domingo, junho 14, 2020
Golpe militar nas Américas
sexta-feira, junho 12, 2020
A cor da batalha
Numa luta cega
Sem regras, com sentimento
Na busca do alimento
Que a uma sociedade
Débil e vulnerável
Ludibriada pela efémera luxuria
Mate a fome.
quarta-feira, fevereiro 07, 2018
#A educação social nas escolas
Conversava hoje com uma aluna sobre o ensino escolar e as debilidades do mesmo e, no decorrer do diálogo, conjecturamos que existe uma enorme lacuna no sistema de ensino... a falta ou ausência - se assim lhe quiserem chamar - da vertente "Educação Social".
quarta-feira, janeiro 24, 2018
# A Terra tremeu, e agora?
Estamos, sociedade portuguesa, preparados para enfrentar um sismo de elevada magnitude? preparados para o momento, mas principalmente, para o após?
A minha ideia é que não! Não estamos.
segundo estudos científicos, o sismo de 1755, estará na iminência de se repetir. Ao que se informa, a intensidade será maior que a do Sec XVIII e prevê-se a mortalidade de milhares de pessoas; estão identificados os lugares onde o tsunami vai devastar e determinado o tempo que as autoridades têm para evacuar quem por lá estiver... 15/20 minutos, ou seja, a morte garantida dessas milhares de pessoas.
terça-feira, janeiro 24, 2017
# A minha solução para as Cantinas Sociais
Fazia hoje capa de jornal uma informação que alertava para o facto das "Cantinas Sociais" serem caras demais e não permitirem o acesso a todas as famílias necessitadas. E são tantas, as famílias carenciadas.
domingo, novembro 06, 2016
# The end is near
O fim está a chegar e nós - Humanidade _ não estamos preparados para o receber. E não me refiro ao dia do juízo final ou coisa que lho valha; estou a referir-me à votação que está a dois dias de acontecer no continente do outro lado deste enorme rio global que é o Atlântico.
sexta-feira, outubro 28, 2016
# A geração perdida e o holocausto intelectual
Dizem que a vida é uma evolução permanente e que as sociedades modernas vão acompanhando estas características a par e de braço-dado com a tecnologia e o seu crescimento.
Acontece que, o que pensamos ser, em bastantes situações, um avanço tecnológico, na verdade não passa de um fantasma mascarado de progresso; vejam-se os exemplos da literatura e da sociabilidade entre seres.
domingo, outubro 02, 2016
Humildade...
Ser-se diferente, no pensamento, na maneira de ser, no comportamento, na forma de encarar a vida e nela se estar é, grande parte das vezes uma forma de critica dos iguais, daqueles que não olham para o seu interior, na tentativa de se descobrirem.
sábado, outubro 01, 2016
Cativar
Muitas são as pessoas que não percebem da nossa postura e da sua influência no dia-a-dia. Simplesmente não compreendem.
sexta-feira, setembro 23, 2016
Quando o dia anterior chegar...
Hoje dei comigo a pensar de como será o último dia de trabalho. Aquele que antecede a passagem à categoria de reformado. Posso estar muito enganado, mas olho para esse momento e vejo-o como um longo espasmo de dor e angustia.
quinta-feira, setembro 22, 2016
A sério???
Num país que se diz evoluído, somos governados por gente que não respeita quem lhes paga o salário, uma vez que apenas t~em olhos para o seu próprio umbigo e não veem, ou não querem ver, a realidade fora daquela assembleia que, de republica, penso cada vez ter menos.
Vivemos num país onde há quem queira trabalhar, mas que não pode porque a idade é superior a 35 anos; onde não se valoriza a experiência, o saber, a vontade de ser alguém útil para uma sociedade que, comandada por um rol de imbecis, vai chicoteando emocionalmente quem com eles se cruza, com o aval de quem sem nada mandar...manda!
domingo, setembro 11, 2016
Uma reflexão social na cascata da decadência social
A sociedade portuguesa está a atravessar uma fase negativa e irreflectida, que tem como consequência uma nefasta realidade de dor, angustia e morte, proveniente de uma violência gratuita que arrasa todos os princípios de uma sociedade democrática, educada, altruísta e preocupada.
quarta-feira, setembro 07, 2016
Quem pode conduzir veículos de bombeiros
segunda-feira, setembro 05, 2016
Agressão gratuita
Estamos a assistir a uma mudança, nada agradável, na sociedade portuguesa, onde os casos de agressão gratuita está a tomar proporções assustadoras, muito idênticas, no modo, a qualquer país da América latina. Agride-se por tudo e agride-se por nada.
quarta-feira, dezembro 23, 2015
Este tecto não é meu
quinta-feira, outubro 29, 2015
Caminhava eu, num destes dias por uma dessas tantas terras sem nome, pelo menos para quem nela vagueia em busca de algo, seja lá do que for, até porque, todos nós, buscamos algo, mesmo sem tantas vezes o percebermos.
Mas como dizia, vagueava eu num passo, ora acelerado, ou mais lento, em bom caminho ou em caminho, por vezes mais acidentado, que estas autarquias, como instituições públicas que são, só acertam o caminho por onde os seus governantes passam, olhei na profundeza da rua e vi alguém, uma ilha no meio da multidão.
Olhei e vi essa ilha, por que ela se diferenciava de todas as ilhas que por ali circulavam, com maior ou menor vigor. Não se diferenciava por ser maior, mais bonita, vistosa ou emblemática. Não se diferenciava por ser mais charmosa, bem falante ou sociável. Não! Essa ilha diferenciava-se, porque estava a fazer algo diferente. Essa ilha diferenciava-se, porque estava numa atroz serenidade, daquelas que escondem a desordem. A desordem emocional.
Aproximei-me, a passo lento e suave.
Parei a minha ilha defronte daquela ilha. Isolei a minha história diante daquela história. Amarrei os meus sentimentos, perante aquele porto sem amarras. Olhei-a. Erá um homem sem idade, que essa o tempo já consumira, um ser sem voz, sem postura social, faminto, tinha esse aspecto, sem nada...pensava eu!
Olhei-o, a principio sem nada dizer. Depois, com calma abordei-o, tentando ler as suas páginas, não aquelas que escrevia numa folha encardida, com um lápis já gasto e umas mãos cansadas. Tentei ler a sua história de vida. Aquela que lhe foi madrasta e que ninguém quis mudar. Aquela que o traio e ninguém o quis ajudar, aquela que era a dele, mas que poderia de ser de qualquer um de nós.
Como não sou doutor das emoções, não o consegui ler as suas páginas. Não consegui entender o que me dizia, o que me queria transmitir. Mas consegui perceber que sofria, que tinha fome, que necessitava de ajuda. Percebi que fora abandonado por uma sociedade hipócrita, prepotente, que apenas olha o seu umbigo...até ser também uma ilha isolada e parada, porque sozinhos já estão.
quinta-feira, junho 21, 2012
António
domingo, novembro 14, 2010
Sociedade Indigente
Num destes dias dei comigo envolvido num pensamento pertinente.Que modelo de sociedade é este onde estamos actualmente envolvidos?
Será uma sociedade tradicional, onde imperam princípios de respeito mútuo ? - Não me parece. Essa é uma sociedade utópica.
Será então uma sociedade de consumo? Uma sociedade despesista que consome alarvemente a sua presa? Nah! Hoje em dia cada vez menos. Neste aspecto somos um produto de laboratório que surgiu do cruzamento da formiga e da barata; trabalhamos de sol a sol, cantamos sem parar e os "Reis" e seus discípulos em seus tronos lascívos engordam.
Mas esta é só uma parte do que é a nossa sociedade. Falta falar das mesquinhices, hipocrisias. Falta falar quão fútil é, inculta e injusta esta sociedade. Falta falar da ignorante cegueira que só lhe deixa ver a escória em detrimento da qualidade.
É a sociedade das revistas cor-de-rosa, da coscuvilhice da vida alheia. É a sociedade do "diz que disse", da prostituição mental e emprenhamento cerebral.
Para quando a queda do chauvinismo barato e do preconceito atroz?
Para quando quando mentes saudáveis, ainda que aparentemente louca, que vejam a razão com o coração?
Para quando a queda do robotismo social e o erguer de pessoas lúcidas e de pensamento próprio? Para quando uma sociedade que não seja neardental, selvagem, obscura, macabra, dissimulada, imbecil, mas sim culta, capaz, inteligente, organizada, solidária, visionária dos valores básicos.. independente?
Vivemos numa sociedade oprimida onde os "Cadeirões" jogam os seus peões a seu belo prazer, sob pena de os reprimirem, abandonarem ou penalizarem.
Vivemos numa sociedade onde a balança pende sempre para o mesmo lado, lado esse que não é o que tem mais elementos...
Somos uma sociedade onde impera o " Não digas isso que alguém pode escutar...", temendo que a Inquisição os venha a casa buscar e empaleados os queime na Praça.
Somos uma sociedade de medo, que nem uma revolução soube fazer. Oprimidos tiveram de esperar que os militares avançassem. Esses que agora bem de riqueza não se fazem escutar.
Não soubemos utilizar a força e a determinação que nos empolgou na Dinastia Filipina.
Hoje somos um povo sem história, sem passado, presente ou futuro. E quando olhamos, vimos uma fila de abutres que aguardam a sua vez, pacientemente, para chegar ao "Cadeirão".
Afinal que sociedade somos nós?
Somos uma sociedade indigente, sem sonhos, amor ou paixão. Somos uma sociedade que se pinta de negro e cinzento, sem alegria, emoção, sonho ou fantasia.
Somos uma sociedade onde, quando nasce uma flor colorida, é abafada, arrancada, extraída da sua luta, pelo medo dos "Cadeirões" que dessa flor surja a vontade de mudar, inovar, rebeliar.
Somos uma sociedade onde os demais tentam derrubar quem quer lutar, trabalhar para melhorar, mover montanhas em busca do poço de água.
Está na hora de dizer BASTA. De acreditar, de querer, de vencer. De olhar para o lado, para o nosso igual com vontade de ajudar, apoiar, construir e não de uma forma invejosa e mesquinha de destruir e mal dizer.
Um Homem apenas deve olhar de cima outro Homem, quando for para lhe dar a mão para o ajudar a se levantar.













