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sexta-feira, maio 29, 2020

- Uma higienização, por favor! -

Não sei se acontece convosco, mas comigo passa-se regularmente. De manhã, ao acordar, naqueles breves instantes em que estou sentado na cama a estabelecer os níveis do aparelho vestibular, que para quem - eventualmente - não saiba, é o sentido que garante ao Ser humano a capacidade de  manter o equilíbrio enquanto se desloca, blá, blá, blá. 

sábado, abril 04, 2020

Ensaio sobre o amor - 13 - Margarida


MARGARIDA

                                                                                              Quarta-feira, 21:37 horas


Querido Diário;
            Hoje estou muito triste. Faz um mês que morreu o pai do Armando. Os meus pais insistem em que não nos devemos dar com ele. Isso deixa-me triste, por que gosto muito de estar na sua companhia. É meigo na fala, na pouca que faz. Ele tem falado muito pouco e quando o faz, fá-lo apenas comigo e com a professora Matilde.
            Querido Diário, não quero imaginar o que é perder os pais. Deve ser horrível. E é por ser horrível, que não entendo porque é que nos querem obrigar a não estar com ele.
            Não vou obedecer ao pai. Vou continuar a encontrar-me com o meu amigo Armando, às escondidas. Combinámos fazê-lo em casa da professora Matilde.

sexta-feira, abril 03, 2020

Ensaio sobre o amor - 12 - Armando


ARMANDO
           
                                                                                                                         Final da tarde

            Hoje estou muito contente. Gostava que o dia de escola não tivesse terminado. A Margarida esteve quase sempre comigo. Conversamos sobre tantas coisas. Ela está mais tempo comigo do que os outros colegas, mas não me importo. Gosto da sua companhia.
A Margarida contou-me das suas férias em Lisboa, na casa da avó, que tinha visitado o Castelo de S. Jorge; quem me dera poder visitar o Castelo de S. Jorge. Na verdade não sei o que é um castelo, mas se a Margarida diz que é bonito, é porque é. Falou-me também dos passeios no rio Tejo, num barco que se chama Cacilheiro; eu só uma vez é que andei de barco e foi no rio Almonda, quando o senhor Afonso me levou a passear. Disse-me que um dia me levava a pescar; prometeu-me.

quinta-feira, abril 02, 2020

Ensaio sobre o amor - 11

(continuação)


A resposta de Armando fomentou em Matilde um sentimento de culpa, de raiva, de angústia, de revolta e de frustração. Passou a mão pela cabeça do jovem e, afagando-lhe o cabelo, afastou-se, impotente, dizendo-lhe apenas:
-Se necessitares de alguma coisa, chama-me. Está bem? - recebendo um sinal de afirmação com um movimento de cabeça, vindo do pequeno Armando.
Ficou a observá-lo a trabalhar. Num encanto de admiração, observou-o a tactear a folha desde o pecíolo à ponta do limbo. Fê-lo uma, duas, três vezes. Observou a técnica como libertava os veios da folha do limbo, deixando-a em esqueleto, despida.
Percebeu que murmurava algo com a pequena Margarida; certamente solicitava-lhe alguma ajuda, ao que esta correspondeu, colocando algumas pontas de cola na armação da folha, colando-a ao papel.

terça-feira, março 24, 2020

Ensaio sobre o amor - 3 - Capítulo 1


Capítulo 1

Aqueles foram os dez metros de filme mais longos que alguma vez vira. Armando Cebola, assim lhe chamavam, era Armando de nome próprio e Cebola de alcunha que já vinha desde o tempo do seu tetravô paterno e que não morreu no passar das gerações nem na natural, mas acentuada, evolução do tempo e do espaço que atingiu a família na imensa epopeia que fizera seu avô, e depois seu pai por terras do Ribatejo, na viagem dilacerante de sentimentos à longínqua França ou dos anos que o calendário não determinou e que o relógio não contou quando, seu pai, viveu ermidas na Serra da Estrela, fundido num emaranhado de floresta silenciosa e muda, onde os pássaros calados eram cúmplices do seu desassossego emocional.

quarta-feira, fevereiro 07, 2018

#A educação social nas escolas


Conversava hoje com uma aluna sobre o ensino escolar e as debilidades do mesmo e, no decorrer do diálogo, conjecturamos que existe uma enorme lacuna no sistema de ensino... a falta ou ausência - se assim lhe quiserem chamar - da vertente "Educação Social".

segunda-feira, fevereiro 27, 2017

# O dia do julgamento

Gostava de ler aqui o comentário de professores, políticos e afins.
O que aqui é dito, já defendo faz tempo...mas a minha voz é tão fraquinha ou eu sou um advogado tão mudo que contra mim sempre escuto que "não percebes nada disso" ou "sempre foi assim, está bem assim" e ainda "os trabalhos de casa e a educação como é feita é um enorme complemento à aprendizagem."
Tretas. Estamos na presença de um sistema de ensino obsoleto, com professores - felizmente que não todos - com um nível de frustração elevadíssimo e que descarregam essa frustração nos alunos, limitando-os na sua forma de ser ou estar.

quinta-feira, fevereiro 09, 2017

# Tira-me este peso das costas


Quando houver um Governo, cujos governantes, tenham os tomates no sitio, e acabem com o lobby das editoras, nomeadamente no que ao preço pornográfico dos manuais escolares diz respeito, talvez se condiga diminuir o volume de carga que os nossos filhos carregam que nem mulas às costas, todos os dias, para a escola.

domingo, janeiro 22, 2017

# Educação Física no curriculum escolar


Alguém me pode explicar da verdadeira razão de a disciplina de educação física não contar para a média curricular? Alguém me pode explicar porque há pais que permitem que os seus filhos não pratiquem esta disciplina, justificando as faltas?

sábado, setembro 17, 2016

Separação escolar de gémeos



A questão dos gémeos é algo que sempre me deixou bastante pensativo... dois, três segundo, no máximo!; no sentido em que, dos gémeos que conheço, todos batem mal da caixa dos piolhos... todos, sem exceção!

domingo, julho 31, 2016

Literatura e interpretações



Sempre me senti prejudicado, enquanto estudante, pelo simples facto de, sempre que colocava em causa as conclusões que os professores de lingua portuguesa, essencialmente, davam como certas quando pediam aos alunos para interpretarem um texto ou um poema de um qualquer autor...seja ele qual for.

Algumas, talvez bastantes, admito, foram as vezes em que coloquei a questão «Como pode afirmar que esse era o sentimento do autor deste poema» - ou - «Em que é que se baseia para afirmar que o autor queria mesmo dizer isso neste paragrafo ou frase». Coloquei as questões e os professores simplesmente me mandavam calar, sem conseguirem argumentar, esgrimindo opiniões sobre a minha conduta como sendo destabilizador, pouco estudioso ou mesmo engraçadinho.

Fui prejudicado por que os ditos professores foram formatados para interpretar um determinado texto ou passagem de uma ou outra forma, não tendo a possibilidade, enquanto jovens, de poderem pensar por si, de poderem ver a coisa de forma diferente, de terem uma opinião formada.

Fui prejudicado por que questionava, por que não aceitava que me colocassem à parte, por vezes até os colegas, porque é mau para as notas estarmos do lado de um colega que os professores têm como indisciplinado, quando apenas quer saber a razão da existência de uma linha de pensamento ou interpretação. Sim, fui prejudicado, por que tive professores que não tinham um pensamento próprio, livre de amarras, solto de preconceitos sobre o pensamento livre.

Devo referir que tive uma professora de lingua portuguesa que não era assim. Essa professora permitia-nos expor o nosso ponto de vista, tentando, não moldar-nos, mas sim levar-nos a reflectir sobre o nosso ponto de vista e sobre o ponto de vista instituído. Não nos deixava divagar por incertezas ou especulações, é verdade, mas aceitava a nossa visão, se bem assente numa explicação sã.

Senti-me prejudicado, sim! E hoje, quando escrevo, escrevo livremente as minhas ideias, os meus ideais, a minha forma de ver o Mundo, as coisas que me rodeiam, de interpretar o que quero, como quero ou, simplesmente não interpretar, não tentar colocar no pensamento do autor, seja ele qual for, aquilo que ele realmente não estava a pensar ou quis dizer.

Quem é que conheceu Camões, para ter a certeza que ele disse o que dizem que ele disse, ou que escreveu aquilo que dizem que escreveu. Até a bíblia, esse livro sagrado para os crentes cristãos, tem sofrido alterações, ao longo dos milenios, e interpretações.

Parece-me que o mais importante é perceber se os alunos ou as pessoas têm ideias próprias e quais são os seu ideais. Se sabem perceber o que os rodeia e que interpretação dão aos sinais. Qual a sua razão das coisas. Porque se assim for, estou certo que teremos pessoas mais ricas, mais sabedoras e mais capazes de ocuparem cargos de chefia e de decisão, ao invés de termos energúmenos a engordarem incultamente e formatados grosseiramente, no Parlamento, a decidirem o futuro caminho de um povo amordaçado.

domingo, junho 26, 2016

RESPECT




Por mais que se defenda o contrário, principalmente a classe afectada, a verdade é que no meio escolar, por vezes, e quero apenas ali incluir os professores que, de alguma forma se sintam frustrados pelo cargo que desenvolvem, quem se encontra a leccionar perante uma ou mais turmas, tem saídas ou comportamentos reprováveis, perante algum(s) aluno(s), e nunca na linha de orientação que se exige a um profissional preparado, que se espera que seja, quem tem como função complementar o difícil processo de educação de uma criança ou jovem; complementar com conhecimentos úteis, que proporcionem a essa criança ou jovem enriquecer-se, aumentar a sua auto-estima e tornar-se um elemento activo da sociedade, mais enriquecido, mais social e disponível para colocar o seu altruísmo defronte de qualquer adversidade.

A moldagem de carácter de uma criança ou jovem, começa, sem qualquer ponta de dúvida, em casa; com os ensinamentos dos pais, mas principalmente com as suas demonstrações; diz-se que "os filhos são o espelho dos pais". Se até recentemente esta poderia ser uma afirmação válida e correcta, hoje ela é, apenas, parte do puzzle; uma grande batalha para alguns pais.

Qualquer pai ou mãe deseja que o(a) seu filho(a) tenha como princípios básicos de vida e educação, o respeito, a humildade, o altruísmo e o carácter. Estes valores conseguem-se através da transmissão dos mesmos, ou seja, estes valores de vida não são compráveis. Não é possível ir a uma loja e comprá-los. E como tal não é possível, ou são os pais a conseguir, de alguma forma, passar estas virtudes aos seus filhos, ou tais serão, dificilmente, desenvolvidas por eles.

Acontece que, com a evolução dos tempos; e nem sempre evolução é sinónimo de progresso, as crianças e jovens vão olhando cada vez mais para fora do circulo familiar e aí acabam por encontrar alguns ídolos, pelos quais ou nos quais, pela força do marketing associado, adoptam como referência e um exemplo a seguir. Se noutros tempos, naqueles já idos, a filha olhava para a mãe como uma referência de vida, ou o neto para o avô, hoje a realidade é bem distinta; tanto rapazes como raparigas procuram nos seus ídolos externos, um ponto de exemplo para a sua vida, utópica, podendo muitas vezes a sua personalidade e carácter serem moldados a esse mesmo ídolo; forma de vestir, falar e actuar.

Esse ídolo universal sabendo que o é de milhares de crianças e jovens, tem a obrigação moral, social e institucional de apresentar uma postura capaz de transmitir, a quem para ele olha, uma índole positiva e de referência, altruísta.

Há quem defenda que a figura pública que se expõe e quer expor, porque só dessa forma consegue a fama que a levará fazer com que os abutres capitalistas se aproximem e invistam em busca de lucro, proporcionando de alguma forma uma vida faustosa à tal figura pública, também é um ser humano, com direito aos seus erros, etc...; esta é uma verdade que não é tão verdadeira como pode inicialmente parecer.

O facto de serem seres humanos e sujeitos ao erro é uma realidade que não é tão verdadeira como pode inicialmente parecer.  O facto de serem seres humanos e vulneráveis ao erro, é uma realidade que deveriam controlar, uma vez que sabem, também, que esse erro vai influenciar os seus seguidores; não é pelo facto de ter muito dinheiro que o ídolo pode fazer o que quiser, com essa mesma justificação, de que "tem dinheiro para pagar o estrago".

 Ainda observando o momento menos feliz de CR7, ao retirar o microfone de um repórter da CMTV e atirando-o para dentro de um lago, não está em causa o valor monetário do aparelho; afinal, o Cristiano tem dinheiro para pagar uma centena deles. O que está em causa é a atitude, reprovável, o exemplo que transmite e as consequências sociais que poderão advir daquela imagem. Sim, porque o Cristiano pode retirar uma ferramenta de trabalho de um profissional, inutilizá-la, condicionando o trabalho que está a ser desenvolvido e ainda é protegido por agentes da autoridade; que exemplo positivo está o CR7 a transmitir para os milhares de seguidores, crianças e jovens? - Nenhum! - Mas pior ainda é o facto de pais, diante dos seus filhos, nas redes sociais, aprovarem aquele comportamento, reforçando-o positivamente, sob o pretexto de aquele canal de informação, supostamente, o que já foi negado, ter emitido uma reportagem sobre o pai do Cristiano, a qual ele não gostou.

Quando um destes dias, na escola, um daqueles professores que se encontram frustados com o sistema, tiver uma saída menos feliz e fizer um comentário sobre o pai ou a mãe de um aluno, este passa a ter o direito de pegar no material de trabalho desse professor, o computador portátil, por exemplo ou o I-phone, e lançá-lo janela fora, da sala de aula, sob o pretexto de aquele professor ter proferido algo que o aluno não gostou e o facto do seu pai ter dinheiro para pagar os estragos, se assim tiver de ser.

Este aluno jamais poderá ser castigado, uma vez que, tal como o seu ídolo, teve uma reacção aprovada pela sociedade e, certamente, os seus pais terão dinheiro para pagar o estrago. Afinal, o que teve como causa tal comportamento, foi o comentário menos feliz à pessoa do pai/ mãe do aluno. Com algum azar, o professor ainda vai ser alvo de um inquérito e processo disciplinar, apenas porque os pais têm algum poder na sociedade.

Serão estes os valores e princípios que queremos que rejam a educação dos nossos filhos? Pelo que posso constactar nas redes sociais, comentários de rua e afins, sim.

Pois eu não!

Nada tenho contra o Cristiano nem contra a CMTV, mas penso que a UEFA e a FPF, que tanto alegam e promovem o "RESPECT", neste caso específico, ficaram, também elas, mal na fotografia. Se aquele reportar ali está, é porque tem uma credencial da UEFA para tal e a autorização da FPF.

quinta-feira, junho 09, 2016

No prado verde contigo.(I)



- Sabes... - disse - ... também gosto de aqui estar.
- É bom, não é?
- Sim, é muito fixe. Vens cá muitas vezes?
- Sempre que posso, venho.
- E vens cá há muito tempo?
- Nem sei... - pensou um pouco - ...se calhar há mais de ano e meio.
- E por que começaste a vir aqui?
- Olha, vou contar-te. Um dia estava na escola e a professora de matemática disse-me - Olhe lá, menino, está a pensar em quê? - e eu que estava distraído respondi-lhe - Hã! - e ela disse-me - Hã?! Acha que é assim que se responde à professora? Primeiro está distraído, certamente a pensar na morte da bezerra...
- Em que bezerra estavas a pensar?
- Não estava a pensar em bezerra nenhuma. Foi ela que disse.
- Então mas por que disse ela isso?
- Disse-me que era uma expressão.
- Não entendo... mas a bezerra morreu?
- Não existe nenhuma bezerra.
- Não!
- Ela disse que eu estava distraído, a pensar na morte da bezerra e eu perguntei-lhe qual bezerra e ela respondeu-me que não havia bezerra, que era uma força de expressão e eu respondi-lhe o que é que a matemática tem a haver com o reino animal e ela disse-me que era o facto de eu estar distraído.
- E estavas?
- O quê?
- A pensar na morte da bezerra?
- Não! Estava distraído.
- Hã!
- Depois ela começou a dizer que não tinha melhores notas porque não estava atento na aula; eu disse-lhe que sim.
- Que sim?
- Sim! Que sim.
- Que sim, o quê?
- Que sim que estava atento.
- E estavas?
- O quê!
- Atento.
- Mais ou menos.
- Como assim, mais ou menos?
- Estava e não esta.
- Como estavas e não estavas?
- Estava atento, mas não era ao que ela estava a falar.
- Ah! Ah! Ah! - gargalhou.
- Estás a rir-te?
- Sim! Teve piada.
- Pois tem, mas devias de ver a cara da professora quando me perguntou - Ao que é que o menino está atento? À aula não é certamente.
Estou atento aos meus pensamentos.
- E o que é que os seus pensamentos têm de interessante para a aula de matemática?
- Para a aula?
- Sim! O menino não está na sala de aula?
- Estou! Mas os meus pensamentos só a mim me pertencem. - disse-lhe eu e ela respondeu-me - Então fique com eles para quando está fora das aulas.
- Está bem. - disse-lhe eu; e ela interpretou que eu estava a gozar com ela e então disse-me:
- Levante-se e venha aqui à frente; e eu fui e ela tentou envergonhar-me e humilhar-me...
- A sério?
- Sim! ...quando cheguei junto a ela, disse-me - Sobe para o estrado. - e eu subi.
- Meninos... - começou por dizer, com uma expressão de gozo - ...o pensador.

(continua)

terça-feira, fevereiro 11, 2014

Uma motivação necessita-se!


Fala-se muito de proveito menos bom no ensino português, que os alunos se mostram muito abnegados ou que não efetivam as tarefas que lhes são solicitadas com gaudio de fazer ou saber, ou porque executam  de uma ou outra forma. Acusa-se de futilidade os jovens, falta de discernimento de futuro, despreocupados de um modo geral.

Os alunos transportam consigo uma ferramenta de trabalho, não para si mas para os pais e professores, que tem a escopo de facilitar a comunicação entre as partes. Quando se inicia o ano lectivo, os pais têm de adquirir uma "caderneta do aluno" que, entre outras coisas, serve para permitir a simples comunicabilidade entre o professor e os pais.

Acontece que os professores apenas empregam o lado "negro" deste documento, fechando os olhos e a sua disponibilidade ao lado colorido do mesmo. Ou seja, os professores apenas utilizam a "caderneta do aluno" para remeter os recados aviltantes, quando o poderiam também fazer para enobrecer uma boa prestação de um aluno e assim transmiti-lo aos pais.

Se o fizessem, estou certo que motivariam muito mais os alunos, os pais e a eles mesmos. Esse enaltecer iria fazer com que a postura de alguns alunos alterasse e dessem inicio a um processo de recuperação de auto-estima, coisa que falta a muitos alunos e professores.

Felizmente conheço alguns professores que têm uma presença que faz com que os seus alunos tenham um comportamento positivo, de afeição e quase filantrópico, capazes de revelar uma condição de aprendizagem até então ignorada ou dissimulada.

Senhor(a) professor(a), quantos "recados" motivacionais já enviou aos pais dos seus alunos através da "caderneta do aluno"? - Estará a altura de fazer uma experiência, não?

Foto: PUCC