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segunda-feira, julho 27, 2020

Ensaio - Teoria da conspiração (6)

(continuação)

Ora, quarentena e confinamento é sinónimo de economia desacelerada, o que na Europa provocou alguns desequilíbrios, mas nos Estados unidos da América produziu o caos.

Com a Europa e os EUA de pantanas - mais a América do que a Europa - alguns sistemas de saúde entraram em colapso, como o norte de Itália, Madrid e algumas cidades, assim como estados norte-americanos, a China surge a fazer o papel do altruísta, disponível para ajudar e fornecer os tão desejados e necessários ventiladores.

quinta-feira, junho 18, 2020

De Cavalão a Jumentão

"Cavalão" era o nickname pelo qual era conhecido e chamado Jaír Bolsonaro quando serviu as forças armadas brasileiras. Não sei qual a razão, mas na verdade deveriam chamar-lhe de "Jumentão", pois é isso que ele é, um jumento. Mas ainda assim, se enquadra e nunca fez tanto sentido o proverbio popular "Passar de cavalo para burro". Sim porque o Brasil escolheu, nas últimas eleições, passar o "Cavalão" do exercito a "Jumentão" do governo de Brasília. Presidente Jumentão. 


quinta-feira, fevereiro 02, 2017

# O Filme


Se há algo que gostasse de fazer, era desenhar! Sim, desenhar! porque através da caricatura consegue-se descrever uma quantidade de sentimentos e jocosidade. Através do desenho todos quantos o virem, conseguem ler a mensagem implícita.

sábado, dezembro 17, 2016

# Do colapso americano ao holocausto mundial (5)


O tremor de terra francês

Os Campos Eíiseos vão tremer quando nas próximas eleições, Le Pen vencer ou alcançar um resultado de elevado destaque e proporcionar maior força à extrema direita.

Essa conquista, conseguida por conta de um medo general no país e promessas vincadas de luta contra os terroristas, irão promover o caos que se instalará, instigada que será a dúvida sobre os

quinta-feira, dezembro 08, 2016

# Os feijões mágicos


A Europa, este velho continente, encontra-se numa fase, perigosa, de transformação; perigosa porque está a sair fora do controlo de um grupo de pessoas que se encontram mais preocupadas em garantir o enriquecimento dos países do eixo do norte, às custas e em detrimento de uma igualdade de países do sul da mesma Europa.

domingo, novembro 27, 2016

# Do colapso americano ao holocausto mundial (3)

(continuação)

A Rússia e o inicio de Putin

Com a NATO fora de acção e os Estados Unidos da América ocupados com o alargamento a sul do seu território, Putin lançará um ataque letal contra a Crimeia, no sentido de marcar uma posição de força e poder. De seguida irá dar inicio à conquista e anexação das antigas provincias da ex-URSS e respectivo alargamento à Europa, entrando pela Bielorússia e Ucrânia, acedendo desse modo à Polónia e posteriormente Alemanha e Républica Checa.

sábado, novembro 26, 2016

# Do colapso americano ao holocausto mundial (1)


Não sou analista politico - nem pretendo ser - nem tão pouco sou geo estratega; no entanto, tenho opinião sobre o que vejo, oiço ou leio.

Este meu Blog é um espaço no infinito mundo digital onde posso depositar os meus devaneios, as minhas considerações, o meu entendimento, a minha visão, as minhas emoções, convicções e sentimentos. E é nesse ponto de vista que escrevo; e é nessa perspectiva que divago.

quarta-feira, novembro 23, 2016

# Uma America perdida na história do tempo

Tenho em fase de escrita uma reflexão sobre a eleição de Donald Trump e os reflexos que esse acontecimento histórico vai produzir em volta do mundo.

É claro que se trata apenas do meu pensamento sobre o assunto, mas que é tão válido quanto o de qualquer um outro que se atreva a pensar, mais seriamente, sobre o assunto.

vou abordar a questão interna dos Estado Unidos da América, como eu os vejo, a situação da NATO, da Grã-Bretanha, do Japão, da Rússia, da Crimeia e da Europa, de uma forma geral.

Para quem me lê, eu não sou um analista geoestratéga ou político. Eu, sou apenas eu e opinador da minha forma de ver os acontecimentos futuros, tendo em atenção o que vou vendo, lendo ou escutando.

quinta-feira, novembro 10, 2016

# O que a história não ensinou ou o que não quisemos aprender?


O Planeta é redondo e andando, andando, acabamos sempre por voltar ao ponto inicial ou ver REPETIR-SE o que já aconteceu antes, que podemos ou não gostar, protagonizado pelos menos actores ou por outros, eventualmente.

sábado, outubro 29, 2016

# Lobo com pele de cordeiro


Pergunto-me por que razão temos de estar sujeitos à bosta cerebral e de opinião que este lobo com mania de tentar ser carneiro, vai emitindo a espaço, quando lhe dão a palavra, como se ela prestasse para alguma coisa?

quinta-feira, setembro 24, 2015

Migrantes da sua própria arrogância e ignorância




Segundo a definição de diversos dicionários portugueses, "Migrante" é aquele que muda de região dentro do próprio país ou mesmo de país. É o movimento, que pode ser de massas, como se vê actualmente com os migrantes que vêm da Síria, do Líbano, da Palestina e outros países mais, rumo à Europa, em busca de uma vida melhor.

Europa que se diz unida... sim, unida! União Europeia.

A verdade é que esta União Europeia, como lhe chamam os timoneiros, aqueles que sentados ao leme conseguem levar a nau a navegar ao sabor da boa correnteza, numa postura altiva, prepotente e cega. Esta União Europeia é sim unida nessa correnteza, assim como todos nós, marinheiros de uma nau à deriva, sem que nos apercebamos que tal assim é, até a maré virar e os timoneiros, aqueles altaneiros, lá no seu posto de comando nos dizerem que, com a maré contra, não sabem navegar.

Olhamos os migrantes de sul, levantamos-lhes barreiras, criticamo-los e esquecemo-nos que também nós somos migrantes de verão, quando nos deslocamos dentro do nosso país, nas mais diversas direcções e quando, nas décadas de quarenta, cinquenta e sessenta saímos em massa, tal como acontece hoje, para outros países não apenas da Europa, mas do Mundo.

Se os migrantes de sul fogem de uma guerra militar e civil, de guerras étnicas e xenófobas, nós, do sul da Europa, nomeadamente os portugueses, fugimos de uma ditadura, para França, essencialmente e hoje fugimos de uma guerra social, financeira e económica, migrando em massa, para países do norte da Europa, essencialmente.

E ao longo deste processo todo, onde está a nossa suposta compaixão pelos povos sofredores? Ah, já sei! Apenas está quando eles estão longe e não nos incomodam. Assim podemos montar todos os movimentos de solidariedade, porque fica bem socialmente. Mas se eles vêm ter conosco, montamos muros, não de betão, como outrora se fez em Berlim, mas sim de arame farpado, homens armados e condições xenófobas.

Esta Europa, ou melhor, esta União Europeia, não passa de uma farsa de tamanho descomunal onde, quando tudo está bem é fácil de gerir, mas quando algum problema social, essencialmente, porque militar ainda não foi conhecido, mais ou menos, pois podia falar dos aviões russos que a sobrevoaram e a espiaram, mas social, as coisas complicam-se e, para além de não se conseguir um consenso de actuação, constata-se que não existe um plano de acção num pressuposto acontecimento futuro.

Resta saber o que farão os países do sul da Europa, quando a peste, aquela de que os leitores, os mais dois, para além de mim, se estão a rir deste meu devaneio, surgir e se disseminar nesses países como Inglaterra, Noruega, País de Gales, etc... certamente esta União Europeia irá erguer muros e obrigar que os migrantes provenientes desses países morram.

sábado, dezembro 31, 2011

31 Dezembro 2011


No dia último deste ano onde vivemos e testemunhamos coisas tão fantásticas como capicuas de datas, quedas de ditaduras, terramotos e maremotos, descobertas da medicina, desaparecimento de carniceiros, fomos igualmente e uma vez mais, contemplados com a presença do FMI neste país de gente boa mas mesquinha, gentil mas matreira, generosa mas invejosa e capaz de acreditar, ainda que saiba que lhe estão a mentir.

Neste dia último de 2011, onde já sabemos que passamos a ser a "Porta do Oriente", ou melhor, a "Porta para o Oriente" entrar numa Europa, que se quis impor à Asia e às Américas, informando que produtos vindos dessas zonas estariam sujeitos a impostos acrescidos, em queda acentuada e onde irá conquistar posições estratégicas de intervenção. Que o diga António Mexia que já levou o recado de que está a prazo.

Esta é a invasão silenciosa por parte da China e consentida por parte de um grupo de gente incompetente que em Bruxelas se quer fazer passar por grandes negociadores.

Neste último ano de 2011 estamos já cientes que vamos ser imperializados, pelo menos economicamente por quem não respeita os Direitos Humanos, esses direitos que a sociedade ocidental tanto diz proteger com a assinatura da respectiva "Carta" após o final da 2ª Grande Guerra.

Neste último dia de 2011, olhamos o próximo com alguma dúvida, no que diz respeito ao dia 21 de Dezembro. Ansiamos que os Maias se tenham enganado. Certamente que sim, auguram alguns.

Quais Mayas, a astróloga, previmos que SaKcosy irá perder as eleições francesas e que a França terá de pedir auxilio a uma qualquer Trika, dando inicio ao fim da UE, nos moldes em que ela se encontra e à respectiva queda do império financeiro alemão e da sua líder Merkl.

Mas como tudo, o tempo o dirá. Ainda que desejemos que muitas coisas aconteçam, não deixamos de cinicamente desejar um ano 2012 próspero e cheio de sucessos.

Assim, não se esqueçam de telefonar ao Passos Coelho, Durão Barroso, Aníbal, Sócrates e outros como tal a desejarem-lhes um ano próspero. certamente que para toda a classe politica o será, pois verão as suas contas bancárias a aumentar em detrimento das dos cidadãos portugueses.

A todos eu apenas desejo o dobro daquilo que me desejarem a mim.

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Promiscuidade Europeia

O promiscuo, adultero e incestuoso relacionamento entre dois países irmão na sacanagem, a Alemanha e a França, têm levado a que democracias europeias se prostituam e que os chefes de governo ou Estado desses países explorem os naturais dos mesmos a qualquer preço, possibilitando que banqueiros esfomeados por poder financeiro chauvinista se regalem em comportamentos bárbaros e de luxurias orgias psicológicas.

Deste modo, vamos vendo os nossos governantes a nos envergonharem com as suas posições de subalternos às ordens de uma espécime Hitlariana e de um energúmeno Napoleano que lhe vão passando um creme hidratante de forma abundante, para que não fiquem assados do rabinho.

Triste espetáculo este a que estamos assistir de uma plateia cheia de medo de reagir.

Um destes dias acordamos e teremos uma Lei Europeia Franco-Alemã que nos informará que lhes pertencemos e vivemos, uma vez mais, orientados por uma Ditadura.

domingo, novembro 27, 2011

E o pai, quem é?


Ela dá-lhe leitinho e embala-o.
Nós deveremos ser o pai de um casamento terminado, litigioso, em que um qualquer tribunal nos obriga a dar uma pensão de alimentos estrondosa.
Mandem é esta senhora à Merkl.

quinta-feira, outubro 27, 2011

Cagada Europeia

Anda-se a morrer em Portugal por motivos vários, estando para surgir os que vão cair de frio.
Andam a morrer em Portugal pessoas que estão sujeitas à asneiras que outros praticaram e que não lhe são atribuídas responsabilidades.

EM Portugal anda-se a morrer e em Bruxelas anda-se a beber vinho de alto calibre financeiro, com pompa e circunstância que só a eles lhe interessa.

Eu e tantos como eu, pagaram os seus impostos ao longo dos anos. Não somos responsáveis pela miséria financeira que este abutres nos puseram. E como assim é, chamem agora os Durões, Cavacos, Sócrates e afins para que assumam a gestão danosa do nosso dinheiro e paguem eles as dividas do País com os seus bens pessoais.

E a nós, também os bancos nos vão perdoar metade das nossas dividas? (leia-se empréstimos habitação e outros).

quarta-feira, outubro 26, 2011

Nazismo económico/ financeiro

Não cumpri o serviço militar obrigatório. Fiz a tropa da vida, com todas as dificuldades inerentes.

Nunca fui militarista, ainda que, com os meus dezasseis anos de idade tivesse tido um desvairo de me alistar na força pára quedista. Ainda estou para saber como me iria safar, pois tenho imensas vertigens.

Mas também aos quatorze anos de idade tentei convencer a minha mãe a me deixar entrar para a vida seminarista e ser padre (eh!eh!eh!), e no entanto nem crente sou. Na verdade tinha segundas intenções, com muita maldade no corpo (ah!ah!ah!). A minha mãe não deixou...

Dizia então eu que não fui militar e o mais perto que estive de alguma organização militarizada, foi quando fui às inspecções e no único dia em que pensei ser escuteiro... mudámos entretanto de cidade.

Ainda assim, tenho muita admiração por alguns dos militares que se insurgiram contra a ditadura e libertaram o povo da opressão. Um desses homens é Humberto Delgado. Pelo que oiço e vi em documentários, foi um homem de luta, sem medo, de terreno. Foi de peito aberto ao Terreiro do Paço e ao Largo do Carmo lutar pela liberdade do povo, pela igualdade de direitos, enquanto outros, fechados em casulos escutavam o desenrolar da revolução pela telefonia nacional.

Isto para dizer que, tal como outros, deve estar Humberto Delgado com as mãos na cabeça a pensar "Andei eu a arriscar a minha vidrinha para depois vir uma cambada de gente incompetente a desgraçar o país, a voltar a fazer o povo sofrer, passar fome e  miséria enquanto eles, esses inergumes, se fazem passear com grandes luxos, usam e abusam do esforço produtivo do povo, ostentam um vaidosismo doentio e demente, e regalam-se em românicos banquetes."

Rui Zink dizia um destes dias na TSF que os políticos não são todos iguais, pois Hitler e  Churchill foram políticos e diferentes.

A questão que coloco é simples; que diferença há entre o nariz de Pinóquio de Sócrates e de Passos?

Esta Democracia está tão podre que até com o feriado que a representa querem acabar.

Mais uma vez a história se repete, mas agora ao jeito do Sec. XXI; Os alemães invadem a Europa e controlam-na a seu belo prazer. Começam a aniquilar-nos, mas não em câmaras de gás, mas sim em nossas casas à fome.

Estamos, não digo FO&€#º, porque sou educado, tramados se nada fizermos.
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