A Europa vive, nos dias de hoje, o medo que um ataque
terrorista, que dizem estar iminente, aconteça. Este é o maior ataque que o grupo terrorista
Estado Islâmico está a conseguir ter, o de criar terror e temor nos cidadãos, não lhes permitindo viver tranquilos, obrigando-os a manterem o olhar nas costas e um alerta permanente.
Estou certo que tão cedo não haverá outro ataque como o que aconteceu em
Paris. Eles, os terroristas, como lhes chamam, e bem, sabem que estão sob vigilância, apesar deste ser um jogo do gato e do rato. Parece-me, no meu ponto de vista, que irão aguardar o baixar da poeira e depois sim, sem aviso prévio, atacarem.
Com os ataques ocorridos em Paris e o alarme em
Bruxelas, a organização terrorista conseguiu, essencialmente, que em cada cidadão surgisse a dúvida se, após sair de casa pela manhã, regressará a essa mesma casa ao final do dia. E essa dúvida obriga todos a se despedirem, ainda que não admitam, com um sentimento de despedida, onde o reencontro é sempre um estado de
felicidade e alivio.
Isto não está correcto. Esta situação aumenta os níveis de ansiedade nas pessoas e cria distúrbios emocionais nas
crianças. Mas estará o Estado Islâmico preocupado com isso? Pior... estarão os guerreiros políticos, aqueles que mexem nas peças do tabuleiro do
jogo interessados nisso?