Fazer uma reflexão sobre
o que é a amizade, a menos de seis meses de completar meio século de vida, pode
parecer, a alguns seres, um exercício especulativo, a outros uma teoria da
conspiração, a certos uma verdade difícil de aceitar e para mim nada mais será
do que uma constatação de quase cinquenta anos de vida; é um exercício de
análise – a minha análise – após avaliação despreconceituosa de experiências
vividas ao longo do caminho. Desenganem-se aqueles que pensam que eu penso que a
minha verdade é um absolutismo. Nada disso! A minha verdade será sempre a minha
verdade, baseada em factos – que até estes nunca são absolutos – observados do
meu miradouro. O que para mim é um 6, para outros pode ser um 9.