Está a chegar ao fim - digo eu - o tempo quente de Verão, os fins de tarde no café - como bastantes pessoas fazem, numa comemoração de mais um dia de trabalho prestado - ou uma passeata na praia, de calças arregaçadas, a saborear o fresco da água do mar.
Está a chegar o frio e a chuva e o vento e a roupa, essa roupa que nos faz parecer um chouriço. Estão a chegar as músicas melancólicas de inverno, as músicas de Natal, as depressões pós-férias - esta nunca entendi...enfim! Trabalhem, mas é! - e as conversas saudosistas de uma férias já idas.
Está a chegar o momento em que os nossos filhos têm de regressar à escola e deixar para as próximas férias o estado letárgico e a engorda continuada. Estão a chegar os domingos de manhã de ir à bola.
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terça-feira, setembro 13, 2016
sábado, agosto 27, 2016
O riso da sereia
Cada um é como cada qual e se todos fossemos iguais, que piada tinha tudo isto? - Nenhuma! As emoções, essas malandras que nos consomem, atingem-nos de forma diferenciada. E porque assim é, também nós, cada um de nós, reage ao acontecimento de forma distinta entre pares; é assim, pronto!
quarta-feira, novembro 18, 2015
Quando a natureza nos presenteia com cores fantásticas e mescladas, deixa-nos sempre agradados.
O Sol destes dias, que nos alegra o inicio do dia, num brilho intenso, ainda que fresco no principio. Uma luz fantástica, brilhante, agradável.
O ar fresco penetra-nos as vias respiratórias e lembra-nos que estamos vivos.
As árvores dançam, à nossa passagem. E nós dançamos, ao passarmos por elas.
E neste final de outono, sem preconceitos, despem-se.
segunda-feira, novembro 09, 2015
Ao acordar, no som de um despertador que sabe a hora em que deve dar o alarme para que me levante, abro a janela. Lá fora, a noite ainda se encontra a caminho de um sono profundo, pois naquele momento, no momento em que a olho, ainda se encontra acordada.
Inspiro suave e profundamente o seu odor, a frescura e a vida que carrega consigo e aguardo, pacientemente, o nascer de mais um dia, o raiar, por detrás daqueles montes, um sol resplandescente, cheio de energia, de plenitude, de alegria.
Inspiro, uma vez mais, a frescura da manhã, do novo dia. Inspiro um oxigénio carregado de boas energias, de sorte por o puder respirar, de alegria por o poder sentir. É, afinal, um acto tão simples... estar de pé, à janela, a inspirar profundamente um oxigénio novo, puro, fresco, vital. Mas este acto simples, como assim o achamos, é tão complexo, impossível mesmo para tanta gente, que afinal, não é assim tão simples. É sim... valoroso!
Se cada um de nós apreciar o mais simples que lhe é proporcionado, estará a usufruir de algo que, se um dia perder, aí sim, irá realmente valorizar.
Bom dia. Sejam felizes.
segunda-feira, novembro 02, 2015
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