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terça-feira, fevereiro 27, 2018

#Alcatrão a arder


Tenho constatado com agrado - devo acrescentar - que se deu inicio à limpeza de espaços florestais, de acordo com as indicações das entidades competentes. Quer dizer... mais ou menos.

sábado, março 11, 2017

# Uma acção sem seguro válido


Tem criado alguma celeuma entre quem lê, alguns dos meus artigos sobre viaturas em circulação de emergência, principalmente quando abordo a temática da falta de qualidade na formação do INEM - em situações de acção que coloca em perigo os demais utilizadores da via - ou na forma como determinados condutores de ambulâncias - bombeiros, por tanto - abusam na transposição da zona da Casa do Sal em Coimbra.

quarta-feira, agosto 24, 2016

Cuidados a ter na condução em época de fogos



Verão é sinónimo, infelizmente, de época de incêndios e tudo o que tal fenómeno implica, também, no meio rodoviário. São os fumos, as labaredas, a intensidade de trânsito própria do Verão incrementada com o surgimento de mais viaturas diferentes, no comportamento, das que normalmente circulam na via.

A época oficial de incêndios coincide, habitualmente, com a época de férias de grande parte da população portuguesa e respetiva população emigrante no retorno, ainda que temporário, ao país de origem. Tal, faz com que o trânsito que ocorre nas vias não urbanas, mas também urbanas - como se pode ver, infelizmente, na Ilha da Madeira - aumenta exponencialmente, criando maiores dificuldades a quem utiliza essas vias.

quarta-feira, agosto 17, 2016

Passei um semáforo vermelho para facilitar a passagem a um prioritário - posso ser autuado?



Grande erros dão duras consequências no meio rodoviário e na carta de um condutor; e um desses erros, talvez por falta de formação adequada, é a passagem de sinais vermelhos sob o pretexto de estarem na presença de veículos prioritários.

quarta-feira, agosto 10, 2016

Tudo arde e ninguém se queima



Mais...não, muito mais; exageradamente mais do mesmo! Sempre a mesma merda, todos os anos, sem tréguas, sem discursos diferentes ou comportamentos distintos. É saturante, preocupante, exasperante. Mas muito pior é sabermos que continuamos a ter a mesma corja de incompetentes na cadeira principal de quem manda e desmanda, que nada faz, mas muito sabe falar, mal sublinhe-se, mas porque tem algum contacto com alguém da mesma estirpe, vai-se mantendo no ponto de decisão.

O país arde, os políticos, incompetentes, vão atribuindo responsabilidades, as cabeças não rolam e quem se lixa é o mexilhão. Estamos replectos de imbecis execráveis, mongoloides que querem é pavonear-se na feira das vaidades e olharem para uma camera de televisão e dizer - Há que se alterar a lei, fazer isto e aquilo, blá´, blá, blá,... - e no final, nada fazem em prol da sociedade, vêm as chuvas e mudam o discurso ou simplesmente anunciam inquéritos que, como todos sabemos, se tornarão inconclusivos.

Para mim, é necessário que rolem cabeças, é necessário que em tempo útil sejam julgados, não apenas quem coloca fogo, mas aqueles que, no topo da pirâmide e abaixo desse topo e com papel de decisão, sejam acusados e presos com penas efectivas...repito, PENAS EFECTIVAS!

Porque o que se passa é que quem deve fazer para que a prevenção seja uma realidade, nada faz, a não ser participar em jantaradas bem regadas, idas a programas de televisão, engravatados, bem falantes (pensam eles) e, depois, bem, depois voltam para a vida inútil deles e aguardam por mais um ano, para que tudo volte outra vez ao mesmo.

E não fossem esses bravos que saem de casa, a qualquer hora do dia ou noite, sem olharem o relógio, para afrente de fogo, para a desidratação, para o risco elevado, para a incerteza de um regresso seguro...o que seria desta população?

O dinheiro que esses pançudos dos políticos e secretários de estado e deputados e chefes de uma merda qualquer ganham, deveria era ser atribuído em salário e equipamento de protecção pessoal ao bombeiros deste país. Esses sim, são ENORMES, Esses sim, são valiosos e merecem todas as medalhas de mérito. Esses sim, são os heróis de Portugal.

Bombeiros, obrigado por existirem.

sábado, outubro 29, 2011

Formação essencial e social

Hoje deu-se inicio a mais uma intervenção de formação de condução defensiva, desta feita na corporação dos bombeiros voluntários de Montemor-o-Velho.

A importância desta formação, prende-se com o facto de ao longo dos anos de condutores, todos nós irmos desenvolvendo representações cerebrais ou de memória, que não vão ao encontro da realidade rodoviária. Tal facto faz com que o que não é legalmente representativo da segurança rodoviária e cumprimento das regras, o passe a ser, condicionando muitas vezes os demais utentes.

Nas corporações de bombeiros em geral, culturalmente são criadas atitudes e comportamentos que em nada estão de acordo com essa lei, bom.senso e segurança que se deseja e exige.

Assim, e para que tão nobre voluntariado possa adquirir mais e melhor conhecimento, assim como partilhar experiências, o Projecto Sirene em Segurança em parceria com a Associação Figueira Viva e o exclusivo patrocínio da marca internacional de pneus, Michelin Ibérica, vem mais uma vez presentear uma corporação com horas de formação sem custos para esta ou para os seus operacionais.

Mais uma vez, a comunicação social deste país, resolveu não comparecer e testemunhar o que de social e pela sociedade se vai fazendo, dando certamente preferência à noticia da desgraça alheia. Assim se faz jornalismo em Portugal.

Amanhã decorrerá o segundo dia da formação, estando a manhã reservada ao desenvolvimento de exercícios específicos em parque e a tarde para formação em sala.


domingo, junho 05, 2011

Momentos da 1ª fase do ano 2011 do Projecto Sirene em Segurança/ Michelin


Bombeiros Voluntários de Alcobaça
Maio 2011





Bombeiros Voluntários de Maceira
Abril 2011






Bombeiros Voluntários Torrejanos
Março 2011







Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz
Fevereiro 2011





quarta-feira, agosto 11, 2010

Repouso, necessita-se

Segundo avança o jornal "Diário das Beiras", a causa do acidente que vitimou mais um bombeiro teve origem numa pedra onde o veículo terá batido.

Infelizmente, tenha qual sido a causa do referido acidente, temos a lamentar mais uma perca de um Soldado da Paz que saíu de casa para ajudar quem não conhecia, assim como temos a lamentar mais uns quantos feridos graves.

A questão que muitos colocam é, se não terá visto o condutor a pedra. A minha experiência diz-me que , eventualmente, não terá visto. Passo a explicar.

Espero estar muito enganado, mas até ao final do Verão ainda vamos continuar a ouvir que houve mais acidentes com veículos dos bombeiros.

Voltemos um pouco atrás.

90% dos estímulos que recolhemos acontecem através da visão. Se algo a afectar, muitos então serão os estímulos pertinentes que não vão ser recolhidos.

O Cansoço e a Sonolência são grandes inimigos do bom estado físico e psicológico dos condutores. Na situação dos Bombeiros, o cansaço é acrescido devido à falta de horas de sono, débil alimentação, perca de líquidos não repostos e excesso de calor.

Este cansaço vai fazer com que diminua a acuidade visual (capacidade de focar um objecto), diminua a visão periférica (lateral), passando o condutor a estar com uma visão em túnel.
A capacidade de avaliar os poucos estímulos que o condutor vai recebendo é muito baixa, levando a um aumento do tempo de reacção. Os erros humanos são mais do que prováveis.
De quem é a culpa?

Diz o Código da Estrada que é responsável quem pratica os actos (condutor), caindo no entanto também a culpa no superior hierárquico que permite que outro conduza sem que se apresente em condições para tal.

As horas seguidas e as condições em que se encontravam aqueles e outros Bombeiros, pode levar à situação acontecida.

É muito provável que ainda possamos escutar que houve acidente entre dois veículos dos Bombeiros, uma vez que num teatro de operações desta natureza a coordenação de posição dos veículo é deficiente.

Num incêndio onde estiveram 500 operacionais, deveria-se adoptar uma estratégia de rotatividade de meios, ou seja, dividir os 500 homens e suas viaturas em dois grupos que operariam em turnos de 7 horas no ataque ao incêndio, sendo que a 6ª hora estaria sempre ocupada pelo grupo que está para sair e o grupo que está a entrar. Desta forma cada grupo descansaria 6 horas antes de voltar ao teatro de operações.
Haveria maior eficácia, operacionais fisicamente melhor preparados, menor possibilidade de erro, veículos menos desgastados.

Claro que quem diz isto é um "iluminado" qualquer que há quem diga só quer vender formação.
No terminar este artigo, há a lamentar mais uma perca de vida. Pêsames à familia da Bombeira e ao Corpo de Bombeiros

sexta-feira, agosto 06, 2010

Os Super-Herois também se cansam

Vou redigir este artigo num português simples e utilizando o menor número de termos técnicos para que não haja dúvidas de interpretação ou compreensão de ideias.

Um condutor, para ser um elemento da estrada que garanta segurança a todos quantos lá transitam, deve estar bem fisicamente e psicologicamente.

Se assim não for, a sua capacidade de agir diminuí muito, o que faz com que o risco de acidente aumente.

Dizem as regras de segurança que, em viagem, devemos parar para descansar de duas em duas horas, pelo menos.

No final dessas duas horas de condução, os músculos começam a ficar atrofiados, o que dificulta a reacção do condutor.

As temperaturas mais elevadas provocam um maior desgaste físico ao Homem, levando-o a um cansaço prematuro. O resultado desse cansaço pode ser o adormecimento ou a abstracção ao trânsito.

Dizem as regras de segurança que, conduzir sem se ter descansado adequadamente nas últimas 24 horas , em risco, é equivalente a conduzir com uma taxa de álcool superior a 1,20 g/l sangue. (Crime rodoviário).

Nestes quentes dias de temperaturas superiores a 30 graus, sabem as senhoras e os senhores como se sentiram mais cansados do que o normal.

Vamos agora com este “iluminado” analisar a situação concretamente com os bombeiros.

Os bombeiros quando vão combater um incêndio estão expostos a elevadas temperaturas, o que lhes provoca um desgaste físico bastante acelerado.

Num incêndio onde haja uma intervenção superior a 6 horas, já exige um período de descanso alargado, nunca inferior a 12 horas.

Diz este “iluminado” que nesse período das 12 horas devem os operacionais dormir, comer e repor os líquidos perdidos. Só desta forma irão recuperar para voltarem à estrada em segurança.

O facto de não descansarem e se porem à estrada, faz com que o seu estado o seu estado de alerta diminua, perdendo assim estímulos pertinentes e aumentando o tempo de reacção.

Se com estes níveis de cansaço vão conduzir em estradas propicias à monotonia (Auto-estradas), a possibilidade de adormecimento aumenta ainda mais.

Eu, ao olhar para um bombeiro, vejo um Super-Heroi. Mas, um Super-Heroi que não tem Super-poderes. É um Super-Herois vulnerável, frágil e com limitações físicas e psicológicas.

Os automóveis, novos ou velhos, são os que existem. É com eles que se tem de trabalhar. Quanto mais os pouparmos, menos estragados ficam. São sujeitos a inspecção automóvel todos os anos e se aprovam é porque estão em condições de circulação. Se existe alguma corrupção nalgum Centro de Inspecções, denunciem-no com coragem pela segurança de todos.

Quando vão efectuar uma intervenção em mato, apesar de estarem preparados para o efeito, estão sujeitos a um maior desgaste. Assim, há que criar Centros Operacionais, em zonas de grandes incêndios, que, equipados com pessoal especializado possam avaliar se os veículos que têm de efectuar grandes distâncias de regresso a casa se encontram em condições de o fazerem em segurança.

4 são os pontos chave a analisar; Pneus, Direcção, Travões e Suspensão.

O que se passa é que se um destes sistemas falhar a a 30 km/h, as consequências são mínimas ou nenhumas, no entanto, se falharem a 70 km/h ou a 80 km/h, as consequências podem ser dramáticas.

Discute-se muito e faz-se pouco. De quem é a responsabilidade não sei nem quero saber. O que sei é que os incompetentes, sejam eles quem forem, devem ser afastados e substituídos por pessoas capazes, com competência e vontade de fazer as coisas andarem. Que não se ficam pela critica gratuita e nada fazem. Que não se ficam pelas dificuldades, mas realizam. E acreditem que existe muita gente capaz de levar essa missão a bom porto.

Basta criar parcerias com as centenas de Centros de Inspecções, negociar essa parceria (o que não é difícil) e realizar as análises aos veículos.

Como disse um leitor “identificado”, pode até acontecer a possibilidade de fazer deslocar os veículos que vêm de longe através da rede ferroviária. Poupa-se combustível, desgaste do veículo e permite-se que os operacionais que vão utilizar aquelas máquinas possam descansar na ida para o Centro de Operações e também no regresso a casa.

Cçaro está que isto é uma opinião deste “Iluminado” que sabe muito bem do que fala.

segunda-feira, junho 21, 2010

Luto

Hoje estou de luto.

Hoje estou de luto porque ainda não percebi quantos lamentos mais são necessários, quantos rios de lágrimas têm de correr, suspiros e condolências para que, quem manda, perceba, de uma vez por todas que uma vida vale mais do que umas centenas de euros que possam ser utilizados em formação que melhore a capacidade de intervenção das mulheres e homens que, de noite, abandonam o seu lar, a sua família, os seus filhos, para acudirem quem não conhecem e na incerteza do seu regresso.

Hoje estou de luto porque a Responsabilidade Social das empresas não funciona com os Bombeiros da sua região.

Hoje estou de luto porque as comunidades só se lembram destas mulheres e homens quando deles necessitam.

Hoje estou de luto por todos aqueles que irão morrer quando os operacionais bombeiros o deixarem de ser ou resolveram fazer greve.

domingo, junho 06, 2010

Excelente Trabalho realizado por dois estudante, com uma mensagem simples, forte, objectiva, directa e, no meu ponto de vista, bastante eficaz.

Saber socorrer é saber salvar uma vida.

Depois...não vale a pena lamentar. E o que mais sabemos fazer é...lamentar.


quinta-feira, junho 03, 2010

Formação, custos e proveitos

A formação é uma operação de investimento, seja ela uma formação inicial seja continua.

No caso especifico dos bombeiros, forma-los inicialmente é incrementar conhecimentos específicos e técnicos a pessoas que venham demonstrar as suas competências sempre que solicitadas para tal.

A formação continua destina-se a avivar conhecimentos, incrementar novas técnicas e comportamentos, corrigir rotinas.

Muitas são as pessoas com responsabilidade que subestimam a importância da formação, seja pela natureza, seja pelo valor de custo.

É verdade que poucos são os que gostam de pagar para formar os seus colaboradores.

Quando analisamos uma proposta de formação, devemos avaliar sempre se os proveitos resultantes dessa formação valem o valor monetário investido na sua contratação

Partindo de um valor hipotético de 1200. Investidos na formação de um grupo de operacionais, quanto pode este investimento render a uma corporação de bombeiros? A minha experiência e conhecimento diz que alguns milhares de euros.

Vejamos:

Um operacional bombeiro que tenha formação contínua no manuseamento de material técnico, vai conseguir tirar maior rendimento do mesmo e provocar menor desgaste. Isto tem duas consequências directas e uma indirecta.

As duas consequências são:

1ª – Material sempre em bom estado de utilização; 2ª Ausência de reparações ou manutenções prematuras.

A consequência indirecta: No relatório anual de contas que a Direcção vai apresentar, no campo reparações/ manutenções vai surgir um valor de gastos bastante inferior.

As questões que coloco, são:

1º - Então e um automóvel não é um equipamento técnico?

2ª – E uma reparação ou manutenção prematura não vai pesar muito no orçamento anual de contas?

Uma formação como a do Projecto Sirene em Segurança não tem um custo tão elevado, quando comparada com outras que se encontram no mercado, ou em comparação com os valores anuais que se podem poupar em reparações ou manutenções prematuras, agravamento de prémios de seguro, etc…

Com esta formação a taxa de sinistralidade nas corporações diminui, uma vez que quem a frequenta fica mais sensibilizado para os factos atrás indicados, assim como realmente informado sobre a real responsabilidade civil, criminal e social que o elemento bombeiro tem.

De uma vez por todas temos de perceber que formação é um investimento nas pessoas com muito valor, se não o mais válido.

Existem oportunidades que são únicas. Se as não aproveitamos, mais tarde não existem.

quarta-feira, maio 26, 2010

Projecto Sirene em Segurança - Maceira 2010

Disponibilizo algumas fotos da formação de Maceira.

Algumas fotos foram efectuadas por formandos, outras provenientes da cordialidade do site BPS.

De acrescentar que hoje às 12:00 horas será publicado neste site a reportagem em vídeo.

No blog Sirene em Segurança vai igualmente ser divulgado o vídeo da reportagem, após a divulgação oficial.

domingo, maio 23, 2010

Projecto Sirene em Segurança

Terminou hoje a primeira fase do "Projecto Sirene em Segurança" do ano 2010.

Nesta última acção antes da paragem de Verão, demos já inicio à alteração que estava desenhada na vertente prática, dividir tal acção em dois tempos, sendo que o primeiro é realizado em contexto real de trânsito e o segundo em parque fechado com a realização de algumas manobras especificas.

A Associação dos Bombeiros Voluntários de Maceira foi a última corporação a receber formação, antes da paragem de Verão.

Presentes estiveram os repórteres do site "Bombeiros para Sempre", os quais registaram a vertente prática da formação, assim como me entrevistaram a mim e aos Sr.º Comandante da Corporação.

Setembro é dada a reentré do Projecto e das formações, para a segunda fase do ano de 2010.

Até lá há muito trabalho a fazer, nomeadamente elaboração de relatórios sobre esta primeira fase.

Ainda esta semana conto poder colocar fotos, videos e a reportagem do BPS desta acção.
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sexta-feira, maio 07, 2010

Bombeiros para Sempre



Na Internet existe um site de informação e divulgação direccionado aos bombeiros.

De nome "Bombeiro para Sempre", este é um espaço que deve ser visitado e acompanhado, não apenas por bombeiros, mas também por toda a sociedade, para que possam verificar toda a formação e realidade dos bombeiros em Portugal.

As suas conquistas, lutas, frustrações e alegrias.


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terça-feira, fevereiro 16, 2010

1ª Acção de Formação

Decorreu, no dia 13, na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz a 1ª parte (Teoria) da acção de formação do Projecto.

Do grupo com posto por 12 elementos fizeram parte 1 Sub-chefe, 1 bombeiro de 1ª classe, 4 bombeiros de 2ª classe e 6 bombeiros de 3ª classe.

No próximo dia 20 vai realizar-se a 2ª parte (prática) da acção, onde os formandos vão efectuar uma prova de condução comentada.

terça-feira, janeiro 12, 2010

Liga de Bombeiros Portugueses

Foi hoje, na sede da Liga de Bombeiros Portugueses em Lisboa, apresentado oficialmente o "Projecto Sirene em Segurança".

Do encontro, que durou mais de uma hora, resultou a satisfação da Liga em relação ao projecto, avançando com o elevado interesse no apoio institucional ao mesmo.

Por parte do "Projecto Sirene em Segurança" estiveram presentes Pedro Jorge e Jorge Ortolá, enquanto que por parte da Liga de Bombeiros Portugueses estiveram presentes o Sr.º Vice-Presidente Dr. Rui Rama da Silva e a Drª Mara Jerónimo.

Lembre-se que esta instituição, para além de ser a representante dos bombeiros em Portugal é responsável pelo jornal mensal "Bombeiros de Portugal" e pelo programa televisivo semanal "Vida por Vida" que passa na RTP2 aos domingos de manhã.


domingo, dezembro 20, 2009

Distinção de Reconhecimento

É com enorme honra, orgulho, emoção e até alguma vaidade, que não atinge o vaidosísmo, que partilho com os meus amigos a distinção que recebi nas comemorações do 127º Aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz.

Recebi das mãos do Sr. Comandante Operacional Distrital um diploma de reconhecimento pelos meus préstimos aquela corporação no âmbito das intervenções formativas na área da Prevenção e Segurança Rodoviária – Condução Defensiva.

Esta distinção, não sendo um prémio Nobel ou tão pouco uyma medalha de mérito, é o reconhecimento institucional público feito perante entidades presentes como o Sr. Governador Civil do Distrito de Coimbra, o Sr. Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, o Sr. Representante da Liga Portuguesa de Bombeiros entre outras entidades.

Mais do que este reconhecimento que recebo, espero que o gesto seja um sinal para todas estas entidades, no sentido de as despertar para a necessidade que existe em darem mais atenção à formação específica que estas mulheres e homens necessitam e têm direito.

No que a mim diz respeito, este reconhecimento apenas me atribuí a responsabilidade de continuar a servir esta e outras associações de bombeiros voluntários como me seja humanamente possível.

Este reconhecimento não é apenas a mim dirigido, mas também e principalmente ao Comandante desta Associação, Sr. João Moreira e ao Presidente Sr. Lídio Lopes, pois foram eles que possibilitaram a minha intervenção formativa, ao mostrarem que colocam em primeira prioridade o bem estar dos seus operacionais, ao invés da vaidade social e institucional.

Este reconhecimento é mais deles do que meu. E por eles e os seus operacionais, eu comprometo-me a, sempre que acharem necessário, disponibilizar o meu saber em seu apoio.




Fiquem bem e sejam felizes.