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sábado, fevereiro 15, 2014

Um Amanhecer Diferente - Capitulo VIII



    O Raymond Weil marcava as 10.12 horas quando Manuel acordou estremunhado com a cabeça pesada, a latejar e a boca seca e áspera. Levou as mãos à cabeça quando uma dor aguda lhe atingiu as têmperas e deixou cair a cabeça sobre a almofada. Sentiu uma espécie de vertigem e tentou concentrar-se para perceber o que se passava para, aquela hora, ainda estar deitado, a dormir e com aqueles sintomas. Com os olhos turvos, esfregou-os e olhou em seu redor. Tentou levantar-se e sentiu uma nova ondulação de desiquilíbrio.  Sentou-se na cama, respirou fundo, esfregou novamente os olhos, voltou a olhar em redor, olhou para si próprio e constactou que se encontrava todo nu.

segunda-feira, fevereiro 03, 2014

Escrever um romance



Estou a gostar muito de escrever este meu ensaio de romance "Um Amanhecer Diferente", uma vez que me obriga a viajar por espaços que na verdade desconheço, mas que tenho ou tento imaginar, recorrendo para isso à minha experiência de vida, ao que já vi ou vivi, mas também ao que vou lendo em livros, artigos de revistas e jornais ou escutando em programas televisivos.

Na verdade jamais pensei que para escrever um texto que envolva uma história com uma continuação lógica de acontecimentos, necessitasse de tanta pesquisa, estudo e cultura. Eu, tenho efetuado alguma pesquisa, utilizando a internet, revistas e documentários, no sentido de aproximar a história a um espaço real, mas com personagens e ações fictícias. está a ser uma experiencia enriquecedora, que me vai fazendo ficar com mais conhecimento e culto.

Foto. Impoewrable

sexta-feira, janeiro 31, 2014

Um romance para todos



    Quem é que lê e não gostaria de escrever um romance? Quem não tem esse desejo infinito e escondido, muitas vezes não revelado, quanto mais não seja para seguir a máxima "Ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro"?

    Bom, filhos já tenho e uma árvore já plantei. Mas um livro, esse conjunto de palavras ordenadas e bem compostas, capazes de fazer viajar quem o lê, transmitir sentimentos novos, interrogar certezas de quem as afinal não tem ou sonhar com os mais recônditos lugares por vezes inexistentes, esse ainda não o escrevi, ou julgo não ter escrito.

    Darei inicio a um conjunto de palavras que julgo poder chamar texto, quiçá livro, em capítulos, neste meu espaço que de todos quero que o sintam. Não é comercial, é apenas ...algo pessoal que desejo ser global.

    "Um Amanhecer Diferente" vai falar da história de um arquiteto, Artur, que se encontra envolvido num negócio de tráfico de diamante entre Angola e Portugal. Pelo meio da trama, irão surgir esquemas paralelos de intriga, tráfico de interesses, etc...

    Este será um romance, se assim lhe poderei chamar sem ofender os verdadeiros romancistas, que me parece que jamais será editado em papel, a não ser que me saia o euromilhões; e há muitas formas de sair o euromilhões, certo??