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sábado, janeiro 20, 2018

# Demónio no Corpo



A fiscalização, seja ela qual for, é algo que se encontra regulamentado e tem como principio a verificação de pressupostos pré-definidos, seja em que área de intervenção for.

Num destes dias, estava a conduzir o meu automóvel de instrução, e deslocava-me para um lugar da cidade mais tranquilo, para ministrar uma primeira lição prática, quando aconteceu...

terça-feira, fevereiro 07, 2017

# O mito do ponto-de-embraiagem


Este artigo direcciona-se, essencialmente, à rapaziada que anda a frequentar uma escola de condução, assim como para os seus pais e amigos já encartados.

Vou abordar o tema "ponto-de-embraiagem", que tanta confusão gera na cabeça dos novos candidatos a condutores. Esta é, apenas, a minha visão da coisa, enquanto instructor de condução automóvel, mas que pode - e será, certamente - ter uma visão diferente por parte de outros colegas instructores de condução automóvel.

domingo, julho 31, 2016

Uma carta de condução, dois veículos



Existem dois tipos de veículos; um de equilíbrio – velocípedes, ciclomotores e motociclos – de duas rodas e os de perícia – triciclos, quadriciclos e automóveis – com três ou mais rodas.

Quando alguém se inscreve numa escola de condução para adquirir um titulo que o habilite a conduzir um determinado tipo de veículo, procura obter uma formação especifica capaz de o prover de saber-fazer, de modo a que possa ir para o meio rodoviário interagir com segurança com os outros utentes, sejam eles condutores ou peões.

Acontece que a última atualização ao regulamento “Habilitação legal para conduzir” do Código da estrada, introduziu uma alteração, no mínimo, contestável.

segunda-feira, junho 20, 2016



"O Mercedes preto surgiu no descampado vindo de um caminho em terra batida por detrás de um canavial. O espaço era ermo e servia, essencialmente, de base de suporte da velha ponte férrea, de pilares ovalizados, sobre o rio Guadiana, às portas de Serpa.
O tempo estava seco, o que fazia com que se levantasse uma pequena nuvem de pó nas traseiras do automóvel. A uma velocidade não superior a dez quilómetros por hora, o veículo de construção alemã executou duas voltas por um caminho demarcado pelas muitas viaturas que ao longo dos anos por ali vão circulando, principalmente aos fins-de-semana, sejam de pescadores amadores que naquele lugar encontram um refugio para momentos de lazer, ou grupos de amigos que ali se ocultam de olhares menos discretos para fumar Marijuana ou Haxixe.
Após duas voltas completas, o Mercedes Classe S 500 4 MATIC longo, equipado com um motor V8 capaz de debitar 335 cv de potência, cujos vidros escurecidos não permitem a visualização do exterior para o conforto do interior, deteve a sua marcha junto ao primeiro pilar norte da ponte. Manteve-se imóvel sem que nada acontecesse. Dois minutos depois, surgiu no largo um Audi A8, cinzento-escuro, jantes cromadas, vidros escurecidos e matrícula belga. Assim que acedeu à área do descampado, parou. Ficou frente a frente com o Mercedes de cor preta. Passados segundos, a porta da frente do lado esquerdo do veículo de matrícula portuguesa abriu-se e, do seu interior, calmamente, o condutor saiu com uma pasta de executivo na mão. Fechou a porta e manteve-se ali, junto ao automóvel, olhando na direcção da outra viatura. Vestia um fato Gucci, preto, camisa branca e gravata escura. Na cara, uns Ray-Ban."
Conspiração - Miguel Branco
Brevemente



A travagem de um veículo, seja ele qual for, está sempre diretamente associada à velocidade a que esse mesmo veículo circula e à distância de segurança que vai mantendo em relação ao veículo que o procede.

Quando circulamos em conjunto com outros veículos, devemos ter em consideração diversos fatores, sendo um deles a distãncia que mantemos relativamente ao veículo que nos precede, mas também a capacidade que o nosso veículo dispõe, em caso de haver necessidade, de efetuar uma travagem, seja ela de maior ou menor intensidade.

domingo, outubro 23, 2011

A noite é boa conselheira

Quem disse que a noite é boa conselheira, bem, deveria estar com uma carroça igual à do tipo que, ontem à noite, enquanto caminhava veio contra o meu carro.

Sim, porque eu estava parado numa fila e aguardava que o sinal verde surgisse quando, sem saber de onde, senti algo a embater no meu carro. Não de uma forma violenta, mas a bater.

Procuro nos espelhos retrovisores o que se passava, mas não vislumbrei nada, até que, lá atrás surge um espécime a caminhar todo torto pela estrada fora até ao outro lado da rua e, com, digamos, alguma dificuldade, lá revirou o seu olhar em minha direcção e a grande custo apontou-me o dedo indicador da mão direita, como que me a dizer:

- Sim, foi culpa tua eu ter embatido na bola de reboque com a minha canela.

Aparvalhado, não me ocorreu nada mais se não largar uma gargalhada bastante sonora, parecia até que estava a escutar na rádios ou "loucos" dos programa da manhã da Rádio Comercial.

Enquanto isso, lá ia o espécime do sexo masculino, às 19:30 horas da tarde olhando-me de suslaio e apontando-me o indicador direito.