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sábado, janeiro 28, 2017
# Elizabeth (3)
(continuation)
- My name is Philip Joyce, chairman of the jury of the Man Booker Literary Prize. He paused. Elizabeth said nothing. "She participated in the Prize, correct?"
- There is! If there was a phone call that Elizabeth would not expect was the call of the president of the Literary Prize of enormous prestige and where, annually, there are a high number of participants - Yes! Yes! Yes! Hmm ... huh! Yes, I sent my original! She took a deep breath and tried to control the cardiac arrhythmia that had seized her. He was silent.
- Elizabeth! Mrs. Elizabeth White, are you there?
- Yes ... yes! Sorry, I was trying to get back together.
- You know, certainly, because I'm calling you.
domingo, setembro 04, 2016
Um caminho sem rumo
O tempo de estrada já o fez esquecer o dia em que partiu: um tempo que o relógio deixou de marcar e só cada nascer do sol indica que mais um dia passou, que mais um pedaço de caminho se prepara para ser calcorreado, por umas botas de solas cansadas.
O raiar do dia marca o paragrafo de mais um capítulo, numa caligrafia arrepiada e um conjunto de letras na formação das palavras e frases mal conjugadas que, sentido, só fazem na interpretação contextual de quem não quer saber ler, não nas linhas, mas nas entre-linhas do quadro que diante anos pintado, morreu num borrão social. «leia mais aqui»
segunda-feira, novembro 09, 2015
Ao acordar, no som de um despertador que sabe a hora em que deve dar o alarme para que me levante, abro a janela. Lá fora, a noite ainda se encontra a caminho de um sono profundo, pois naquele momento, no momento em que a olho, ainda se encontra acordada.
Inspiro suave e profundamente o seu odor, a frescura e a vida que carrega consigo e aguardo, pacientemente, o nascer de mais um dia, o raiar, por detrás daqueles montes, um sol resplandescente, cheio de energia, de plenitude, de alegria.
Inspiro, uma vez mais, a frescura da manhã, do novo dia. Inspiro um oxigénio carregado de boas energias, de sorte por o puder respirar, de alegria por o poder sentir. É, afinal, um acto tão simples... estar de pé, à janela, a inspirar profundamente um oxigénio novo, puro, fresco, vital. Mas este acto simples, como assim o achamos, é tão complexo, impossível mesmo para tanta gente, que afinal, não é assim tão simples. É sim... valoroso!
Se cada um de nós apreciar o mais simples que lhe é proporcionado, estará a usufruir de algo que, se um dia perder, aí sim, irá realmente valorizar.
Bom dia. Sejam felizes.
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