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quarta-feira, setembro 07, 2016

Quem pode conduzir veículos de bombeiros



São muitos os que sonham em conduzir um veículo de bombeiros, seja no combate a incêndios, seja no campo da saúde. Anseiam-no, pois estão pensam que ao fazê-lo podem desrespeitar as normas inerentes ao código da estrada.

No entanto, tal não é verdade, uma vez que, também eles, os condutores dos veículos ao serviço das corporações de bombeiros, estão obrigados ao respeito e cumprimento das normas do código da estrada, salvo quando esse desrespeito seja uma força maior e não condicione a segurança dos demais utilizadores da via publica.

domingo, setembro 04, 2016

Um caminho sem rumo



O tempo de estrada já o fez esquecer o dia em que partiu: um tempo que o relógio deixou de marcar e só cada nascer do sol indica que mais um dia passou, que mais um pedaço de caminho se prepara para ser calcorreado, por umas botas de solas cansadas.

O raiar do dia marca o paragrafo de mais um capítulo, numa caligrafia arrepiada e um conjunto de letras na formação das palavras e frases mal conjugadas que, sentido, só fazem na interpretação contextual de quem não quer saber ler, não nas linhas, mas nas entre-linhas do quadro que diante anos pintado, morreu num borrão social. «leia mais aqu

quinta-feira, agosto 25, 2016

Mapa de vida ou jogo de morte súbita?



O dia em que a nossa mãe nos vai parir, marca a partida para a construção do nosso mapa de vida, peões, num jogo de morte súbita, sem aviso prévio, cegas regras são tão dispares que não é, de todo, possível escrevê-las, mas apenas as descrever ao longo do mapa que representa o tabuleiro de jogo.

quarta-feira, novembro 04, 2015



Parei ao longo do caminho de terra batida e, por momentos, breves momentos, fiquei imóvel, petrificado.

Ali, parado, pensei no caminho que tinha percorrido, do que tinha vivido, sofrido, aprendido. Pensei nas vitórias, nas derrotas, nos incentivos e nas destrutivas críticas. Ali, imóvel, senti sangue de suor, lágrimas de raiva escorrerem-me alma abaixo.

O chão libertava um ácido calor que me consumia a vontade de seguir, continuar a batalhar e terreno galgar.

Com o olhar enterrado em memórias passadas, tentei adivinhar o futuro, todavia a natureza não me concebeu esse condão.

Passaram-se horas, dias, semanas e eu ali, parado, imóvel no caminho.

Tive vontade de olhar para trás e perceber. Tive vontade de olhar para trás e analisar. Tive vontade de olhar para trás e questionar. Tive vontade de me sentar e esperar. Esperar por mais um dia, por um sinal, por um motivo, por um "sim", por um "talvez", por um "não".

Num momento de reflexão assisti ao filme do caminho. Olhei-o de frente, sem temor. Revivi momentos de glória, momentos de doce ternura, momentos de elevada dor.

Uma leve brisa acariciou-me a face e do chão libertaram-se pequenos tornados que avançaram no caminho.

Olhei em frente, num olhar profundo, sem fim, sem dor, sem certeza, sem mágoa. Fitei o horizonte, aquele lugar onde o caminho se funde com as árvores, com os rios, as montanhas e os mares.

Olhei na certeza de ir enfrentar mais batalhas, umas fáceis, outras complicadas. Olhei na certeza de ir conquistar muitas lutas e perder outras tantas. Olhei na certeza e convicção de que vou alcançar a meta, conquistar grandes momentos.


Enchi o peito de ar, decidido, abandonei parte da razão, camuflei o coração e a emoção e sem medo dei o primeiro de milhares de passos que tenho para dar.


Mesmo na difícil caminhada, os meus pés seguram-se ao chão, determinados no progresso da conquista, na conquista do progresso. - Miguel Branco






quinta-feira, março 06, 2014

Fim do caminho


Dei comigo a pensar, sim , porque por vezes, como as pessoas normais, também penso, se o caminho tem um fim ou qual será o fim do caminho. Que caminho? Aquele caminho que escolhemos por opção ou que nos é atribuído por razão ou como muitos dizem por destinho.Olho em frente e vejo aquele caminho repleto de curvas, longas rectas por vezes, algumas encruzilhadas de novelo de lã e uns tantos cruzamentos nos quais devemos optar por um e apenas um caminho. Muitas vezes encontramos sentidos proibidos, é verdade, mas há quem diga que o fruto proibido é o mais desejável e pumba, lá nos metemos não por caminhos mas sim por atalhos e que nada mais são do que caminhos que escolhemos, bem ou mal, logo se verá, mas pelos quais optamos caminhar. É o "Demo", dizem alguns, que para lá empurra o Homem. Foi "Deus", dizem outros que nos deu uma luz. Foi o caraças da cabeça, dizem os médicos que nunca foram a estudos, pelo menos os do ensino superior, das Faculdades dos Mestres que nos ensinam a identificar as dores, ainda que por vezes elas sejam internas, indecifráveis, complexas e de caminho difícil de alcançar.

Terá o caminho um fim ou será o fim um caminho?