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sábado, novembro 12, 2016
sábado, janeiro 02, 2016
Mikellis White e Miguel Branco são a mesma pessoa. O escritor destes dois títulos, destas duas histórias de ficção, independentes, mas que se complementam e que terão uma terceira parte.
Mikellis White e Miguel Branco são a mesma caneta, o mesmo cérebro, a mesma mão, o mesmo pensamento, a mesma atitude.
G.R.U.P.O. e Camaleão são duas obras de uma história que agarra o leitor da primeira à última folha, frase, palavra e letra. São duas obras de arte por mim escritas, e se assim as não achasse, não as evidenciava, falava, delas bebia ou por elas ficava encantado.
E quem ainda as não leu, não sabe o que perde, não sabe o que não viajou, não sabe o que aprendeu de um mundo real, a muitos olhares escondido.
Quer saber mais sobre a história que estas duas obras relatam? Então leia-as e apaixone-se por lugares que desconhece, por sensações que nunca viveu, por personagens que nunca conheceu.
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segunda-feira, novembro 23, 2015
All of us are or were at one point in the history of our lives, victims of injustice, on which we need to prove our innocence.
So we had to take one or more roles personified, in that we do not believe we review or by becoming chameleonic and invisible.
Oswaldo, finding himself accused of a murder he claims he did not commit, put the chameleon skin and was in search of evidence of their innocence. He has managed to find her and prove it?
Learn everything "Chameleon ~ ", the book that everyone should read.
sábado, outubro 24, 2015
"
“Como estás?” – questionou Chico, dando um abraço a Oswaldo.
“Nada bem, na verdade” – respondeu Oswaldo,
correspondendo ao cumprimento, acompanhando o abraço. –“Sabe quem sou?”
“Jamais me esquecerei de quem me salvou a vida, mesmo estando a deter‑me.”
“Posso sentar‑me?”
“Claro que sim, senta‑te. Que bebes?”
“Água, por favor.”
“Manel, traz uma água fresca aqui para o meu amigo” – ordenou o traficante a um dos seus homens, continuando: – “Mas o que é que te traz até mim?”
“Necessito da sua ajuda” – disse.
“Engraçado, um polícia a pedir ajuda a um condenado.” – Fez uma pausa. – “E em que é que te posso ajudar?” " Miguel Branco in "Camaleão"
segunda-feira, outubro 12, 2015
Nascemos para morrer. Aprisionados a um cordão que nos comanda e ao qual nos agarramos para sobreviver. Somos, afinal, na barriga de nossa mãe, uma marionete comandada pela sensibilidade, amor e paixão de quem nos ajuda a desenvolver.
Mas quando brotamos como uma flor encantada, é-nos cortado o cordão que nos liga à nossa animadora e logo aí, mesmo aí, é-nos amarrado diversos cordéis invisíveis que nos oprimem numa vida que nem sabemos o que é.
São cordéis que se transformam em cordas, que vamos permitindo que nos façam dançar, nos puxem, nos oprimam, nos sufoquem, até ao dia em que damos o grito do Ipiranga e com todas as nossas forças rebentamos as cordas, que antes eram simples cordéis, e nos livramos das amarras que nos prendiam a um cais que não conhecíamos, não desejávamos, não queríamos.
Agora somos livres, já dizia a música de Ermelinda Duarte, como uma gaivota e podemos voar, sonhar, acreditar. Somos livres de viver, de crescer desamarrados, de navegar desancorados, de saltar. Mas seremos? Seremos mesmo?
Somos marionetas que vão dançando. Somos Camaleões de uma vida de transformações. Tornam-nos, assim, os nossos pais, educadores, escola, conhecimento, experiências, sensações. Mas somos livres, como a gaivota, de voar, nos nossos sonhos, nos livros que lemos ou escrevemos, nas cartas de amor que enviamos e recebemos.
sábado, outubro 10, 2015
Hoje é o dia...aquele dia!
Hoje é o dia em que toda a diferença pode acontecer, ou não! O dia em que a reunião de amigos, de tantos amigos que se espera, possa fazer a diferença. Sim, porque são os amigos e as amizades que fazem a diferença, aquela diferença. A diferença entre ir ou ficar, saltar ou manter parado, abraçar ou ignorar, amparar ou deixar cair.
Hoje é o dia...aquele dia!
Hoje é o dia em que todos nós nos tornaremos camaleônicos de uma forma consciente. Sim, porque todos os dias e todos nós, somos uns camaleões da vida, dos espaços, dos momentos, das ocasiões, das circunstancias.
Hoje é o dia...aquele dia!
Hoje é o dia em que espero poder levantar ao ar, todas as mãos da minha amizade e com os meus amigos gritar vitória. Vitória sobre qualquer coisa que os faça felizes, sentirem-se agradáveis e agradados...sentirem que valeu a pena pelo que lutaram, pois alcançaram.
Hoje é o dia...o vosso dia!
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