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sábado, março 28, 2020

Ensaio sobre o amor - 7


ARMANDO

Estou neste banco, sentado, a aguardar a chegada de um tal de comboio. A mãe disse-me que é o transporte que nos vai levar a Lisboa. Parece que Lisboa é a cidade grande. Ouvi o senhor padre dizer que é lá que existem coisas que não há na nossa terra.
Aqui, sentado, escuto as vozes de muitas pessoas que também esperam o comboio; queria tanto poder andar por aí a mexer nas coisas, a ver, seja lá o que isso for; mas a mãe não me deixa. Diz que tenho de ficar aqui junto dela.

quinta-feira, setembro 22, 2016

A sério???

Cada vez mais me convenço que, neste país pequenino, há muita gente grande...grande na estupidez, na ignorância, na hipocrisia, na boçalidade.

Num país que se diz evoluído, somos governados por gente que não respeita quem lhes paga o salário, uma vez que apenas t~em olhos para o seu próprio umbigo e não veem, ou não querem ver, a realidade fora daquela assembleia que, de republica, penso cada vez ter menos.

Vivemos num país onde há quem queira trabalhar, mas que não pode porque a idade é superior a 35 anos; onde não se valoriza a experiência, o saber, a vontade de ser alguém útil para uma sociedade que, comandada por um rol de imbecis, vai chicoteando emocionalmente quem com eles se cruza, com o aval de quem sem nada mandar...manda!

segunda-feira, dezembro 28, 2015


Tanta gente boa, sem interesse, com tanta preocupação em proporcionar um momento de bem-estar a quem mais necessita.
Tanta gente que disponibiliza do seu tempo, daquele que vai passando sem voltar atrás, para o colocar à disposição de quem já não conta o tempo a passar.
Tanta gente que é tão pouca, quando muitos mais poderiam ser, a dar o seu apoio incondicional, mas que não o fazem por preconceito.
Tanta gente que está bem, mas que um dia poderá estar mal.
Tanta gente com tantas estórias a serem escritas e com tanto ainda por escrever.