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sábado, março 04, 2017
# Apito meu, apito meu...
Poderia aqui escrever umas quantas merdas sobre arbitragem e queixas e favorecimentos, no e sobre o futebol nacional. Poderia esgrimir alguns argumentos, mas não o vou fazer, na certeza que, por mais que tentasse, não iria deixar a distância que desejava, relativamente ao sentimento clubista que tenho. Não que estivesse obrigado a isso - porque não estava, uma vez que, para além deste espaço ser meu, não sou um jornalista ao serviço de um qualquer meio de comunicação social, com a isenção que se pede -, mas porque acho que quando comentamos, devemos ter a seriedade na análise, mas também porque pouco ou nada sei sobre futebol, mas sim sobre bola, como qualquer adepto da modalidade que vê jogos e os comenta com base na sua humilde ignorância.
domingo, outubro 23, 2016
Um domingo caseiro
Dizer que o dia de hoje se iniciou de forma diferente, não é uma verdade de La Lalice, foi igual aos restantes dias da semana - levantar cedo, levar o melhor amigo à rua e voltar rápido, porque estava a começar a chover.
quinta-feira, agosto 25, 2016
Mapa de vida ou jogo de morte súbita?
O dia em que a nossa mãe nos vai parir, marca a partida para a construção do nosso mapa de vida, peões, num jogo de morte súbita, sem aviso prévio, cegas regras são tão dispares que não é, de todo, possível escrevê-las, mas apenas as descrever ao longo do mapa que representa o tabuleiro de jogo.
domingo, setembro 20, 2015
O jogo
caminhamos ao longo do terreno que pisamos sem a certeza de que seja seguro,
pelo menos seguro como o desejamos.
saltamos de ponte em ponte,
voamos de nuvem em nuvem, sem aquele descanso que ansiamos e merecemos, simplesmente por que ansiamos segurar algo que desconhecemos mas que, certamente, já um dia ouvimos alguém falar.
que procuramos, afinal?
ao longo do caminho as descobertas fazem de nós uns exploradores do desconhecido em busca de um objectivo mutante que se vai transformando a cada passo.
conseguiremos realmente definir esse objectivo?
cada passo é uma peça de puzzle que não conhecemos,
um gole na bebida que nos alimenta, por vezes envenenada, outras vezes encantada.
e nesse encanto venenoso, que queremos seja precioso, encontramos barreiras que vencemos, pensamos nós e que, afinal, nada mais são do que passagens para níveis diferentes, de um jogo onde entramos e jogamos...
... o jogo da vida!
sábado, fevereiro 15, 2014
Um Amanhecer Diferente - Capitulo VIII
O Raymond Weil marcava as 10.12 horas quando Manuel acordou estremunhado com a cabeça pesada, a latejar e a boca seca e áspera. Levou as mãos à cabeça quando uma dor aguda lhe atingiu as têmperas e deixou cair a cabeça sobre a almofada. Sentiu uma espécie de vertigem e tentou concentrar-se para perceber o que se passava para, aquela hora, ainda estar deitado, a dormir e com aqueles sintomas. Com os olhos turvos, esfregou-os e olhou em seu redor. Tentou levantar-se e sentiu uma nova ondulação de desiquilíbrio. Sentou-se na cama, respirou fundo, esfregou novamente os olhos, voltou a olhar em redor, olhou para si próprio e constactou que se encontrava todo nu.
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