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sábado, agosto 20, 2016

Fim de férias


Estão a chegar ao fimas merecidas - tenho a certeza disso - férias. Foi uma semana, sim, apenas uma semana, mas por agora é quanto vai bastando. Mais virão, a seu tempo. A bateria recarregou, os mergulhos na praia foram fantásticos e estar com a família - alguma - foi fantástico.

O tempo de férias está a chegar ao fim; o primeiro período de férias, claro! Agora é hora de voltar ao trabalho e, acreditem, o regreso vai saber muito bem, porque quando se trabalha num ambiente fantástico como eu trabalho, regressar ao trabalho não é tanto uma realidade, mas sim regressar ao prazer de fazer aquilo que se gosta de fazer e com tanto prazer.

sexta-feira, agosto 19, 2016

Cagadelas amigas

Em determinadas épocas do ano ou até mesmo em determinadas ocasiões da vida, ter um amigo de estimação, de quatro patas, canino de classe, é chique e bastante engraçado, principalmente quando são pequeninos, novinhos de idade.

quinta-feira, outubro 15, 2015



Cada dia ao acordarmos, olhamos o céu, por vezes azul, outras vezes ainda vestido com o manto da noite e pensamos sobre o dia que se adivinha, tentando descobrir o que nos trará. Pensamos sobre tudo e sobre nada. Sobre o trabalho que teremos que desenvolver e sobre as tarefas que deixamos por desenvolver no dia anterior.

Esse céu, leva-nos tantas vezes a uma nostalgia que nem sabemos, por vezes, qual. Uma saudade tardia que nos faz perder no tempo, esse tempo que não queremos quer passe, para não se tornar saudade, mas sim uma experiência permanente. É um céu mágico, melancólico, por vezes e pensamos, tantas vezes, o que fazemos já acordados?

E o dia vai crescendo e o sol no horizonte aparecendo e subindo, subindo, subindo e a sua luz florescendo. E quando estamos ofuscados, por um sol de vida que não percebemos, olhamos para o lado, tentamos proteger-nos e perceber, que já estamos atrasados, para uma rotina de tarefas que temos de desenvolver.

Passa o dia a correr, a saltar e apular. Não damos, tantas e tantas vezes pelas horas a passar. E ao final, quando a marcha termina, olhamos o céu, o mesmo céu que pela manhã observamos e vimos, encantados, que o dia chegou ao fim, olhamos hipnotizados um pôr-do-sol que não terá de ser, nem poderá ser, a partida do cais, a largada de mais um dia, o final de uma temporada. É apenas, o regresso ao quase principio do próximo dia.