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segunda-feira, junho 08, 2020

O império da razão

No pós-confinamento e com todas as normas de um Estado de Calamidade aprovadas e tecnicamente aplicadas, não aplicáveis, eis que após tanta solidariedade partidária - no primeiro Estado de Emergência e que se foi perdendo ao longo do segundo e terceiro - se preparam e alinham os deputados da nação, fazendo lembrar as gaivotas que se alinham no cais à espera das traineiras, que após árdua labuta liberta em mar aberto e desprovido de segurança, anseiam os despojos e a escória, grasnando num decibel estridente, tentado fazerem-se escutar acima do histerismo contíguo.

terça-feira, fevereiro 27, 2018

#Alcatrão a arder


Tenho constatado com agrado - devo acrescentar - que se deu inicio à limpeza de espaços florestais, de acordo com as indicações das entidades competentes. Quer dizer... mais ou menos.

quinta-feira, setembro 15, 2016

Bancos de livros



Continuo a não perceber como é que há escolas que ainda não apostam nos Bancos de Livros, facilitando desta feita o orçamento das famílias e a proteção do meio ambiente. Os Bancos de Livros existem e devem ser promovidos pelas entidades de ensino.

domingo, julho 17, 2016

Golpe de Estado fantasma



O que acontece quando um conjunto de militares são manipulados e levados a entrar numa conspiração, ignorantemente, encomendada e que não olha a fins para alcançar meios (maior força presidencial), que apenas serve para que o chefe máximo ganhe maior força interna e poder para pressionar os seus pares internacionais, afim de "degolar" um opositor em asilo politico?

O que se passou na Turquia é em tudo, algo muito semelhante ao 11 de Setembro nos Estados Unidos, com a pequena diferença de lá, tudo parecer um atentado terrorista; o que permitiu, quase, uma auto-autorização, contra todas as indicações da ONU (que morreu nesse dia), para que uma invasão acontecesse, capaz de permitir a um presidente vingar a frustração de seu pai.

Na Turquia simulou-se um golpe de Estado, muito mal amanhado, que levou a que uma população se expusesse, morrendo tantas pessoas, eliminando alguns militares e afastando juízes do seu poder, sob suspeição de participação em conspiração contra o poder instituído; Erdogan conseguiu o que desejava; um suposto ataque, numa ocasião em que não se encontrava no local da ocorrência, logo sem possibilidade de ser apanhado em fogo cruzado, apoio internacional e uma postura altaneia para com chefes de Estado de grandes potências, nomeadamente, Obama.