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domingo, dezembro 18, 2016
# I love you, Paris! (1)
- Good afternoon sir!
- Good afternoon," Alfred replied, not looking at who had just greeted him.
- Let me sit down? He asked.
- There is! Say it?
- I asked if you let me sit down.
- Yes of course! The words were not very expressive.
"Forgive my invasion, but I've seen you here since morning, and they're already ...- he looked at the electronic panel before him - ...21 hours! Are you okay?
- Say it!?
- There is! Do you feel well? Can I help you with anything? Do you want a glass of water? You want me to call somebody?
- A glass of water is fine.
sexta-feira, julho 15, 2016
Comportamento xenofóbico ou racismo mal dissimulado?
É execrável e de uma cobardia extrema o que aconteceu em Nice. Atacar à má fé um conjunto de pessoas, de tantas e diferentes idades, que festejavam, alegremente, em comunidade, um dia de festejo local.
É abominável tal postura e intolerável que, num país que se encontra em nível de alerta tão elevado, permitissem as autoridades a presença daquele veículo naquele local, tanto tempo, tão disponível, sem uma averiguação capaz de dissipar qualquer eventualidade.
Jamais alguém poderá jubilar o ocorrido. Jamais alguém que tenha uma coisa no seu mais íntimo sentimento; humanismo! Alguém que saiba olhar para um ser vivo como um bem intocável, de valor incalculável.
Mas aconteceu; aconteceu que existe quem não saiba o que são sentimentos de fraternidade. Aconteceu que houve alguém que planificou, planeou, desenvolveu e protagonizou um ataque desprezível contra a Humanidade. Alguém que deliberadamente se atirou sobre uma multidão desprotegida, com velhos e crianças, numa mortandade atroz.
E todos temos de nos levantar numa só voz que será, certamente, insuficiente para que nos oiçam, pois o Monstro é anónimo, representa-se no mais insuspeito ser, surge do nada, do vazio e faz enormes estragos, para depois, em desfastio consagrar o feito e com ele fazer despertar o ódio, o rancor, a raiva, o desprezo, a angustia e a cólera que leva à vingança, à destruição, ao conflito, à guerra entre povos.
E um ataca o outro vindo das trevas e fazendo-se anunciar e o outro ataca um na volta do acontecimento e o um volta a ser atacado pelo outro e jamais esta ira vai terminar; pensar-se nessa realidade é uma utopia bárbara.
Mas olhando para o que aconteceu em França no último ano e meio, com o Charlie, o Bataclan e agora Nice, olhando de uma forma fria, não será tudo isto reflexo de um assoberbado racismo e estado xenofóbico bastante conhecido proveniente de grande parte do povo da terra da baguete?
É abominável tal postura e intolerável que, num país que se encontra em nível de alerta tão elevado, permitissem as autoridades a presença daquele veículo naquele local, tanto tempo, tão disponível, sem uma averiguação capaz de dissipar qualquer eventualidade.
Jamais alguém poderá jubilar o ocorrido. Jamais alguém que tenha uma coisa no seu mais íntimo sentimento; humanismo! Alguém que saiba olhar para um ser vivo como um bem intocável, de valor incalculável.
Mas aconteceu; aconteceu que existe quem não saiba o que são sentimentos de fraternidade. Aconteceu que houve alguém que planificou, planeou, desenvolveu e protagonizou um ataque desprezível contra a Humanidade. Alguém que deliberadamente se atirou sobre uma multidão desprotegida, com velhos e crianças, numa mortandade atroz.
E todos temos de nos levantar numa só voz que será, certamente, insuficiente para que nos oiçam, pois o Monstro é anónimo, representa-se no mais insuspeito ser, surge do nada, do vazio e faz enormes estragos, para depois, em desfastio consagrar o feito e com ele fazer despertar o ódio, o rancor, a raiva, o desprezo, a angustia e a cólera que leva à vingança, à destruição, ao conflito, à guerra entre povos.
E um ataca o outro vindo das trevas e fazendo-se anunciar e o outro ataca um na volta do acontecimento e o um volta a ser atacado pelo outro e jamais esta ira vai terminar; pensar-se nessa realidade é uma utopia bárbara.
Mas olhando para o que aconteceu em França no último ano e meio, com o Charlie, o Bataclan e agora Nice, olhando de uma forma fria, não será tudo isto reflexo de um assoberbado racismo e estado xenofóbico bastante conhecido proveniente de grande parte do povo da terra da baguete?
segunda-feira, julho 04, 2016
France Football
Français, vous êtes des imbéciles qui ne savent rien sur quoi que ce soit. Ils sont chanceux d'aller perdre à l'Allemagne, sinon, il serait nous qui serait humilié.
Obrigado Google tradutor.
sábado, novembro 14, 2015
O terror desceu, uma vez mais, a França, desta feita à cidade luz, a capital Paris, onde os amores passeiam de mão dada, trocam palavras de afecto e promessas eternas. O terror varreu as ruas da cidade onde o Arco do Triunfo foi erguido, por ordem de Napoleão Bonaparte em comemoração às vitórias militares, passava o ano de 1806.
Quando numa sexta-feira que foi 13, para alguns considerado azar, para alguns foi de grande azar. Azar de existir gente sem escrúpulos, sem valores, sem discernimento emocional e intelectual, que se apresenta à multidão, cheios de falta de moral, completos de frustrações.
Paris foi, de súbito, invadido por um medo profundo, de incertezas, de tantas dúvidas, de muitas amarguras e repletas emoções, tão variadas quanto reais.
Os parisienses e quem visita a cidade luz, vê-se violentado por uma organização assassina, que não respeita nada nem ninguém, que espalha o terror, que se alimenta do sangue alheio, como vampiros sedentos de um alimento do qual não têm direito.
O Estado Islâmico, como entidade que se diz responsável pela barbárie de Paris, veio provar que os serviços de informação e segurança franceses são muito limitados, desprevenidos e incompetentes, pois com tantos avisos e sinais, não foram capazes de prever este trágico acontecimento.
Este ataque é algo que deve levar os responsáveis a reflectir, não apenas os franceses, mas os de todos os países, possíveis alvos.Estarão os países preparados para defender os seus cidadãos? Fica a pergunta no ar.
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