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quarta-feira, agosto 24, 2016

Cuidados a ter na condução em época de fogos



Verão é sinónimo, infelizmente, de época de incêndios e tudo o que tal fenómeno implica, também, no meio rodoviário. São os fumos, as labaredas, a intensidade de trânsito própria do Verão incrementada com o surgimento de mais viaturas diferentes, no comportamento, das que normalmente circulam na via.

A época oficial de incêndios coincide, habitualmente, com a época de férias de grande parte da população portuguesa e respetiva população emigrante no retorno, ainda que temporário, ao país de origem. Tal, faz com que o trânsito que ocorre nas vias não urbanas, mas também urbanas - como se pode ver, infelizmente, na Ilha da Madeira - aumenta exponencialmente, criando maiores dificuldades a quem utiliza essas vias.

quinta-feira, julho 21, 2016

Tirei a carta - que carro devo comprar?



Quem é aprovado no exame prático de condução automóvel quer um carro para se poder movimentar entre pontos sem que com isso tenha que recorrer a transportes públicos ou, então, quer um carro para andar a passear junto dos amigos, exibindo a sua conquista de ter conseguido tamanha proeza: tirar a carta de condução.

quarta-feira, julho 06, 2016

Cinto de segurança nos autocarros



O autocarro é um veículo cuja lotação é superior a 9 lugares, é, portanto, um automóvel pesado de passageiros. E como automóvel pesado de passageiros, tem regras associadas à sua designação.
O que hoje, neste artigo de opinião se pretende, realmente, é saber-se que regras de segurança associadas ao uso do cinto-de-segurança ou sua obrigatoriedade de o veículo estar provido de tal equipamento de segurança passiva.

sexta-feira, junho 24, 2016

A carta de motociclo


Quando alguém se dirige a uma escola de condução no sentido de obter informações sobre o que necessita para se inscrever numa acção de formação para obtenção da categoria de moto, já sabe que sejam quais forem as exigências, se vai inscrever; seja nessa ou noutra escola de condução. O "bichinho" da moto fala mais alto que qualquer outra razão.


Qualquer amante de motos sabe que, mais cedo ou mais tarde, ainda que por vezes queira resistir à tentação de se inscrever, pelas mais diversas razões, acaba por deixar-se levar e adquire essa categoria que lhe irá permitir ter argumentos para avançar para a compra do veículo e usufruir de sensações únicas.

terça-feira, junho 21, 2016



Quantas foram as vezes em que já foi a uma feira com atrações e verifica que em cada carrocel tem um painel que indica "Mantenha as mãos e os pés dentro da área de protecção durante o tempo de duração da viajem."? Essencialmente podemos observar estas indicações em atrações como montanhas-russas e facilmente percebe-las. Mesmo estando dentro de uma distância de segurança, algo poderá acontecer e de um momento para o outro vermo-nos privados de uma das mãos ou pés.

No entanto, parece haver algo que nos tapa a compreensão quando falamos de automóveis. Sempre que a temperatura sobe um pouco mais e porque nem todos os automóveis têm ar condicionado, é hábito ver-se os condutores e passageiros com as mãos expostas fora da área de proteção; dentro do automóvel.

sexta-feira, junho 10, 2016

A influência da fadiga no contexto geral da condução


"Fadiga e sonolência são condições diferentes que podem atingir o condutor. São condições dispares, mas quem por elas é atingido não as sabe diferenciar. Os seja, a sonolência pode levar o condutor ao adormecimento, enquanto a fadiga não tem, obrigatoriamente, de o fazer." - Circula Seguro - Jorge Ortolá

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sexta-feira, setembro 25, 2015

Atropelamento


Obrigado, amigo pedreiro
.
Existe e sempre irá existir um preconceito instaurado sobre determinadas pessoas e profissões. Na minha rua, na minha primeira rua, isso também acontecia. Vivia lá uma família, humilde, em que o filho, rapaz para uns dezasseis ou dezassete anos de idade, já tinha deixado de estudar, trabalhando na construção civil para ajudar os pais. Recordo-me que alguns pais nos diziam para não falarmos para ele porque era «pedreiro».

Entre o grupo de casas onde estava integrada a casa dos pais do Vitinho e o grupo de casas onde não vivia ninguém, havia um beco. Ficava mesmo na direcção do beco que estava entre a casa do avô da Raquel e o prédio onde vivia o Zé e a Anabela, do outro lado da rua. Rua de um só sentido, percebi mais tarde, porque com seis anos de idade não damos atenção a esses pormenores. A rua só se descia.

Estávamos uns quatro no beco da casa do Vitinho. Um deles, o mais velho, já com dez anos, era o João Ranhoso. Como era o mais velho e até já fumava, ainda que às escondidas, o João batia-nos sempre que chamávamos-lhe de João Ranhoso. Naquele dia, ali estávamos os quatro quando, de repente, o João deu mais uma grande fungadela, puxando para o interior do seu nariz um enorme muco verde que se estava a libertar.

 -  João Ranhoso. – gritei, ao que ele deu inicio a uma corrida atrás de mim para me bater.

 Eu era um dos que corria mais rápido da minha rua. Quando o João Ranhoso começou a correr, eu corri também para fugir dele. Corri em direcção à rua que estava entre aquele beco e o beco que ficava entre a casa do avô da Raquel e o prédio do Zé. Quando estava quase a chegar á estrada, ouvi um apito de um carro, mas não percebi se o carro vinha de cima ou de baixo, uma vez que nem imaginava que apenas se descia a rua. Eu não queria era ser agarrado pelo João, pois se fosse, ele iria bater-me. Não parei. Corri para a estrada e, nesse momento, um carro que descia a rua acertou-me, atropelando-me. Fui projectado para o outro lado da rua, indo embater com o queixo no lancil do passeio. Fartei-me de chorar. Todos fugiram, até o João Ranhoso.

Estendido no chão, a chorar, apenas fui ajudado pelo «pedreiro» que, ao assistir ao acidente, correu para mim, pegou-me ao colo e levou-me, a correr, para casa. Atrás dele vaio a senhora que me atropelou.

-  O menino está bem? – perguntava muito aflita. – Atravessou-se, que nem o vi. Deixe-me levá-lo ao hospital. – dizia, aflita.


Agarrei-me ao pescoço da minha mãe e só dizia que não com a cabeça. E como nos anos setenta era assim, não fui. Não parti nada, mas fiquei com tantas dores no maxilar que estive semanas que mal conseguia abrir a boca. As refeições eram todas líquidas e dadas através de uma palha. Desde esse dia passei a ter cuidado ao atravessar a estrada.

terça-feira, janeiro 17, 2012

Estudo sobre conhecimentos rodoviários

Como sabem, dei inicio na passada semana a um estudo sobre conhecimentos de Código da Estrada e Segurança Rodoviária. A participação está a ser muito boa.

O principio deste estudo é recolher o maior número de participações possíveis para que no final do ano de 2012, possa elaborar um relatório (que me vai dar um trabalhão) e com ele ir junto de entidades oficiais e privadas, tentar apoio, para que possa colocar no terreno um projecto de intervenção social no âmbito da prevenção rodoviária, afim de diminuir a taxa de sinistralidade e consequências, assim como sensibilizar os condutores portugueses para a realidade que vai além dos valores da sinistralidade que vão aparecendo nos canais de comunicação.

Afinal, atrás de uma morte ou de um ferido grave que fica com limitações motoras, há mais do que um número. Exite uma dor que não é contabilizada, uma família destroçada, um sonho perdido, uma realidade alterada, um egoísmo social que fecha os olhos e tenta não ver a realidade até que, um dia, lhes bata à porta tal infortúnio.

Conto com a participação de todos, pois a força de todos unidos será sempre bem maior que a soma da força de cada um.

Obrigado

domingo, outubro 23, 2011

A noite é boa conselheira

Quem disse que a noite é boa conselheira, bem, deveria estar com uma carroça igual à do tipo que, ontem à noite, enquanto caminhava veio contra o meu carro.

Sim, porque eu estava parado numa fila e aguardava que o sinal verde surgisse quando, sem saber de onde, senti algo a embater no meu carro. Não de uma forma violenta, mas a bater.

Procuro nos espelhos retrovisores o que se passava, mas não vislumbrei nada, até que, lá atrás surge um espécime a caminhar todo torto pela estrada fora até ao outro lado da rua e, com, digamos, alguma dificuldade, lá revirou o seu olhar em minha direcção e a grande custo apontou-me o dedo indicador da mão direita, como que me a dizer:

- Sim, foi culpa tua eu ter embatido na bola de reboque com a minha canela.

Aparvalhado, não me ocorreu nada mais se não largar uma gargalhada bastante sonora, parecia até que estava a escutar na rádios ou "loucos" dos programa da manhã da Rádio Comercial.

Enquanto isso, lá ia o espécime do sexo masculino, às 19:30 horas da tarde olhando-me de suslaio e apontando-me o indicador direito.

quinta-feira, março 25, 2010

Sinistralidade rodoviária

Dá conta a comunicação social de hoje que a Autoridade nacional de Segurança rodoviária emitiu um relatório onde está identificado um aumento na taxa de sinistralidade rodoviária e consequente mortalidade.
Enquanto formador de Prevenção e Segurança Rodoviária e após alguma experiência no terreno com acções de formação a grupos especificos, continuo a defender que este mal, lei-se sinistralidade rodoviária, consegue-se combater de uma forma mais eficaz se se intervier directamente na base do problema.
Deste modo, torna-se importante, preponderante e necessário levar formação/ sensibilização às empresas, nomeadamente aos seus directores, afim de que percebam que o passo seguinte são os colaboradores.
Fazê-los perceber as vantagens económicas, sociais e laborais que uma formação de prevenção e segurança rodoviária pode trazer para todo o grupo, é por demais importante.
Out-Doors e campanhas televisivas sem impacto emocional de nada resolvem.
Tem, de uma vez por todas, que se proceder a alterações comportamentais dos condutores. Isto apenas se consegue com formação/informação/sensibilização directa.
Da experiência que tenho em Projectos Formativos que desenvolvi e organizei, verifico que a taxa de sinistralidade diminuiu entre os formandos ou instituição onde foram implementadas tais iniciativas.
Da minha parte sempre me disponibilizei para colaborar na elaboração e desenvolvimento de outros projectos que não os da minha autoria.
Infelizmente não são tantos como os que eu gostaria, uma vez que ainda não se dá a elevada atenção que o tema merece e necessita, lamentando-se apenas o que vai acontecendo nas estradas de Portugal.

quarta-feira, janeiro 28, 2009

A importância de uma boa sinalização de manobra com os sinais intermitentes está directamente relacionada com a segurança rodoviária.
Sabendo que um condutor experiente necessita de aproximadamente 0,6 segundos para reagir a um estímulo, a acção de sinalizar atempadamente uma intenção vai fazer com que a reacção dos outros possa ser feita de uma forma racional, progressiva e conforme.
Desta forma diminuir-se-ão muitos acidentes rodoviários envolvendo dois ou mais veículos e tudo o que vem posteriormente.

sábado, janeiro 24, 2009


O mau tempo que hoje assolou Espanha veio, infelizmente, comprovar a deficiência que este País tem, não só na falta de qualidade da costrução civil, mas principalmente a défice inspecção e exigência nos materiais e técnicas de construção utilizados.


Na Catalunya, em Sant Boi de Llobregat, a força do vento fez caír um muro composto por uma construção frágil. Ao caír sobre o balneário dum campo de Basebol infantil, fez com que o edificio ruisse.

Dentro do balneário encontravam-se 30 menores.

Desta tragédia há a contabilizar 4 crianças mortas, 9 feridas sendo que uma se encontra em estado grave.