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segunda-feira, julho 06, 2020
Organização do Cinismo Unido
sábado, junho 20, 2020
Fuga do Rei
Às águas lançado já vai
Num mar oculto de incertezas
Almas perdidas na noite
Sorrisos vendidos às serpentes.
É a esperança no amanhã
A última carta jogada
O cheque-mate final
A morte já anunciada.
E se à coragem vier a razão
Do esforço, a conquista,
O sonho liberto de correntes.
Ao Reino, o Rei fugirá
Num futuro auspicioso
Aos Reis supremos, o Reino morrerá!
Crítica aos Governos e governantes que se limitam a observar a morte dos refugiados no mar Mediterrâneo
sábado, junho 13, 2020
Fuga do Rei
Às águas lançado já vai
Num mar oculto de incertezas
Almas perdidas na noite
Sorrisos vendidos às serpentes.
É a esperança no amanhã
A última carta jogada
O cheque-mate final
A morte já anunciada.
E se à coragem vier a razão
Do esforço, a conquista
O sonho liberto de correntes.
Ao reino, o Rei fugirá
Num futuro auspicioso
Aos Reis supremos, o reino morrerá!
*Critica aos Governos e governantes que se limitam a observar a morte de um povo.
Num mar oculto de incertezas
Almas perdidas na noite
Sorrisos vendidos às serpentes.
É a esperança no amanhã
A última carta jogada
O cheque-mate final
A morte já anunciada.
E se à coragem vier a razão
Do esforço, a conquista
O sonho liberto de correntes.
Ao reino, o Rei fugirá
Num futuro auspicioso
Aos Reis supremos, o reino morrerá!
*Critica aos Governos e governantes que se limitam a observar a morte de um povo.
quarta-feira, junho 10, 2020
Mar eterno
Neste mar já antes navegado
Este que testemunho marca
A morte na esperança do amanhã
A costa, salvação, alcançar.
Este mar calmo que oculta
A miséria do povo que foge
Nas profundezas escuras, mergulha,
Num silêncio, ensurdecedor e mudo.
São lançados na incerteza
Numa madrugada de esperança
Ao Pireu chegar.
São cascas de nozes, viagem,
Choros de criança, escondidos,
Sussurros de medo nas vozes!
*Poema dedicado aos migrantes que morreram na travessia do Mediterrâneo.
Este que testemunho marca
A morte na esperança do amanhã
A costa, salvação, alcançar.
Este mar calmo que oculta
A miséria do povo que foge
Nas profundezas escuras, mergulha,
Num silêncio, ensurdecedor e mudo.
São lançados na incerteza
Numa madrugada de esperança
Ao Pireu chegar.
São cascas de nozes, viagem,
Choros de criança, escondidos,
Sussurros de medo nas vozes!
*Poema dedicado aos migrantes que morreram na travessia do Mediterrâneo.
domingo, junho 07, 2020
A hipocrisia do plástico, não!
Andou a menina Greta Thunberg a faltar às aulas e sujeita a dolorosas viagens de veleiro, a ter de escutar impropérios por parte de um homenzinho cor-de-laranja, falar, em boa voz, Como se atrevem, na assembleia da ONU, tudo em prol do planeta, em defesa dos oceanos, buscando e apregoando aos bons comportamentos, humanos - sim, porque é essa a espécie que poluí em demasia, se nos abstivermos da concentração dos bovinos, aqueles de quatro patas que abundam nas fazendas texanas e no Sertão brasileiro, que produzem uma quantidade enorme de metano - para que o planeta possa respirar e rejuvenescer de uma morte anunciada quando, num desconfinamento feito à pressa com a pressão económica para uma reabertura de um mundo frágil e vulnerável, após dois meses de um retiro de purificação, fazem sair um despacho que impõe - e é só mais uma barbaridade a juntar a outras tantas - o uso de capas plásticas nos bancos dos automóveis do ensino da condução, capas que têm de ser substituídas regularmente durante o dia, produzindo-se desse modo toneladas de lixo de plástico.
sábado, dezembro 17, 2016
# Do colapso americano ao holocausto mundial (5)
O tremor de terra francês
Os Campos Eíiseos vão tremer quando nas próximas eleições, Le Pen vencer ou alcançar um resultado de elevado destaque e proporcionar maior força à extrema direita.Essa conquista, conseguida por conta de um medo general no país e promessas vincadas de luta contra os terroristas, irão promover o caos que se instalará, instigada que será a dúvida sobre os
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terça-feira, novembro 29, 2016
# Uma cidade esquecida pela humanidade
Aleppo é uma cidade na Siria que tem milhares de pessoas, inocentes, debaixo de intensos ataques que matam e matam sem dó, sem piedade, sem emoção, sem perdão, sem razão.
Em Alippo, Bana é uma menina de 7 anos que escreve um diário no Twitter e onde conta cada ataque que sofre, sem nunca saber se amanhã poderá escrever novamente, sem saber se sobreviverá a mais uma investida.
domingo, novembro 06, 2016
# The end is near
O fim está a chegar e nós - Humanidade _ não estamos preparados para o receber. E não me refiro ao dia do juízo final ou coisa que lho valha; estou a referir-me à votação que está a dois dias de acontecer no continente do outro lado deste enorme rio global que é o Atlântico.
quinta-feira, outubro 06, 2016
Secretário-Geral da ONU
Nem todos somos obrigados a gostar de todos, nem todos somos obrigados a não gostar de todos. No entanto, todos gostamos de alguém, ou não gostamos, num ou noutro ponto de vista, num ou noutro conceito, por uma ou outra qualquer razão.
Hoje sinto-me orgulhoso em ser português e em poder dizer - Sou do país de onde saiu o novo Secretário-Geral das Nações Unidas - o Senhor António Guterres.
sábado, outubro 01, 2016
Abandono social
Não há no Mundo muitas merdas que me irritem; mas há algumas. E uma delas é o abandono social humano, se é que realmente se pode chamar humano ao comportamento daqueles que tudo têm, menos humildade e altruísmo, capaz de ajudar quem nada e ninguém tem, a não ser a si mesmo.
domingo, julho 24, 2016
Assim nasce um ditador
14 de Julho de 2016; esta é a data que marca o nascimento de mais uma ditadura. A data onde o Mundo assistiu a um "golpe de Estado" orquestrado pelo regime turco, num sentido claro e inequívoco, do seu presidente, de ganhar maior poder nas ruas, de um povo cegado e manipulado, diminuindo a capacidade de luta legislativa dos seus opositores, criando uma mensagem indirecta, mas com aviso intrínseco que, quem não está com ele, está contra ele; "Não tenho poder para decidir, mas se o Parlamento decidir avançar pela reintrodução da pena de morte, não me irei opor.".
Erdogan, que nunca escondeu o seu desejo de rever instalada a pena de morte, após ter sido, em 2004, abolida, encontrou num golpe de Estado fantasma e teatral,desenvolvido, ardilosamente, sob uma fachada conspiratória mal amanhada, uma forma de, legalmente e sob um Estado de direito, desenvolver um processo de execução em massa dos seus opositores, que mais não será do que uma verdadeira mortandade, aos olhos da comunidade internacional que, de mãos, institucionalmente atadas, tal como na Síria, se limita a observar de cadeirão, as milhares de pessoas que vão sendo destituídas dos seus cargos e levadas para parte incerta, para serem dizimadas.
A comunidade internacional, a ONU e a UE, dizem nada poder fazer, uma vez que Erdogan foi eleito democraticamente; também o foi Saddam Hussein ao longo dos seus anos de presidência; e todos sabem que tipo de democracia havia naquele país e há noutros tantos.
Com a queda de um importante pilar da UE, como é a saída do Reino Unido, o surgimento oficial de uma ditadura na Turquia, geograficamente colocada num ponto sensível do Planeta, com os Russos à espreita de uma oportunidade para fazerem algum estrago que dinamite um ou outro pilar da paz mundial (que se encontra escondida não se sabe onde), o Trump a ganhar terreno na manipulação de umas mentes fracas e vulneráveis como são as do "amigo" povo Norte Americano e países que viviam de riqueza sustentada pelo petróleo e que se está a ver definhar numa economia de papelão molhado, como Angola e Venezuela, estamos, infelizmente, mais perto de uma 3ª Grande Guerra Mundial, do que longe dela. O rastilho vai queimando e não se sabe quando irá explodir a carga; será a 8 de Novembro de 2016, ou conseguirá o povo norte americano acordar a tempo de salvar a paz mundial, tal como nos filmes?
Não conseguindo o povo norte americano tal conquista, fazendo Trump vencer e proporcionando as ferramentas para o inicio da explosão xenófoba, ou seja, se se continuar a enterrar a cabeça na areia como a avestruz ou a assobiar para o lado, insistindo em não ver os extremos cada vez mais radicalizados, um dia não haverá retrocesso no desmantelamento das Nações, que está em marcha.
sexta-feira, outubro 23, 2015
É notícia, não pelas melhores razões, nos últimos dias, o grande país que é Angola. Grande pela sua área, grande pela sua história, goste-se dela ou não, grande pela sua riqueza cultural, grande pela sua riqueza natural, e será esta a grandeza que o torna também grande, na estupidez dos seus governantes... ou direi ditadores?
Um país como Angola, que se diz democrático, livre e cuja riqueza é pertença do seu povo, só o é no papel, num qualquer papel documento dito de oficial, assim como no dicionário. Na verdade, Angola, não passa de um El-Dourado onde uma família manda, protegida por alguns generais. É um país que se encontra a saque desde a retirada do colonizador português, onde a terra que a todos pertence é usurpada da sua riqueza, por alguns, mediante atroz escravatura de outros.
Na retirada de 1974, o colonizador português entregou o território a uma guerra civil de interesses dispares, onde um lado foi considerado rei e o outro rebelde. Com a morte de Savimbi, propagandeada sem honra ou respeito (não nos podemos esquecer que foi recebido por muitos chefes de Estado em visitas oficiais), a democracia venceu, os rebeldes renderam-se aos Quanzas provenientes da Catoca, da extração do petróleo e do estatuto social.
A luta armada acabou. Pelo menos a militar entre partidos com ideologias diferentes, ou entre o norte e o sul. No entanto, fartos de verem alguns enriquecerem às custas do bem-estar do povo, surgiu a luta cultural. Aquela que é desenvolvida na escrita, na música, na tela. A luta que cega os elevados interesses nacionais, dizem eles, aqueles que um dia tombarão sem honra e glória, como Saddam e Kadafi.
Um dia Angola queria-se livre e rejubilou essa conquista. Um dia Angola foi rainha... hoje faz reis. Reis dos diamantes, do petróleo e das telecomunicações. Um dia Angola, terra fértil, alimentou os seus filhos. Hoje mata-os à fome, despreza-os, humilha-os, como faz com Rafael Marques, Luaty Beirão e tantos mais sem nome e sem rosto.
Será crime contra a humanidade o que dos Santos e todos os seus vassalos da migalha fazem ao seu povo? Claro que sim! Mas neste crime a ONU não mete a mão, nem o Tribunal Internacional dos Direitos dos Homens, porque o sangue dos diamantes alimentam-nos como vampiros famintos.
Luaty é o rosto mediático da revolução social silenciosa angolana que, pacificamente e sustentada na sua elevada qualidade cultural, se está a organizar, reprimida pela força ditatorial de um governo repressivo que se começa a aperceber da fragilidade dos pilares que suportam o execrável comportamento e, camuflado por ilegalidades aceites por Estados submissos e vendidos ao capitalismo e dinheiro sujo de dor, angustia, sofrimento e sangue.
Mas isso não importa, se ele pagar cimeiras, férias luxuosas e replectas de luxuria, assim como garantir uma Bolsa de Valores falsamente estável, numa União, só por si...instável, deficitária e deficiente nas suas estratégias e soluções a problemas sociais.
Luaty está sem se alimentar há mais de 30 dias. Luta por um povo que ama, por uma pátria em que acredita, pela liberdade.
Aconteça o que acontecer, Luaty terá para sempre mazelas físicas, psicológicas e emocionais, se pior não se vier a verificar, com o sucumbir de um Guerreiro da Paz. Valerá a pena lutar? Terá a glória desejada, de ver o seu povo livre? E se todo o povo angolano entrasse em greve de fome, ficaria a Comunidade Internacional, mais uma vez, de cadeirão a assistir a mais um filme de terror em tempo real?
Não tenho qualquer dúvida que sim. Afinal, a hipocrisia e cinismo é a bandeira de todos os países que se alimentam dos diamantes e petróleo angolano.
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