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sábado, fevereiro 11, 2017

# The train driver (2)


(continuation)

The clock ticked at 5:48 in the morning when Peter began his last day of work at the service of the British Railways. It was with great nostalgia in his chest that he placed his right hand, open, over the composition, on the last day he was to drive it.

- How I miss you! - he whispered, alone, enveloped by an enormous night darkness, continuing. - But life is cycles and mine is about to end in this task. - he felt a tear trickle down his face. - It's wrong, the whole process; It is wrong to throw a person into retirement so abruptly, inhumanly,

quarta-feira, agosto 24, 2016

A Terra tremeu e o relógio parou!



A sapiência do povo não o prepara as intrigas que a natureza manhosa arquitecta, em conspirações perpétuas que a ciência e esses fantásticos  seres, os cientistas, tentam desvendar, quais espiões que se infiltram nos meandros mais obscuros das grandes organizações secretas.

E não será o planeta Terra uma enorme organização secreta, que nos permite vislumbrar apenas algumas das suas franjas, mas que conspira, nas profundezas, as mais diabólicas e destruidores ataques?

sábado, agosto 06, 2016

Tempo...



Damos conta que a idade começa a passar por nós quando, no final de um dia de trabalho, ao regressarmos a casa, de comboio, deixamos a cabeça pender sobre o vidro da janela e de repente, acordamos sobressaltados com um enorme estrondo (pelo menos na ocasião parece) e verificamos que todos estão a olhar na nossa direcção - a coisa está complicada - diz-nos um senhor com, seguramente, pela aparência física, mais uns quinze anos do que nós, mas que não adormeceu e não deixou cair o telemóvel e a mochila pelo chão.

Damos conta que o tic-tac dos anos vão passando, não pelos cabelos brancos - que esses são poucos -, mas quando a nossa cara-metade nos recorda que logo, logo, estamos no meio século; e damos connosco a pensar - como é que o tempo, este sacana, passou tão rápido?

domingo, julho 17, 2016

Tempo


Os ponteiros do relógio, aqueles que teimam em desaparecer e a dar espaço a números quadrados, obviamente vindos de um qualquer jogo de computador da década 80, marcam o tempo que vai passando, que por nós vai passando, tantas e tantas vezes sem nos apercebermos disso, outras vezes desejando que pare; e ele não pára, teimosamente, mas outras tantas vezes almejando que corra, que seja rápido, mais rápido que o relógio mais rápido do Mundo, aquele que conta os cem metros percorridos pelo Bolt...

Os ponteiros são os obreiros de um tempo pelo Homem inventado, pelo Homem definido e pelo Homem odiado. Já tenho pouco tempo, ou ainda me falta tanto tempo; esse tempo é tão ambíguo quanto misterioso, pois o mesmo tempo pode ser demasiado, ou demais limitado.

Assim, devemos valorizar cada fracção do tempo, desse definido por alguém, e aproveitar para sorrir, cantar (mesmo que não sejamos aceites pelos ouvidos cristalinos), dançar e viver. Devemos ser felizes, dentro do possível; preocuparmo-nos, essencialmente, com o nosso tempo e, não perder tempo, a olhar o tempo alheio, é que um dia podemos ter de parar e perceber que perdemos tanto tempo com o tempo alheio que agora já não temos tempo para o nosso tempo... aquele que nos resta!