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segunda-feira, julho 06, 2020
Organização do Cinismo Unido
segunda-feira, junho 15, 2020
Quando a democracia adoece
Será a democracia a doença capaz de se destruir e dizimar a si própria? Será a democracia tão frágil e débilmente estruturada, que se torna vulnerável à sua própria indefinição?
Matança
O sol da noite fê-la dia
Ao estrondo dos relâmpagos âmagos
Um confronto entre iguais
Irmãos de sangue
Onde o negro não é ouro
E George
É a palavra que despoleta a ira
A raiva, a angustia
Contra os soldadinhos de chumbo
Contra as marionetas
De um psicopata ignóbil
Que à luz da noite
E na escuridão do dia
Aniquila os seus
Mata a democracia!
Ao estrondo dos relâmpagos âmagos
Um confronto entre iguais
Irmãos de sangue
Onde o negro não é ouro
E George
É a palavra que despoleta a ira
A raiva, a angustia
Contra os soldadinhos de chumbo
Contra as marionetas
De um psicopata ignóbil
Que à luz da noite
E na escuridão do dia
Aniquila os seus
Mata a democracia!
quarta-feira, junho 10, 2020
Mar eterno
Neste mar já antes navegado
Este que testemunho marca
A morte na esperança do amanhã
A costa, salvação, alcançar.
Este mar calmo que oculta
A miséria do povo que foge
Nas profundezas escuras, mergulha,
Num silêncio, ensurdecedor e mudo.
São lançados na incerteza
Numa madrugada de esperança
Ao Pireu chegar.
São cascas de nozes, viagem,
Choros de criança, escondidos,
Sussurros de medo nas vozes!
*Poema dedicado aos migrantes que morreram na travessia do Mediterrâneo.
Este que testemunho marca
A morte na esperança do amanhã
A costa, salvação, alcançar.
Este mar calmo que oculta
A miséria do povo que foge
Nas profundezas escuras, mergulha,
Num silêncio, ensurdecedor e mudo.
São lançados na incerteza
Numa madrugada de esperança
Ao Pireu chegar.
São cascas de nozes, viagem,
Choros de criança, escondidos,
Sussurros de medo nas vozes!
*Poema dedicado aos migrantes que morreram na travessia do Mediterrâneo.
sábado, dezembro 17, 2016
# Do colapso americano ao holocausto mundial (5)
O tremor de terra francês
Os Campos Eíiseos vão tremer quando nas próximas eleições, Le Pen vencer ou alcançar um resultado de elevado destaque e proporcionar maior força à extrema direita.Essa conquista, conseguida por conta de um medo general no país e promessas vincadas de luta contra os terroristas, irão promover o caos que se instalará, instigada que será a dúvida sobre os
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sexta-feira, agosto 12, 2016
Carta de condução europeia - qual a viabilidade?
Segundo a Diretiva 2014/85/UE , desde o dia 2 de Janeiro de 2016, os países membros da União Europeia devem começar a aplicar as disposições gerais discutidas e aceites noutras Diretivas, com vista a uniformizar a segurança rodoviária da união.
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domingo, julho 24, 2016
Assim nasce um ditador
14 de Julho de 2016; esta é a data que marca o nascimento de mais uma ditadura. A data onde o Mundo assistiu a um "golpe de Estado" orquestrado pelo regime turco, num sentido claro e inequívoco, do seu presidente, de ganhar maior poder nas ruas, de um povo cegado e manipulado, diminuindo a capacidade de luta legislativa dos seus opositores, criando uma mensagem indirecta, mas com aviso intrínseco que, quem não está com ele, está contra ele; "Não tenho poder para decidir, mas se o Parlamento decidir avançar pela reintrodução da pena de morte, não me irei opor.".
Erdogan, que nunca escondeu o seu desejo de rever instalada a pena de morte, após ter sido, em 2004, abolida, encontrou num golpe de Estado fantasma e teatral,desenvolvido, ardilosamente, sob uma fachada conspiratória mal amanhada, uma forma de, legalmente e sob um Estado de direito, desenvolver um processo de execução em massa dos seus opositores, que mais não será do que uma verdadeira mortandade, aos olhos da comunidade internacional que, de mãos, institucionalmente atadas, tal como na Síria, se limita a observar de cadeirão, as milhares de pessoas que vão sendo destituídas dos seus cargos e levadas para parte incerta, para serem dizimadas.
A comunidade internacional, a ONU e a UE, dizem nada poder fazer, uma vez que Erdogan foi eleito democraticamente; também o foi Saddam Hussein ao longo dos seus anos de presidência; e todos sabem que tipo de democracia havia naquele país e há noutros tantos.
Com a queda de um importante pilar da UE, como é a saída do Reino Unido, o surgimento oficial de uma ditadura na Turquia, geograficamente colocada num ponto sensível do Planeta, com os Russos à espreita de uma oportunidade para fazerem algum estrago que dinamite um ou outro pilar da paz mundial (que se encontra escondida não se sabe onde), o Trump a ganhar terreno na manipulação de umas mentes fracas e vulneráveis como são as do "amigo" povo Norte Americano e países que viviam de riqueza sustentada pelo petróleo e que se está a ver definhar numa economia de papelão molhado, como Angola e Venezuela, estamos, infelizmente, mais perto de uma 3ª Grande Guerra Mundial, do que longe dela. O rastilho vai queimando e não se sabe quando irá explodir a carga; será a 8 de Novembro de 2016, ou conseguirá o povo norte americano acordar a tempo de salvar a paz mundial, tal como nos filmes?
Não conseguindo o povo norte americano tal conquista, fazendo Trump vencer e proporcionando as ferramentas para o inicio da explosão xenófoba, ou seja, se se continuar a enterrar a cabeça na areia como a avestruz ou a assobiar para o lado, insistindo em não ver os extremos cada vez mais radicalizados, um dia não haverá retrocesso no desmantelamento das Nações, que está em marcha.
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