxar.
Não! Talvez um banho de imersão, cheio de espuma e sais revigorantes.
Sim, isso! Um banho de espuma sem tempo para sair de dentro da banheira.
Oiço cada estalito que a chave faz quando penetra a fechadura. Parece que está em extase, numa penetração ofegante.
Rodo a chave e abro a porta.
A casa está com uma luminosidade ténue.
Oiço o crepitar do fogo na lareira.
Chamo-te! Não respondes.
Largo a mala e a carteira e caminho em direcção à sala.
Da porta, parada, observo-te a sorrires no sofá.
Convidas-me a sentar, com dois suaves toques no sofá.
Descalço aqueles saltos que me matam a coluna e as pernas. Caminho sobre o tapete macio em tua direcção.
Deixo-me cair sobre o sofá, abandonando o dia que já ficou lá fora, à porta.
Inclinas-te e beijas-me a face.
Cerro os olhos e sinto o teu suave toque.
Da mesa, levantas dois copos de vinho tinto e ofereces-me um.
Faço uma degustação.
Olhas-me tão profundamente que sinto nesse olhar que já me despiste.
Afinal não foi apenas o olhar. As tuas mãos já percorrem o meu corpo. Desapertas-me o casaco e desfraldas-me a camisa.
Beijas-me ardentemente e sinto-me levitar.
Desapertas-me a camisa e afagas-me os seios.
Hum! Sinto-me bem.
Já estou sem camisa e desnuda da cintura para cima.
Beijas-me os mamilos e gemo de prazer. Agarro-te, com os dedos entrelaçados no teu cabelo e arqueio-me.
Sem esperares, arrancas-me a saia e as cuecas.
Sinto-me voar, levitar, a alma a ser sugada e tu não paras.
Seguro-te a cabeça mergulhada entre as minhas pernas e gemo, gemo sem parar.
Só agora reparo que estás em roupão.
Solto-te o cinto e dispo-te. Estás nu!
Mergulho em ti e levo-te à loucura. Gostas que brinque contigo e não paro.
As tuas mãos enrolam-se à minha cintura e levas-me para o felpudo tapeta que é vizinho da lareira.
Deitas-me e beijas-me uma vez mais.
Entrego-me.
A acompanhar o cantar do fogo na lareira, surge num tom muito suave a voz de Sarah Vaughan.
Bebemos um pouco mais de vinho e amamo-nos.
Entras em mim e passamos a ser um só, num ritmo tranquilo, ritmado, fugaz, por vezes, que me faz esquecer o mundo, o trabalho, as pessoas, os problemas.
Na nossa esfera, à luz daquele fogo da lareira, somos um só.