Fazer uma reflexão sobre
o que é a amizade, a menos de seis meses de completar meio século de vida, pode
parecer, a alguns seres, um exercício especulativo, a outros uma teoria da
conspiração, a certos uma verdade difícil de aceitar e para mim nada mais será
do que uma constatação de quase cinquenta anos de vida; é um exercício de
análise – a minha análise – após avaliação despreconceituosa de experiências
vividas ao longo do caminho. Desenganem-se aqueles que pensam que eu penso que a
minha verdade é um absolutismo. Nada disso! A minha verdade será sempre a minha
verdade, baseada em factos – que até estes nunca são absolutos – observados do
meu miradouro. O que para mim é um 6, para outros pode ser um 9.
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domingo, novembro 10, 2019
segunda-feira, janeiro 29, 2018
#As cores da escuridão - Capitulo I
Aqueles foram os dez metros de filme mais
longos que alguma vez vira. Armando Cebola, assim lhe chamavam, era Armando de
nome próprio e Cebola de alcunha que já vinha desde o tempo do seu tetravô paterno
e que não morreu no passar das gerações nem na natural, mas acentuada, evolução
do tempo e do espaço que atingiu a família na imensa epopeia que fizera seu avô,
e depois seu pai nas terras do Ribatejo, na viagem dilacerante de sentimentos à
longínqua França ou dos anos que o calendário não determinou e que o relógio
não contou quando, seu pai, viveu ermidas na Serra da Estrela, fundido num
emaranhado de floresta silenciosa, onde os pássaros calados eram cúmplices do
seu desassossego emocional.
sábado, outubro 01, 2016
Estudos científicos que me dão cabo da mona
Gostava de saber quem realiza determinados estudos científicos que chegam a conclusões, o mais disparatados que se pode imaginar. São estudos disto, estudos daquilo e ainda estudos de mais alguma coisa.
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