Aqueles foram os dez metros de filme mais
longos que alguma vez vira. Armando Cebola, assim lhe chamavam, era Armando de
nome próprio e Cebola de alcunha que já vinha desde o tempo do seu tetravô paterno
e que não morreu no passar das gerações nem na natural, mas acentuada, evolução
do tempo e do espaço que atingiu a família na imensa epopeia que fizera seu avô,
e depois seu pai nas terras do Ribatejo, na viagem dilacerante de sentimentos à
longínqua França ou dos anos que o calendário não determinou e que o relógio
não contou quando, seu pai, viveu ermidas na Serra da Estrela, fundido num
emaranhado de floresta silenciosa, onde os pássaros calados eram cúmplices do
seu desassossego emocional.
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segunda-feira, janeiro 29, 2018
#As cores da escuridão - Capitulo I
quarta-feira, janeiro 24, 2018
# A Terra tremeu, e agora?
Estamos, sociedade portuguesa, preparados para enfrentar um sismo de elevada magnitude? preparados para o momento, mas principalmente, para o após?
A minha ideia é que não! Não estamos.
segundo estudos científicos, o sismo de 1755, estará na iminência de se repetir. Ao que se informa, a intensidade será maior que a do Sec XVIII e prevê-se a mortalidade de milhares de pessoas; estão identificados os lugares onde o tsunami vai devastar e determinado o tempo que as autoridades têm para evacuar quem por lá estiver... 15/20 minutos, ou seja, a morte garantida dessas milhares de pessoas.
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