Quando
o telefone tocou na Central, o agente Simões, Sargento de patente, homem com
mais de vinte anos de serviço à Guarda, não fazia ideia do que aquele dia lhe
reservava.
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Posto da Guarda, bom dia! – começou por dizer, num atendimento rotineiro, o
agente Simões.
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Bom dia, Sargento! – cumprimentou a voz do outro lado da linha – Quem lhe está
a ligar é o barbeiro Américo. – informou – Quero denunciar um homicídio. –
avançou – Matei um cliente. Fez uma pausa – Estou na barbearia à vossa espera.
