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sábado, janeiro 27, 2018

#As cores da escuridão - Prógolo



A azinhaguense sentia a repulsa de quem está na linha, com as costas no frio muro, prestes a ser fuzilado pelo esquadrão da morte das SS de Hitler, a não ser que ceda à chantagem do seu carrasco. Apetecia-lhe fugir, mas não tinha como nem para onde. Havia uma decisão a tomar.

sábado, novembro 26, 2016

# Do colapso americano ao holocausto mundial (2)

(continuação)
Cerca de 80% da capacidade militar e financeira da NATO tem o patrocínio dos Estados unidos da América. Segundo Trump, se os países integrados na Aliança do Atlântico do Norte e da Aliança do Pacifico quiserem que os "Estates" continuem a sua politica de apoio à protecção territorial, terão de pagar; se assim não for, vai avisando Donald que, os Estado Unidos da América, saem do terreno.

# Do colapso americano ao holocausto mundial (1)


Não sou analista politico - nem pretendo ser - nem tão pouco sou geo estratega; no entanto, tenho opinião sobre o que vejo, oiço ou leio.

Este meu Blog é um espaço no infinito mundo digital onde posso depositar os meus devaneios, as minhas considerações, o meu entendimento, a minha visão, as minhas emoções, convicções e sentimentos. E é nesse ponto de vista que escrevo; e é nessa perspectiva que divago.

sexta-feira, novembro 18, 2016

# E assim é, e assim será!


O Mundo encontra-se numa fase de mudanças profundas e rápidas, violentas, desconhecidas e perigosas. Mudanças que fazem com que corramos em direcção a um abismo, mas só vejamos um prado verdejante.

Com as extremas-diretas e todos os seus grupos representantes a ganharem força social e politica, a visão não muito longínqua de comportamentos xenófobos e racistas são, cada vez mais, uma realidade presente.

segunda-feira, dezembro 14, 2015



Esta é uma imagem que jamais deve ser esquecida por toda a humanidade.
Esta é a imagem da vergonha que os radicais de direita veneram.
Este foi o estado em que milhares de inocentes ficaram quando foram deportados para campos de concentração e exterminação aos olhos de um  mundo cruel e egoísta durante o terceiro Reich da Alemanha Nazi, no Governo de Hitler.

Pouco serão aqueles que ainda podem testemunhar, na primeira pessoa, o horror que ali se passou e que nunca nenhum de nós conseguirá alguma vez imaginar. Em pouco tempo nenhum será aquele que pode testemunhar, na primeira pessoa, esse mesmo horror.

Deste modo não percebo, após os ataques terroristas em França, como podem, cerca de 6 milhões de franceses, quase tantos como a população portuguesa, votar na extrema direita daquele país, uma fação racista, neo-nazi e demais perigosa.

Quererão esses 6 milhões de franceses voltar aos anos da década de 40 onde foram exterminadas tantas pessoas sem culpa, sem razão, sem saberem o porquê de tão negra realidade.

Auschwitz  será sempre um lugar cujo silêncio se torna ensurdecedor à culpa, não dos que por lá tombaram, mas sim dos que tarde algo fizeram para com aquilo acabar.

A história de Auschwitz, dos seus campos de concentração e extermínio, deveria ser falado nas escolas, não como vem nos livros, como interessa a alguns, mas sim com base em testemunhos reais e livros escritos com bases nesses mesmo relatos.

Terminei, por sugestão de um livreiro amigo, senhor Joaquim Gonçalves, após solicitação da minha parte, o título "Perguntem a Sarah Gross" do autor João Pinto Coelho. Simplesmente um livro fantástico, envolvente, apaixonante, forte e brutal.