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quinta-feira, novembro 21, 2019

Momentos - Viver à janela


Prostrada no parapeito da janela, olha a rua. Aquela rua que já conhece de cor, cada tonalidade, cada timbre, cada passo, cada cheiro, cada fragmento de chão, cada porção de vida. Olha-a sem no entanto descerrar as portadas, tal é o receio que uma levada de ar lhe adentre o espaço e a faça adoecer, ainda mais do que já está. Olha quem passa pela vidraça quadriculada, desde onde e até onde o seu ângulo de visão lhe permite constatar; não usa óculos!

sexta-feira, agosto 05, 2016

Eles



A utilização do pronome pessoal da terceira pessoa do plural na conjugação de qualquer justificação ou atribuição de culpa, generalizou-se de tal forma que, a banalização do dito facto ditou que "Eles" são realmente os responsáveis ou culpados do que quer quer seja que não está de acordo com a vontade de alguém em algum espaço temporal.

quinta-feira, julho 28, 2016

Quais as regras que regem os veículos em missão de emergência?



Já nos aconteceu a todos irmos, uma ou outra vez, e nesta época de Verão a probabilidade de tal acontecer é elevada, a conduzirmos e nos depararmos com uma situação de circulação em que nos deparamos com um veículo em missão de urgência ou emergência.

Primeiro começamos por escutar as suas sirenes, percebendo de imediato a sua presença nas imediações; depois, percebemos exatamente de onde ele vai surgir e queremos, o quanto antes, agir em conformidade com a facilitação da sua passagem.

sábado, janeiro 02, 2010

Espaço 1999

Lembram-se da série televisiva que nos finais dos anos 70 (1976) passou na RTP? Eu, confesso, cheguei a ter um pijama igual à fatiota que aquela rapaziada vestia.

Lembro-me ainda hoje de, na ocasião ( sim já era nascido apesar de me darem menos idade) fazer contas ( de uma criança que iniciou a escola e pelos dedos ainda contava os anos), para chegar a um número de distância do longínquo ano de 1999.

Ansiava a cada episódio que aquele ano chegasse para podermos abandonar os tradicionais automóveis e, quiçá, voar numa daquelas maravilhosas naves. Cheguei a ter uma em miniatura que a minha mãe me oferecera.

Chegado ao tal ano de 1999, uma grande desilusão tomou conta de mim. Tudo aquilo não era real, assim como num documentário verifiquei que tamanha tecnologia estava a anos luz da realidade. Para não falar que todas aquelas luzinhas não eram mais do que pequenas lâmpadas de árvore de natal e os apetrechos montados com embalagens de iogurte.

Afinal 1999 foi apenas o ano em que perdemos Macau...

Hoje, passados 11 anos, verifico que a série não se deveria chamar Espaço 1999, mas sim ilusão 3999.

Espero, sinceramente, que este seja um ano de mudança e de evolução, principalmente de comportamentos e mentalidades.

A todos quantos eventualmente possam ler este Blog, desejo um 2010 cheio de Sucessos, Paz, Serenidade e Esforço para salvarmos o Planeta e não termos de ir poluir a Lua.

Fiquem bem e sejam felizes.