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sexta-feira, março 24, 2017
# Escrita difícil...
Para qualquer escritor, a escrita, sobre que tema for, à velocidade com que ocorrem os acontecimentos globais, pode tornar-se cada vez mais obsoleta ou dar a sensação de se tratar de um plágio da vida real.
sexta-feira, fevereiro 24, 2017
# A matter of luck (2)
(continuation)
What I saw, again, was a Dantesque picture. I do not know why but, reactively, I kept the sweater wet on my face, using it as a mask. Yes, I do not know why I did it, but I'm glad I did it.
When I left the fountain, I began to walk through the middle of a war scene, the ones we saw in the movies or in the news, but, in fact, we had no idea of the horror; I saw many dead people, mutilated bodies, a lot of blood, a lot of suffering.
domingo, janeiro 29, 2017
# Elizabeth (4)
(continuation)
A huge blow came at the southern exit of the Saint-Pancras train station. Was such a violent explosion that it made the whole building of the railway terminal shake in such a way that it caused the collapse of part of the structure of this south. The people who were there at the moment, those who had not been the victims of the explosion, rushed to the north, looking for the exit through the door that served her. The chaos settled down with hundreds of people in a panic, screaming, trying to escape from that place. Some fell into confusion, having been trampled underfoot by those who did not walk where they were, in their eagerness to flee.
domingo, setembro 11, 2016
15 anos de terror
O dia estava solarengo e em nada fazia adivinhar tamanha tragédia. O povo norte americano preparava mais um dia de trabalho, cumprindo uma rotina que viria a ser destruída como o carreiro das formigas que é bloqueado por uma raspagem de pé humano sobre o mesmo.
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domingo, julho 17, 2016
Golpe de Estado fantasma
O que acontece quando um conjunto de militares são manipulados e levados a entrar numa conspiração, ignorantemente, encomendada e que não olha a fins para alcançar meios (maior força presidencial), que apenas serve para que o chefe máximo ganhe maior força interna e poder para pressionar os seus pares internacionais, afim de "degolar" um opositor em asilo politico?
O que se passou na Turquia é em tudo, algo muito semelhante ao 11 de Setembro nos Estados Unidos, com a pequena diferença de lá, tudo parecer um atentado terrorista; o que permitiu, quase, uma auto-autorização, contra todas as indicações da ONU (que morreu nesse dia), para que uma invasão acontecesse, capaz de permitir a um presidente vingar a frustração de seu pai.
Na Turquia simulou-se um golpe de Estado, muito mal amanhado, que levou a que uma população se expusesse, morrendo tantas pessoas, eliminando alguns militares e afastando juízes do seu poder, sob suspeição de participação em conspiração contra o poder instituído; Erdogan conseguiu o que desejava; um suposto ataque, numa ocasião em que não se encontrava no local da ocorrência, logo sem possibilidade de ser apanhado em fogo cruzado, apoio internacional e uma postura altaneia para com chefes de Estado de grandes potências, nomeadamente, Obama.
sexta-feira, julho 15, 2016
Comportamento xenofóbico ou racismo mal dissimulado?
É execrável e de uma cobardia extrema o que aconteceu em Nice. Atacar à má fé um conjunto de pessoas, de tantas e diferentes idades, que festejavam, alegremente, em comunidade, um dia de festejo local.
É abominável tal postura e intolerável que, num país que se encontra em nível de alerta tão elevado, permitissem as autoridades a presença daquele veículo naquele local, tanto tempo, tão disponível, sem uma averiguação capaz de dissipar qualquer eventualidade.
Jamais alguém poderá jubilar o ocorrido. Jamais alguém que tenha uma coisa no seu mais íntimo sentimento; humanismo! Alguém que saiba olhar para um ser vivo como um bem intocável, de valor incalculável.
Mas aconteceu; aconteceu que existe quem não saiba o que são sentimentos de fraternidade. Aconteceu que houve alguém que planificou, planeou, desenvolveu e protagonizou um ataque desprezível contra a Humanidade. Alguém que deliberadamente se atirou sobre uma multidão desprotegida, com velhos e crianças, numa mortandade atroz.
E todos temos de nos levantar numa só voz que será, certamente, insuficiente para que nos oiçam, pois o Monstro é anónimo, representa-se no mais insuspeito ser, surge do nada, do vazio e faz enormes estragos, para depois, em desfastio consagrar o feito e com ele fazer despertar o ódio, o rancor, a raiva, o desprezo, a angustia e a cólera que leva à vingança, à destruição, ao conflito, à guerra entre povos.
E um ataca o outro vindo das trevas e fazendo-se anunciar e o outro ataca um na volta do acontecimento e o um volta a ser atacado pelo outro e jamais esta ira vai terminar; pensar-se nessa realidade é uma utopia bárbara.
Mas olhando para o que aconteceu em França no último ano e meio, com o Charlie, o Bataclan e agora Nice, olhando de uma forma fria, não será tudo isto reflexo de um assoberbado racismo e estado xenofóbico bastante conhecido proveniente de grande parte do povo da terra da baguete?
É abominável tal postura e intolerável que, num país que se encontra em nível de alerta tão elevado, permitissem as autoridades a presença daquele veículo naquele local, tanto tempo, tão disponível, sem uma averiguação capaz de dissipar qualquer eventualidade.
Jamais alguém poderá jubilar o ocorrido. Jamais alguém que tenha uma coisa no seu mais íntimo sentimento; humanismo! Alguém que saiba olhar para um ser vivo como um bem intocável, de valor incalculável.
Mas aconteceu; aconteceu que existe quem não saiba o que são sentimentos de fraternidade. Aconteceu que houve alguém que planificou, planeou, desenvolveu e protagonizou um ataque desprezível contra a Humanidade. Alguém que deliberadamente se atirou sobre uma multidão desprotegida, com velhos e crianças, numa mortandade atroz.
E todos temos de nos levantar numa só voz que será, certamente, insuficiente para que nos oiçam, pois o Monstro é anónimo, representa-se no mais insuspeito ser, surge do nada, do vazio e faz enormes estragos, para depois, em desfastio consagrar o feito e com ele fazer despertar o ódio, o rancor, a raiva, o desprezo, a angustia e a cólera que leva à vingança, à destruição, ao conflito, à guerra entre povos.
E um ataca o outro vindo das trevas e fazendo-se anunciar e o outro ataca um na volta do acontecimento e o um volta a ser atacado pelo outro e jamais esta ira vai terminar; pensar-se nessa realidade é uma utopia bárbara.
Mas olhando para o que aconteceu em França no último ano e meio, com o Charlie, o Bataclan e agora Nice, olhando de uma forma fria, não será tudo isto reflexo de um assoberbado racismo e estado xenofóbico bastante conhecido proveniente de grande parte do povo da terra da baguete?
segunda-feira, novembro 23, 2015
A Europa vive, nos dias de hoje, o medo que um ataque terrorista, que dizem estar iminente, aconteça. Este é o maior ataque que o grupo terrorista Estado Islâmico está a conseguir ter, o de criar terror e temor nos cidadãos, não lhes permitindo viver tranquilos, obrigando-os a manterem o olhar nas costas e um alerta permanente.
Estou certo que tão cedo não haverá outro ataque como o que aconteceu em Paris. Eles, os terroristas, como lhes chamam, e bem, sabem que estão sob vigilância, apesar deste ser um jogo do gato e do rato. Parece-me, no meu ponto de vista, que irão aguardar o baixar da poeira e depois sim, sem aviso prévio, atacarem.
Com os ataques ocorridos em Paris e o alarme em Bruxelas, a organização terrorista conseguiu, essencialmente, que em cada cidadão surgisse a dúvida se, após sair de casa pela manhã, regressará a essa mesma casa ao final do dia. E essa dúvida obriga todos a se despedirem, ainda que não admitam, com um sentimento de despedida, onde o reencontro é sempre um estado de felicidade e alivio.
Isto não está correcto. Esta situação aumenta os níveis de ansiedade nas pessoas e cria distúrbios emocionais nas crianças. Mas estará o Estado Islâmico preocupado com isso? Pior... estarão os guerreiros políticos, aqueles que mexem nas peças do tabuleiro do jogo interessados nisso?
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