Se rádio que gosto de escutar - porque ouvir oiço qualquer uma - é a TSF, não apenas pelo facto de ser uma rádio, essencialmente, vocacionada para a informação, mas também pela classe e profissionalismo dos seus colaboradores, o interesse das rubricas e conteúdos.
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sábado, junho 13, 2020
quinta-feira, setembro 29, 2016
A rádio M80 numa manhã animada
Se há uma rádio que nos anima logo pela manhã e nos faz seguir a caminho do trabalho com um sorriso, sem que seja forçado, nos lábios, essa rádio é a M80. Uma rádio que nos transporta até tempos idos, saudosos, ainda que não nos deixe agarrados ao passado, fenomenal, diversificada.
domingo, setembro 11, 2016
15 anos de terror
O dia estava solarengo e em nada fazia adivinhar tamanha tragédia. O povo norte americano preparava mais um dia de trabalho, cumprindo uma rotina que viria a ser destruída como o carreiro das formigas que é bloqueado por uma raspagem de pé humano sobre o mesmo.
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quinta-feira, setembro 08, 2016
sábado, julho 02, 2016
31 de Julho
Não sei se tal acontece em mais algum ponto do planeta, mas em Portugal o sector musical tem dois temas musicais que ocorrem no mesmo dia do calendário anual.
Este poderia ser um texto que se enquadrava perfeitamente na rubrica - Informação inútil - da TSF Rádio, mas não é; é um simples texto elaborado por mim para este meu singelo Blog.
Mas vamos às músicas; o espaço cultural nacional foi presenteado, em diferentes períodos, com músicas totalmente distintas, mas que no tempo ocorrem no mesmo dia do ano. Os títulos - O melhor dia para casar - de Quim Barreiros e - 1º de Agosto - dos Xutos e Pontapés.
Se a primeira ocorre no dia 31 de Julho, indicando Quim Barreiros que será este o melhor dia para se casar, sem que se sofra nenhum desgosto, já na segunda o Tim dá-nos a entender que está, também, a 31 de Julho, pois informa-nos que no dia seguinte é 1 de Agosto, assim como que tudo nele é um fogo posto.
Tal como no programa da TSF Rádio, também esta é uma informação inútil.
Este poderia ser um texto que se enquadrava perfeitamente na rubrica - Informação inútil - da TSF Rádio, mas não é; é um simples texto elaborado por mim para este meu singelo Blog.
Mas vamos às músicas; o espaço cultural nacional foi presenteado, em diferentes períodos, com músicas totalmente distintas, mas que no tempo ocorrem no mesmo dia do ano. Os títulos - O melhor dia para casar - de Quim Barreiros e - 1º de Agosto - dos Xutos e Pontapés.
Se a primeira ocorre no dia 31 de Julho, indicando Quim Barreiros que será este o melhor dia para se casar, sem que se sofra nenhum desgosto, já na segunda o Tim dá-nos a entender que está, também, a 31 de Julho, pois informa-nos que no dia seguinte é 1 de Agosto, assim como que tudo nele é um fogo posto.
Tal como no programa da TSF Rádio, também esta é uma informação inútil.
quinta-feira, fevereiro 13, 2014
Os Tubarões de Gibaltrar
Pegar num barco, confinar lá dentro meia dúzia de homens que, sem olhar para trás avançam mar adentro intrépido em busca de um prato de comida para os filhos que diáriamente calcorreiam a vereda de casa para a escola em busca de conhecimento que os liberte de tão dura vida.
Todos os dias o fazem na ânsia de abraçar seus pais no regresso ao lar, de lhes beijarem a áspera e gladiadora pele de uma face queimada pelo frio e calor, geada e salitre que as ondas mais agrestes difundem ao obstinam em invadir o espaço de trabalho de humildes criaturas que agarrados aos remos e num cantar solene rasgam um mar, por vezes bravio, por vezes amansado pelo cantar das sereias.
E depois de uma jornada de faina, ao arregaçarem o saco de redes, procurando o prato que irá alimentar os seus pequenos mamíferos, veem-se limitados ao tamanho de uma métrica que os Tubarões de Gibraltar lhes infligem.
A arte xávega corre riscos. Riscos provocados pela ponta da caneta de um Gibraltar qualquer. Saiba mais aqui.
Foto: joseolgon
quinta-feira, janeiro 30, 2014
Só por hoje
Somos realmente uma espécie estranha que tem apenas olhos com uma visão tão limitada quanto o nosso umbigo. Raramente surge no seio desta espécie algum elemento que expande raios de luz, humildade e bondade composta por uma visão extraordinária que consegue alcançar uns metros mais além.
Olhamos para o lado e assobiamos para o ar forçando uma cegueira sobre a realidade que não queremos conhecer porque, não nos sentimos nela refletidos, com uma certeza de que jamais a viveremos, até porque jamais iriamos cair tão baixo ao ponto de termos de viver num qualquer colchão de pedra, debaixo de um tecto de estrelas, agasalhados por uma manta de gelo ou geada.
Hoje, ao regressar a casa, escutava a rádio TSF que passava uma reportagem de excelência protagonizada por repórteres de excelência e cujos intervenientes foram pessoas, sim esses espécimes em tudo igual a cada um de nós, mas que tiveram a infelicidade de serem agredidos pelas agruras da vida, ao virar de uma esquina que não procuraram, mas que encontraram.
"Só por hoje" é um trabalho que todos devemos escutar e em silêncio, esse que se obriga a cada um de nós...refletir e, depois, se formos realmente capazes...actuar.
Só por hoje (clique no link e tenha a coragem de escutar e ouvir até ao fim)
Foto: agoradigoeu
quarta-feira, outubro 26, 2011
Nazismo económico/ financeiro
Não cumpri o serviço militar obrigatório. Fiz a tropa da vida, com todas as dificuldades inerentes.
Nunca fui militarista, ainda que, com os meus dezasseis anos de idade tivesse tido um desvairo de me alistar na força pára quedista. Ainda estou para saber como me iria safar, pois tenho imensas vertigens.
Mas também aos quatorze anos de idade tentei convencer a minha mãe a me deixar entrar para a vida seminarista e ser padre (eh!eh!eh!), e no entanto nem crente sou. Na verdade tinha segundas intenções, com muita maldade no corpo (ah!ah!ah!). A minha mãe não deixou...
Dizia então eu que não fui militar e o mais perto que estive de alguma organização militarizada, foi quando fui às inspecções e no único dia em que pensei ser escuteiro... mudámos entretanto de cidade.
Ainda assim, tenho muita admiração por alguns dos militares que se insurgiram contra a ditadura e libertaram o povo da opressão. Um desses homens é Humberto Delgado. Pelo que oiço e vi em documentários, foi um homem de luta, sem medo, de terreno. Foi de peito aberto ao Terreiro do Paço e ao Largo do Carmo lutar pela liberdade do povo, pela igualdade de direitos, enquanto outros, fechados em casulos escutavam o desenrolar da revolução pela telefonia nacional.
Isto para dizer que, tal como outros, deve estar Humberto Delgado com as mãos na cabeça a pensar "Andei eu a arriscar a minha vidrinha para depois vir uma cambada de gente incompetente a desgraçar o país, a voltar a fazer o povo sofrer, passar fome e miséria enquanto eles, esses inergumes, se fazem passear com grandes luxos, usam e abusam do esforço produtivo do povo, ostentam um vaidosismo doentio e demente, e regalam-se em românicos banquetes."
Rui Zink dizia um destes dias na TSF que os políticos não são todos iguais, pois Hitler e Churchill foram políticos e diferentes.
A questão que coloco é simples; que diferença há entre o nariz de Pinóquio de Sócrates e de Passos?
Esta Democracia está tão podre que até com o feriado que a representa querem acabar.
Mais uma vez a história se repete, mas agora ao jeito do Sec. XXI; Os alemães invadem a Europa e controlam-na a seu belo prazer. Começam a aniquilar-nos, mas não em câmaras de gás, mas sim em nossas casas à fome.
Estamos, não digo FO&€#º, porque sou educado, tramados se nada fizermos.
.
Nunca fui militarista, ainda que, com os meus dezasseis anos de idade tivesse tido um desvairo de me alistar na força pára quedista. Ainda estou para saber como me iria safar, pois tenho imensas vertigens.
Mas também aos quatorze anos de idade tentei convencer a minha mãe a me deixar entrar para a vida seminarista e ser padre (eh!eh!eh!), e no entanto nem crente sou. Na verdade tinha segundas intenções, com muita maldade no corpo (ah!ah!ah!). A minha mãe não deixou...
Dizia então eu que não fui militar e o mais perto que estive de alguma organização militarizada, foi quando fui às inspecções e no único dia em que pensei ser escuteiro... mudámos entretanto de cidade.
Ainda assim, tenho muita admiração por alguns dos militares que se insurgiram contra a ditadura e libertaram o povo da opressão. Um desses homens é Humberto Delgado. Pelo que oiço e vi em documentários, foi um homem de luta, sem medo, de terreno. Foi de peito aberto ao Terreiro do Paço e ao Largo do Carmo lutar pela liberdade do povo, pela igualdade de direitos, enquanto outros, fechados em casulos escutavam o desenrolar da revolução pela telefonia nacional.
Isto para dizer que, tal como outros, deve estar Humberto Delgado com as mãos na cabeça a pensar "Andei eu a arriscar a minha vidrinha para depois vir uma cambada de gente incompetente a desgraçar o país, a voltar a fazer o povo sofrer, passar fome e miséria enquanto eles, esses inergumes, se fazem passear com grandes luxos, usam e abusam do esforço produtivo do povo, ostentam um vaidosismo doentio e demente, e regalam-se em românicos banquetes."
Rui Zink dizia um destes dias na TSF que os políticos não são todos iguais, pois Hitler e Churchill foram políticos e diferentes.
A questão que coloco é simples; que diferença há entre o nariz de Pinóquio de Sócrates e de Passos?
Esta Democracia está tão podre que até com o feriado que a representa querem acabar.
Mais uma vez a história se repete, mas agora ao jeito do Sec. XXI; Os alemães invadem a Europa e controlam-na a seu belo prazer. Começam a aniquilar-nos, mas não em câmaras de gás, mas sim em nossas casas à fome.
Estamos, não digo FO&€#º, porque sou educado, tramados se nada fizermos.
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