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domingo, julho 24, 2016

Assim nasce um ditador



14 de Julho de 2016; esta é a data que marca o nascimento de mais uma ditadura. A data onde o Mundo assistiu a um "golpe de Estado" orquestrado pelo regime turco, num sentido claro e inequívoco, do seu presidente, de ganhar maior poder nas ruas, de um povo cegado e manipulado, diminuindo a capacidade de luta legislativa dos seus opositores, criando uma mensagem indirecta, mas com aviso intrínseco que, quem não está com ele, está contra ele; "Não tenho poder para decidir, mas se o Parlamento decidir avançar pela reintrodução da pena de morte, não me irei opor.".

Erdogan, que nunca escondeu o seu desejo de rever instalada a pena de morte, após ter sido, em 2004, abolida, encontrou num golpe de Estado fantasma e teatral,desenvolvido, ardilosamente, sob uma fachada conspiratória mal amanhada, uma forma de, legalmente e sob um Estado de direito, desenvolver um processo de execução em massa dos seus opositores, que mais não será do que uma verdadeira mortandade, aos olhos da comunidade internacional que, de mãos, institucionalmente atadas, tal como na Síria, se limita a observar de cadeirão, as milhares de pessoas que vão sendo destituídas dos seus cargos e levadas para parte incerta, para serem dizimadas.

A comunidade internacional, a ONU e a UE, dizem nada poder fazer, uma vez que Erdogan foi eleito democraticamente; também o foi Saddam Hussein ao longo dos seus anos de presidência; e todos sabem que tipo de democracia havia naquele país e há noutros tantos.

Com a queda de um importante pilar da UE, como é a saída do Reino Unido, o surgimento oficial de uma ditadura na Turquia, geograficamente colocada num ponto sensível do Planeta, com os Russos à espreita de uma oportunidade para fazerem algum estrago que dinamite um ou outro pilar da paz mundial (que se encontra escondida não se sabe onde), o Trump a ganhar terreno na manipulação de umas mentes fracas e vulneráveis como são as do "amigo" povo Norte Americano e países que viviam de riqueza sustentada pelo petróleo e que se está a ver definhar numa economia de papelão molhado, como Angola e Venezuela, estamos, infelizmente, mais perto de uma 3ª Grande Guerra Mundial, do que longe dela. O rastilho vai queimando e não se sabe quando irá explodir a carga; será a 8 de Novembro de 2016, ou conseguirá o povo norte americano acordar a tempo de salvar a paz mundial, tal como nos filmes?

Não conseguindo o povo norte americano tal conquista, fazendo Trump vencer e proporcionando as ferramentas para o inicio da explosão xenófoba, ou seja, se se continuar a enterrar a cabeça na areia como a avestruz  ou a assobiar para o lado, insistindo em não ver os extremos cada vez mais radicalizados, um dia não haverá retrocesso no desmantelamento das Nações, que está em marcha.



domingo, junho 19, 2016

Ollie, a nova dor de cabeça dos taxistas


 Ollie, o novo "UBER", mas sem condutor e que está preparado para infernizar a cabeça aos taxistas de quase todo o planeta. E assim é por que este veículo autónomo se prepara para ser uma mais-valia para o clima e o equilíbrio atmosférico.

É discreto, compacto e tem uma capacidade máxima para 12 passageiros. Ainda assim, os criadores do Ollie estão esperançosos que este seja um projecto capaz de revolucionar o mundo dos transportes. A ideia desta empresa é oferecer aos utilizadores um serviço "transporte on demand", onde qualquer pessoa, desde uma APP, pode "chamar" o veículo e indicar onde quer que este o leve.



A ecologia em todo o projecto

No conceito de fabrico deste veículo foi tido em conta a proteção ambiental. Assim, todas as peças que o compõem são fabricadas com recurso a impressoras 3D, capazes de serem construídas em cerca de dez horas, com mais uma de montagem.

Pretende a marca, ainda, desenvolver parcerias com milhares de fábricas já existentes em todo o mundo, no sentido de as requalificar e desta forma minimizar os custos de produção e assim diminuir o custo de cada um destes veículos, proporcionando a sua aquisição, essencialmente, por parte de empresas que desenvolvem circuitos urbanos.



E é por que de meios urbanos que se está a falar, é para aí que este veículo está projectado. Com uma velocidade não superior a 12 km/h, este mini-autocarro é autónomo; não tem condutor. No entanto, toda a rede está ligada a uma central que vai monitorizando toda a rede, mas também onde uma telefonista dá apoio e informações aos passageiros.

A LOCAL MOTORS, a empresa que desenvolve este projecto, assegura que o Ollie se encontra preparado para receber as questões colocadas pelos passageiros e transmitir-lhes as respostas, principalmente aos utilizadores que façam uso de um IBM Watson.

Ollie vai ser testado já este verão, num Resort de Maryland (EUA). No entanto, informa a empresa que já há contactos e alguns acordos para desenvolver o projecto em Miami, Las Vegas e Dinamarca.