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segunda-feira, dezembro 19, 2016

# I love you, Paris! (2)

(continuation)

- Excusez-moi, monsieur! - she said.
- There is! I was pissed off to look at that muse that was there in front of me with that fiery hair, rebellious in the origin that was made to run, two turquoise, the most beautiful that I had ever sighted, to look in my direction, Soft, pure, immaculate, candid and with a clear voice, full of candor and honey. - Sorry, did you say something? I asked him; He replied, - I apologize for the trouble I gave

domingo, dezembro 18, 2016

# I love you, Paris! (1)



- Good afternoon sir!
- Good afternoon," Alfred replied, not looking at who had just greeted him.
- Let me sit down? He asked.
- There is! Say it?
- I asked if you let me sit down.
- Yes of course! The words were not very expressive.
"Forgive my invasion, but I've seen you here since morning, and they're already ...- he looked at the electronic panel before him - ...21 hours! Are you okay?
- Say it!?
- There is! Do you feel well? Can I help you with anything? Do you want a glass of water? You want me to call somebody?
- A glass of water is fine.

sexta-feira, julho 15, 2016

Comportamento xenofóbico ou racismo mal dissimulado?

É execrável e de uma cobardia extrema o que aconteceu em Nice. Atacar à má fé um conjunto de pessoas, de tantas e diferentes idades, que festejavam, alegremente, em comunidade, um dia de festejo local.

É abominável tal postura e intolerável que, num país que se encontra em nível de alerta tão elevado, permitissem as autoridades a presença daquele veículo naquele local, tanto tempo, tão disponível, sem uma averiguação capaz de dissipar qualquer eventualidade.

Jamais alguém poderá jubilar o ocorrido. Jamais alguém que tenha uma coisa no seu mais íntimo sentimento; humanismo! Alguém que saiba olhar para um ser vivo como um bem intocável, de valor incalculável.

Mas aconteceu; aconteceu que existe quem não saiba o que são sentimentos de fraternidade. Aconteceu que houve alguém que planificou, planeou, desenvolveu e protagonizou um ataque desprezível contra a Humanidade. Alguém que deliberadamente se atirou sobre uma multidão desprotegida, com velhos e crianças, numa mortandade atroz.

E todos temos de nos levantar numa só voz que será, certamente, insuficiente para que nos oiçam, pois o Monstro é anónimo, representa-se no mais insuspeito ser, surge do nada, do vazio e faz enormes estragos, para depois, em desfastio consagrar o feito e com ele fazer despertar o ódio, o rancor, a raiva, o desprezo, a angustia e a cólera que leva à vingança, à destruição, ao conflito, à guerra entre povos.

E um ataca o outro vindo das trevas e fazendo-se anunciar e o outro ataca um na volta do acontecimento e o um volta a ser atacado pelo outro e jamais esta ira vai terminar; pensar-se nessa realidade é uma utopia bárbara.

Mas olhando para o que aconteceu em França no último ano e meio, com o Charlie, o Bataclan e agora Nice, olhando de uma forma fria, não será tudo isto reflexo de um assoberbado racismo e estado xenofóbico bastante conhecido proveniente de grande parte do povo da terra da baguete?

segunda-feira, novembro 30, 2015



A Europa está a transformar-se num condomínio fechado no meio da favela da rocinha.
Num perfeito "Copy - Paste" do que aconteceu em Berlin no final da 2ª Grande Guerra, os mais diversos países constroem enormes muros nas suas fronteiras, isolando e isolando-se dos países vizinhos, abstendo-se do diálogo capaz de levar à descoberta de uma solução global para os problemas emergentes, qual antídoto, para a "peste" dos refugiados.

Mas não é por ficar em casa que o Homem não se constipa. Basta que haja uma pequena fenda na envoltura para que a corrente de ar aconteça. Basta uma pequena fratura, para que a água passe. Basta uma revolta, para que a Guerra aconteça.

Saberemos lidar com esta União Europeia que se desfragmenta a cada dia que passa, ainda que os seus supostos pedreiros insistam em colocar massa, da mais barata e fraca, tentando camuflar e escamotear a realidade? A promiscuidade entre tantas partes é tanta e tão forte, que em breve tempo os radicais nos mostrarão o que irá acontecer, infelizmente.

Parece-me, pelo que vou vendo e lendo na comunicação social, que Paris foi apenas o destrancar da porta. O Condomínio Fechado, de fechado já nada tem. Está escancarado.

segunda-feira, novembro 23, 2015



A Europa vive, nos dias de hoje, o medo que um ataque terrorista, que dizem estar iminente, aconteça. Este é o maior ataque que o grupo terrorista Estado Islâmico está a conseguir ter, o de criar terror e temor nos cidadãos, não lhes permitindo viver tranquilos, obrigando-os a manterem o olhar nas costas e um alerta permanente.

Estou certo que tão cedo não haverá outro ataque como o que aconteceu em Paris. Eles, os terroristas, como lhes chamam, e bem, sabem que estão sob vigilância, apesar deste ser um jogo do gato e do rato. Parece-me, no meu ponto de vista, que irão aguardar o baixar da poeira e depois sim, sem aviso prévio, atacarem.

Com os ataques ocorridos em Paris e o alarme em Bruxelas, a organização terrorista conseguiu, essencialmente, que em cada cidadão surgisse a dúvida se, após sair de casa pela manhã, regressará a essa mesma casa ao final do dia. E essa dúvida obriga todos a se despedirem, ainda que não admitam, com um sentimento de despedida, onde o reencontro é sempre um estado de felicidade e alivio.

Isto não está correcto. Esta situação aumenta os níveis de ansiedade nas pessoas e cria distúrbios emocionais nas crianças. Mas estará o Estado Islâmico preocupado com isso?  Pior... estarão os guerreiros políticos, aqueles que mexem nas peças do tabuleiro do jogo interessados nisso?

domingo, novembro 15, 2015


A amizade é um sentimento sem limites, quando verdadeira.
E será verdadeira? Será real, aquela que alegamos sentir por alguém?
Penso hoje que há tanta amizade por demonstrar e tanta, mas tanta amizade falhada.
Sinto que, contrariamente ao que se diz, a amizade não tem de ser de longe, mas pode ser de perto, de já, do momento antes do agora, da verdade, do sentimento, do momento.
E já que sentimos essa amizade, por que não a comemoramos?
E já que sabemos essa amizade, por que não a exuberamos, jubilamos e comemoramos?
Será a amizade um dinossauro de um tempo perdido?
Não o creio!

Quero aproveitar a amizade. Aquela verdadeira, a descomprometida de interesses, mas jurada de amor, carinho, fraternidade.
Quero juntar os meus amigos, aqueles que se sentem como tal e com eles usufruir do tempo que estivermos juntos.
Quero beber um copo de vinho com eles, num copo igual para todos, com a mesma quantidade de liquido, com as mesmas palavras, os mesmos sentimentos, a mesma harmonia.
Quero abraçar os meus amigos e dizer-lhes que os amo, pois amanhã pode ser tarde demais.

Os atentados em Paris, na Síria, no Iraque ou na Nigéria, fazem-nos, ou devem fazer-nos pensar no que realmente queremos, o que seguimos, o que desejamos.

sábado, novembro 14, 2015


O terror desceu, uma vez mais, a França, desta feita à cidade luz, a capital Paris, onde os amores passeiam de mão dada, trocam palavras de afecto e promessas eternas. O terror varreu as ruas da cidade onde o Arco do Triunfo foi erguido, por ordem de Napoleão Bonaparte em comemoração às vitórias militares, passava o ano de 1806.

Quando numa sexta-feira que foi 13, para alguns considerado azar, para alguns foi de grande azar. Azar de existir gente sem escrúpulos, sem valores, sem discernimento emocional e intelectual, que se apresenta à multidão, cheios de falta de moral, completos de frustrações.

Paris foi, de súbito, invadido por um medo profundo, de incertezas, de tantas dúvidas, de muitas amarguras e repletas emoções, tão variadas quanto reais.

Os parisienses e quem visita a cidade luz, vê-se violentado por uma organização assassina, que não respeita nada nem ninguém, que espalha o terror, que se alimenta do sangue alheio, como vampiros sedentos de um alimento do qual não têm direito.

O Estado Islâmico, como entidade que se diz responsável pela barbárie de Paris, veio provar que os serviços de informação e segurança franceses são muito limitados, desprevenidos e incompetentes, pois com tantos avisos e sinais, não foram capazes de prever este trágico acontecimento.

Este ataque é algo que deve levar os responsáveis a reflectir, não apenas os franceses, mas os de todos os países, possíveis alvos.Estarão os países preparados para defender os seus cidadãos? Fica a pergunta no ar.